segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CITROËN RACING APRESENTA VISUAL DE SEU CARRO E EQUIPE DE LIDERANÇA PARA A 13ª TEMPORADA

A Citroën Racing revela a pintura final de seu carro GEN4 para a 13ª Temporada do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E. Beth Paretta é nomeada chefe de equipe após atuar como diretora geral durante a primeira temporada da equipe, enquanto Frédéric Espinos se junta à Citroën Racing como diretor de competição e vice-chefe de equipe.

A identidade tricolor, premiada durante a 12ª Temporada, evolui para
acompanhar um monoposto mais potente, rápido e dinâmico

A Citroën Racing inicia um novo capítulo em sua história na Fórmula E. Às vésperas da 13ª Temporada, que marcará a estreia competitiva da era GEN4, a equipe apresentou nesta segunda-feira (28) a pintura final de seu novo monoposto, além de uma evolução em sua estrutura esportiva.

Após concluir sua temporada de estreia na quinta colocação do Campeonato de Equipes, com uma vitória, diversos pódios, uma pole position e uma identidade visual premiada, a Citroën Racing entra em sua segunda temporada com uma ambição clara: construir sobre as bases já estabelecidas e dar mais um passo à frente.

Para sua segunda temporada na Fórmula E, a Citroën optou por evoluir, e não reinventar, os códigos visuais introduzidos em sua campanha inaugural.

O azul, branco e vermelho permanecem no centro da identidade do monoposto, enquanto os chevrons ganham uma maior sensação de movimento para acompanhar as linhas mais dinâmicas do GEN4. O azul também passa a ter mais destaque, especialmente na dianteira do carro, conferindo uma assinatura visual imediatamente reconhecível no grid.

Desenvolvida pelas mesmas equipes de Design da Citroën responsáveis pelos veículos de produção da marca, essa nova identidade visual estabelece uma ligação direta entre as ruas e as pistas.

Como explica Pierre Leclercq, head de Design da Citroën, o objetivo foi "preservar a forte identidade desenvolvida na temporada passada, adaptando-a ao caráter mais dinâmico do GEN4". Os acabamentos com efeito metálico também foram concebidos para que "o carro realmente ganhe vida quando a luz incide sobre sua superfície", enquanto o degradê é baseado em uma aplicação paramétrica dos chevrons, cuja densidade varia gradualmente entre os diferentes tons.

Design a serviço da performance

Com o GEN4, cada detalhe importa, inclusive a pintura. Em um monoposto no qual a busca por desempenho também passa pelo controle de peso, as equipes trabalharam para reduzir ao máximo a massa dos adesivos aplicados ao carro.

O princípio paramétrico utilizado nos chevrons também permite criar transições entre as diferentes cores sem a necessidade de multiplicar camadas de material.

Dessa forma, a pintura representa a própria filosofia do GEN4: combinar identidade, inovação e eficiência até nos mínimos detalhes.

GEN4 – Principais números

  • 450 kW em condições de corrida 
  • 600 kW / 815 cv nas sessões classificatórias e no Attack Mode 
  • 0 a 100 km/h em 1,8 segundo 
  • Velocidade máxima superior a 335 km/h 
  • 700 kW de capacidade de regeneração de energia 
  • Dois modos aerodinâmicos: alta carga aerodinâmica (High Downforce) e baixa carga aerodinâmica (Low Downforce) 
  • Tração integral permanente

O Citroën Racing GEN4 será exibido pela primeira vez com sua pintura definitiva durante o Salão do Automóvel de Paris, no Hall 4.

Equipe de liderança reforçada para a 13ª temporada

O início da era GEN4 também marca uma evolução na estrutura esportiva da Citroën Racing Formula E Team

Frédéric Espinos, diretor de competição e vice-chefe de Equipe; e Beth Paretta, Chefe de Equipe da Citroën Racing Formula E Team

Após atuar como diretora-geral da equipe ao longo de sua temporada de estreia, Beth Paretta assume o cargo de Chefe de Equipe, garantindo continuidade à medida que o programa entra em uma nova fase de seu desenvolvimento.

Beth Paretta traz uma ampla experiência no automobilismo, com uma trajetória que abrange gestão de equipes, indústria automotiva e governança esportiva. Antes de ingressar na Citroën Racing, ocupou o cargo de vice-presidente de Esportes da Fórmula E, atuando diretamente junto às equipes, fabricantes e à FIA no centro das operações do campeonato.

Sua carreira também inclui diversos cargos de liderança nas indústrias automotiva e do automobilismo, além da criação da Paretta Autosport, a primeira equipe da INDYCAR a competir com uma forte representatividade feminina. Lançada em 2021, a equipe fez uma estreia histórica nas 500 Milhas de Indianápolis, com mulheres representando mais de 65% de sua força de trabalho. Sua trajetória profissional também inclui posições executivas no Grupo Volkswagen, Aston Martin e Fiat Chrysler Automobiles, onde se tornou a primeira mulher a liderar simultaneamente uma marca de alto desempenho e o portfólio global de automobilismo do grupo.

Após ingressar na equipe na última temporada, seu conhecimento da organização, aliado à sua experiência no campeonato, permitirá dar continuidade ao trabalho já iniciado e sustentar as ambições esportivas do programa durante a era GEN4.

Ao seu lado, Frédéric Espinos passa a integrar a Citroën Racing Formula E Team como diretor de competição e vice-chefe de Equipe.

Presente no universo da Fórmula E desde os primeiros anos da categoria, Frédéric Espinos traz uma sólida experiência esportiva e operacional. Após contribuir para as temporadas iniciais do campeonato dentro da FIA, integrou posteriormente a organização da Fórmula E como diretor Esportivo, cargo que ocupou por diversas temporadas.

Em 2022, juntou-se à ABT quando a equipe retornou à Fórmula E. Inicialmente nomeado diretor Esportivo, seu papel evoluiu gradualmente até se tornar vice-chefe de Equipe da Lola Yamaha ABT, consolidando-se como uma das figuras centrais da organização ao longo de suas quatro temporadas na equipe.

Com Jean-Éric Vergne e Nick Cassidy mantidos para a 13ª Temporada, a Citroën Racing conta com bases sólidas para esta nova fase, apoiada por uma liderança renovada e unida por uma ambição comum: disputar as primeiras posições desde o início da temporada.

“O GEN4 representa uma enorme oportunidade para todo o campeonato. Trata-se de muito mais do que uma evolução do carro anterior: ele é mais rápido, mais potente e tecnologicamente mais avançado, e mudará a forma como abordamos os fins de semana de corrida. Para a Citroën Racing, o sucesso dependerá da nossa capacidade de aproveitar essa oportunidade desde o primeiro momento. Sentimo-nos preparados, contamos com a força e a expertise da Stellantis Motorsport, e temos uma marca totalmente comprometida com este programa. Nosso objetivo é transformar tudo isso em competitividade imediata e forte desempenho nas pistas. A Fórmula E tem importância estratégica para a Citroën porque oferece uma plataforma para desenvolver tecnologias elétricas por meio da competição, contribuindo para tornar os futuros veículos de produção da marca ainda melhores. Estou entusiasmada por fazer parte deste projeto com a Citroën, uma marca voltada para todas as pessoas, e gosto da ideia de que nossos fãs possam apoiar a equipe nas pistas enquanto convivem com um Citroën em seu dia a dia. Competição, tecnologia e conexão com as pessoas se unem aqui, tornando este projeto verdadeiramente especial”, afirma Beth Paretta, Chefe de Equipe da Citroën Racing Formula E Team.

“Tenho muito orgulho de me juntar à equipe em um momento tão importante de seu desenvolvimento. Este é um projeto que reúne muitos dos elementos necessários para alcançar o sucesso: uma marca com forte tradição no automobilismo, uma equipe experiente, dois pilotos de alto nível e uma ambição clara para a era GEN4. Estou muito feliz por trazer minha experiência na Fórmula E para este grupo e trabalhar ao lado da Beth e de toda a equipe. Temos muito trabalho pela frente, mas o objetivo é claro: estar prontos desde a abertura da temporada”, disse Frédéric Espinos, diretor de Competição e vice-chefe de Equipe da Citroën Racing Formula E Team.

Citroën

Desde 1919, a Citroën cria automóveis, tecnologias e soluções de mobilidade para responder às mudanças da sociedade. Marca de ousadia e inovação, a Citroën coloca a tranquilidade e o bem-estar no centro da experiência do cliente e oferece uma ampla gama de modelos, desde o diferenciado Ami, um objeto de mobilidade elétrica projetado para a cidade, até sedãs, SUVs e veículos comerciais, a maioria disponível em versões elétricas ou híbridas recarregáveis. Marca pioneira no atendimento e atenção aos seus clientes particulares e profissionais, a Citroën está presente em 101 países e conta com uma rede de 6.200 pontos de venda e atendimento em todo o mundo.

Com um rico histórico no automobilismo — que inclui provas de Cross-Country, o Campeonato Mundial de Rally (WRC) e conquistas em carros de turismo — a Citroën Racing entra em uma nova e eletrizante era ao assumir seu compromisso com o ABB FIA Formula E World Championship, unindo inovação, performance e sustentabilidade no cenário global.

Citroën
Stellantis

NOVO HAVAL H7 MARCA O 4.000º CRASH TEST DO LABORATÓRIO DE SEGURANÇA DA GWM

Resultado do teste valida a segurança estrutural e a proteção dos ocupantes oferecidas pelo Haval H7, desenvolvido e validado de acordo com rigorosos padrões internacionais de segurança

SUV escolhido para simbolizar o marco de segurança da GWM será lançado no mercado brasileiro ainda em 2026

A GWM acaba de atingir um importante marco em sua trajetória de desenvolvimento de veículos: a realização do 4.000º crash test em seu Laboratório de Segurança, localizado em Baoding, na China. Para representar esse momento, a montadora escolheu o GWM Haval H7, SUV desenvolvido para os mercados globais e que será lançado no Brasil ainda este ano.

Mais do que um número, a marca dos 4.000 testes de colisão representa mais de três décadas de investimentos contínuos da GWM em pesquisa, desenvolvimento e validação de segurança. A estratégia da empresa tem como um de seus principais pilares o desenvolvimento de veículos capazes de atender aos rigorosos requisitos dos diferentes mercados em que atua.

Haval H7 demonstra alto nível de proteção

No impacto, o Haval H7 mostrou a eficiência de sua estrutura de segurança. A parte interna do veículo manteve sua integridade, sem deformações significativas que comprometessem a proteção dos ocupantes. Airbags, cintos de segurança e sistemas de retenção infantil também atuaram conforme projetado.

A segurança foi preservada mesmo após a colisão: o sistema de combustível permaneceu íntegro e sem vazamentos, enquanto o sistema elétrico de alta tensão foi automaticamente desconectado. As luzes de emergência foram acionadas, contribuindo para alertar outros veículos e reduzir o risco de acidentes secundários.

Mais de 4.000 testes e décadas de desenvolvimento

Equipamentos de teste avançados e ferramentas de simulação digital permitem ainda reproduzir milhares de cenários complexos de trânsito e situações de emergência

A realização do 4.000º crash test é resultado de um processo contínuo de evolução tecnológica e investimentos em segurança. O Laboratório de Segurança da GWM recebeu investimento de 510 milhões de yuans chineses, cerca de R$ 389 milhões, e ocupa uma área de 57 mil m².

A estrutura foi projetada para realizar diferentes tipos de avaliações, incluindo testes de colisão de veículos completos, sistemas de retenção, segurança estrutural e validação integrada de tecnologias de segurança ativa e passiva.

Entre os recursos disponíveis estão dummies de última geração, capazes de coletar dados detalhados sobre os impactos no corpo humano, além de câmeras de alta velocidade que registram até 4.000 quadros por segundo. 

Para a GWM, a segurança é resultado de um processo permanente de desenvolvimento, testes e validação. Por isso, a empresa mantém investimentos de longo prazo em pesquisa e engenharia, buscando elevar continuamente os padrões de segurança de seus veículos.

Haval H7: preparado para os mercados globais

O Haval H7 foi desenvolvido desde o início para atender aos padrões dos mercados globais. Na estrutura, o SUV combina uma carroceria de alta resistência, soluções desenvolvidas para distribuir as forças de um impacto de maneira controlada e reforços em pontos estratégicos, contribuindo para a proteção dos ocupantes em diferentes tipos de colisão.

O modelo também conta com tecnologias de assistência à condução, incluindo Alerta de Colisão Frontal, Frenagem Autônoma de Emergência e Assistente de Permanência em Faixa, que atuam para ajudar a reduzir o risco de acidentes.

A estratégia global de segurança da GWM já foi reconhecida por importantes programas internacionais de avaliação. Nos últimos anos, diferentes modelos da marca receberam avaliações de organizações como o ANCAP, na Austrália, e o Euro NCAP, na Europa.

Agora, o Haval H7 se prepara para chegar ao mercado brasileiro. Com lançamento previsto ainda para 2026, o SUV traz para o país a experiência de desenvolvimento e os padrões globais de engenharia da GWM, tendo como cartão de visitas um marco simbólico de 4.000 crash tests e um compromisso contínuo com segurança, tecnologia e qualidade.

GWM - Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países

GWM
Grupo Printer Comunicação

MERCEDES-BENZ CELEBRA 70 ANOS NO BRASIL

No dia 28 de setembro de 1956 era inaugurada a fábrica de São Bernardo do Campo, dando início a uma trajetória icônica para a Empresa e para o desenvolvimento e a história da indústria automotiva brasileira

Unidade brasileira é referência global na Daimler Truck para desenvolvimento
de caminhões e ônibus

A Mercedes-Benz do Brasil celebra 70 anos de uma história que se confunde com a própria evolução da mobilidade, do transporte e da indústria brasileira. Desde a inauguração da fábrica de São Bernardo do Campo, em 28 de setembro de 1956, a Empresa participa ativamente do desenvolvimento econômico e social do País, conectando pessoas, impulsionando negócios e contribuindo para a integração de um território de dimensões continentais.

Ao longo dessas sete décadas, a operação brasileira se consolidou como uma das mais importantes da Daimler Truck no mundo. Além de ser uma das maiores fabricantes de caminhões e ônibus da América Latina, a Mercedes-Benz do Brasil tornou-se referência global em engenharia, desenvolvimento de produtos e inovação, exportando conhecimento, tecnologia e soluções para diversos mercados internacionais.

A fábrica brasileira que iniciou essa história se tornou a única da Daimler Truck fora da Alemanha a reunir, num mesmo local, a produção de caminhões, chassis de ônibus e agregados (motores, câmbios e eixos). Da pioneira fabricação de veículos a diesel, a Empresa saltou, hoje, para o elevado patamar de Indústria 4.0, utilizando avançados recursos, como digitalização, big data, dados na nuvem, conectividade, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e modernos processos de desenvolvimento e produção e de qualidade de vida no ambiente de trabalho, além de iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental e social.

Empresa é referência em inovação e pioneirismo

Em seus 70 anos, a Mercedes-Benz do Brasil sempre foi referência em inovação e pioneirismo no desenvolvimento de veículos comerciais, tecnologias e novas soluções em serviços para o transporte de cargas e de passageiros

Desde o princípio de sua atuação no Brasil, os caminhões e ônibus Mercedes-Benz ajudaram a abrir caminhos e ampliar horizontes, chegando aos mais distantes recantos desse imenso país de dimensão continental. Nesse sentido, sempre esteve ao lado de desbravadores, empreendedores, empresários e empresas de transporte, conhecendo assim as demandas do transporte. Esse envolvimento é fator essencial para a geração permanente de novas soluções eficientes e rentáveis para os clientes, dentro da realidade das estradas e das cidades, de Norte a Sul, de Leste a Oeste.

“O Brasil ocupa uma posição estratégica dentro da Daimler Truck. Nossa operação reúne capacidade industrial, engenharia de excelência, desenvolvimento tecnológico e profundo conhecimento dos clientes. Ao celebrar 70 anos, reafirmamos o compromisso de seguir investindo no País e de contribuir ativamente para o futuro do transporte e da mobilidade no Brasil e no mundo", destaca Denis Güven, presidente e CEO da Mercedes-Benz América Latina, África e Oriente Médio. “Nossa estrela representa uma trajetória construída com pessoas, inovação e confiança. É essa combinação que nos impulsiona a desenvolver as melhores soluções para nossos clientes e a contribuir para uma mobilidade cada vez mais sustentável e eficiente”.

Denis Güven

“Com muito orgulho, satisfação e alegria, nossa Empresa chega aos 70 anos com muita energia e motivação, ciente de seu legado para o País e para as pessoas. Somos gratos pela longa parceria e fidelidade de clientes, concessionários, fornecedores e, especialmente, dos milhares de colaboradores que contribuíram para a construção dessa história de construção e desenvolvimento da sociedade”, ressalta Denis Güven.

As unidades da Empresa no Brasil e suas atividades

Além da produção de caminhões, chassis de ônibus e agregados, a fábrica de São Bernardo do Campo abriga o Centro Regional Daimler América Latina, que representa as marcas da Daimler Trucks e da Daimler Buses na região, e o CDT (Centro de Desenvolvimento Tecnológico), o maior da Daimler fora da Alemanha para caminhões e chassis de ônibus Mercedes-Benz, como também o maior do setor no Brasil. A unidade do ABC também é o Centro Mundial de Competência da Daimler para desenvolvimento de chassis de ônibus, além de um player global do desenvolvimento de caminhões.

Na planta de Juiz de Fora (MG), são produzidas as cabinas de todas as linhas de caminhões da marca. Já no estado de São Paulo, a Empresa conta com seu próprio Campo de Provas e também com o Centro de Testes Veiculares em Iracemápolis, este último em parceria com a Bosch, e ainda um Centro de Distribuição de Peças em Itupeva e um Centro de Treinamento em Atibaia.

O maior portfólio de caminhões e chassis de ônibus

A Mercedes-Benz oferece ao mercado o maior portfólio de veículos comerciais do País. Em caminhões isso inclui as famílias Accelo (leves e médios), Atego (médios, semipesados e extrapesados off-road), Axor (extrapesados on-road), Actros (extrapesados on-road e mix-road) e Arocs (extrapesados off-road).

No que se refere a chassis de ônibus – considerando, neste caso, modelos a diesel e elétricos a bateria – são vários micros, ônibus convencionais e padron, articulados e superarticulados, com soluções para todas as demandas do transporte coletivo urbano, sejam em linhas troncais de sistemas como BRT, corredores e faixas exclusivas, como em vias alimentadoras e distribuidoras que interligam os bairros às regiões centrais. Para o segmento rodoviário, o portfólio da marca inclui modelos para curtas, médias e longas distâncias, bem como para fretamento e turismo.

A maior rede de concessionários de caminhões e ônibus do Brasil

É da Mercedes-Benz a maior rede de concessionários de caminhões e ônibus do Brasil. Atualmente, são 182 concessionários e 180 oficinas dedicadas, totalizando 362 pontos de atendimento em todos os estados do território nacional. Dentro desta rede destacam-se 28 concessionários Center Bus, com atendimento, serviços e estrutura totalmente focados em clientes de ônibus e localizados em praças estratégicas desse segmento.

Mercedes-Benz do Brasil

sábado, 26 de setembro de 2026

GRUPO ÁGUIA BRANCA TRIPLICA VOLUME DE NEGÓCIOS EM SETE ANOS E CONSOLIDA ATUAÇÃO NO SUL DO PAÍS

Companhia, que completou 80 anos em 2026, passou de R$ 5,9 bilhões para R$ 19,4 bilhões em volume de negócios e mantém operações nas áreas de transporte de passageiros, logística e comércio de veículos no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul

Divisão Logística: VIX e Autoport combinam capilaridade, inteligência logística e excelência operacional para atender toda a jornada da cadeia de suprimentos para
 os mais diversos setores da economia

Com 80 anos de trajetória, o Grupo Águia Branca combina expansão dos negócios, diversificação e uma estrutura de gestão voltada ao crescimento de longo prazo. Entre 2018 e 2025, a companhia ampliou seu volume de negócios de R$ 5,9 bilhões para R$ 19,4 bilhões, crescimento superior a 220%, consolidando-se entre os maiores grupos empresariais do país, com operações organizadas em três grandes Divisões de Negócios: Passageiros, Logística e Comércio de Veículos.

O avanço foi acompanhado por resultados operacionais expressivos. Em 2025, o Grupo comercializou 68.856 veículos, 3.354 deles no Sul, transportou 7,8 milhões de passageiros e percorreu mais de 695 milhões de quilômetros em suas operações. Atualmente, reúne mais de 21 mil colaboradores e mantém presença em diferentes regiões do país. No Sul, está presente nas três frentes de atuação: no transporte de passageiros, com a Viação Águia Branca; na logística, com a Servicarga e a Autoport; e no comércio de veículos, por meio da Savana. Ao todo, 6,12% dos colaboradores do Grupo estão na região.

Divisão Comércio: unidade da Savana, concessionária Mercedes-Benz

Para Decio Chieppe, vice-presidente de Inovação e Finanças do Grupo Águia Branca, o crescimento dos negócios foi sustentado por uma combinação de diversificação, disciplina de gestão, fortalecimento contínuo da governança corporativa e inovação. “A governança corporativa trouxe mais clareza aos processos decisórios, fortaleceu a gestão de riscos e criou bases sólidas para que pudéssemos expandir os negócios mantendo disciplina e visão de longo prazo”, afirma.

O processo de profissionalização teve início ainda na década de 1990 e foi sendo aprimorado ao longo dos anos com a criação de conselhos, definição clara dos papéis entre acionistas, familiares e executivos, além da incorporação de profissionais de mercado em posições estratégicas.

Hoje, a maior parte da liderança é formada por executivos que não pertencem à família fundadora. O modelo busca preservar a cultura e os valores construídos ao longo de oito décadas, ao mesmo tempo em que incorpora novas competências e experiências para enfrentar os desafios de um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico.

Divisão Passageiros: Viação Águia Branca é a "empresa mãe" do Grupo, que iniciou o conglomerado em 1946

A sucessão familiar também é tratada como um processo contínuo de desenvolvimento. Atualmente, 16 integrantes da família Chieppe participam diretamente da gestão dos negócios, sendo nove representantes da segunda geração e sete da terceira geração.

“O crescimento sustentável exige planejamento não apenas para os negócios, mas também para as lideranças que irão conduzi-los no futuro. Por isso, trabalhamos a sucessão de forma estruturada, preparando as novas gerações para assumir responsabilidades cada vez maiores dentro da organização”, destaca Chieppe.

A estratégia permitiu atravessar diferentes ciclos econômicos, incluindo o período da pandemia, mantendo capacidade de investimento e crescimento consistente. “Hoje, as operações atuam de forma complementar, fortalecendo a geração de valor e a sustentabilidade do negócio no longo prazo”, completa o executivo, que conclui encaixando a inovação como o quarto elemento que impulsionou o crescimento.

O Grupo Águia Branca é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil. Atua nos segmentos de transporte de passageiros, logística, mobilidade e comércio de veículos, empregando mais de 21 mil pessoas. Fazem parte do Grupo Águia Branca as empresas das seguintes Divisões de Negócios: Divisão Passageiros – Agaxtur, Águia Flex, Águia Branca Encomendas, Viação Águia Branca, Squad, Agência u.ma e We Safety; Divisão Logística – Autoport, Let´s, Servicarga, VIVA, Vix Logística e V1; Divisão Comércio – Águia Branca Corretora de Seguros, Águia Branca Seminovos, Azul Agro, godrive, Kyoto, Kurumá, Osaka, Savana, Vitória Diesel, Vitória Motors BYD, Vitória Motors Mercedes e Vitória Motors Jeep/ Ram. E além dos negócios, o Grupo também possui três empreendimentos corporativos – Reserva Ambiental Águia Branca, Eco Lodge Natureza e a AB Energias Renováveis

Grupo Águia Branca
Approach

GEELY AUTO GROUP APRESENTA O GEELY SMART CHARGING, SISTEMA DE CARREGAMENTO ULTRARRÁPIDO COM TECNOLOGIA DE IA

A tecnologia de carregamento com inteligência artificial oferece o carregamento mais rápido já alcançado pela Geely e uma solução pronta para produção

Em testes reais, os modelos da Geely Auto recarregaram de 10% a 70% em quatro minutos e 30 segundos, e de 10% a 97% em oito minutos e 40 segundos

A Geely Auto Group apresentou o Geely Smart Charging, sua nova geração de tecnologia de recarga alimentada por inteligência artificial. A solução integra a Inteligência Artificial ao gerenciamento de energia para oferecer carregamentos mais rápidos, ao mesmo tempo em que reduz o aquecimento, aumenta a segurança e melhora a saúde da bateria a longo prazo.

No centro da tecnologia está o Xingrui PowerMind, um modelo de IA dedicado à gestão inteligente de energia, desenvolvido pela Geely Auto Group em parceria com a empresa de IA StepFun. Ao coordenar o veículo, a bateria, a estação de recarga, a nuvem da Geely, a rede elétrica e o sistema de armazenamento de energia, o PowerMind permite que a recarga vá além do fornecimento convencional de energia.

A tecnologia faz sua estreia em conjunto com a quinta geração da Estação de Recarga Inteligente Geely, que entrega potência máxima de até 2.250 kW, bem como da nova geração de baterias Ultra Short Blade.

Usando IA para gerenciamento térmico e antecipação de problemas

A nova tecnologia de recarga com IA da Geely utiliza algoritmos para prever a temperatura da bateria com até 30 segundos de antecedência e ajustar dinamicamente a potência de carregamento, ao invés de reagir apenas após a elevação do nível térmico.

O sistema foi projetado para manter a temperatura média de recarga da bateria abaixo de 55 °C, ao mesmo tempo em que limita a máxima térmica a menos de 65 °C.

O sistema conta com um recurso de arrefecimento líquido de cinco pontos em todo o sistema, que gerencia a temperatura em toda a cadeia: desde a bateria de armazenamento de energia da estação, o totem de recarga, o cabo e a porta de carregamento, até a bateria do veículo.

Da recarga rápida ao cuidado inteligente com a bateria

A Geely Auto Group também está aplicando IA para solucionar uma das maiores preocupações dos consumidores em relação à recarga ultrarrápida: seu impacto na longevidade da bateria.

O Geely Smart Charging pode criar uma estratégia de recarga personalizada para cada veículo e bateria por meio do Xingrui PowerMind, ajustando o pico da corrente, a intensidade do arrefecimento e a duração do carregamento em tempo real.

Além disso, a Geely desenvolveu uma tecnologia de restauração de íons de lítio por pulsos, que utiliza correntes de micropulsos para reativar os íons de lítio acumulados nos eletrodos negativos durante recargas rápidas repetidas. Ao combinar o gerenciamento de recarga por IA com a tecnologia de restauração de baterias, a Geely consegue aumentar o ciclo de vida da bateria em 20%.

Para a recarga doméstica, a companhia desenvolveu uma estratégia de carregamento lento, projetada para reparar gradualmente a degradação causada por recargas rápidas repetidas e proteger as células ao longo do ciclo de vida da bateria.

Levando a recarga ultrarrápida além da potência bruta

A abordagem da Geely combina hardware de recarga de alta potência com um gerenciamento de energia baseado em IA que se adapta continuamente ao veículo e à bateria.

A quinta geração da Estação de Recarga Inteligente Geely suporta uma potência máxima de 2.250 kW e introduz uma função de carregamento rápido por IA que ajusta a potência ao estado da bateria em tempo real.

A bateria Shendun Golden, desenvolvida para recarga ultrarrápida e alto desempenho, suporta uma taxa máxima de carregamento de 12C (12 vezes a sua capacidade nominal por hora).

Em testes em condições reais, a bateria utilizada nos modelos Lynk & Co 10 e Zeekr 001 recarregou de 10% a 70% em quatro minutos e 30 segundos, e de 10% a 97% em oito minutos e 40 segundos, registrando o desempenho de recarga para veículos de série mais rápido da Geely até hoje.

A Geely Auto Group também apresentou a nova geração de baterias Ultra Short Blade, focada em longevidade e segurança, enquanto aprimora o desempenho de recarga. O componente utiliza uma tecnologia de soldagem a laser desenvolvida pela própria Geely para os terminais e tampas das células, reduzindo o aquecimento durante o carregamento em 10%. Sua taxa máxima de recarga passa a ser de 6C (seis vezes a sua capacidade nominal por hora), reduzindo a velocidade máxima de recarga para dez minutos.

Geely Brasil
Loures Consultoria

BMW IX3 ELÉTRICO OFERECE A MAIOR AUTONOMIA DO PAÍS COM ATÉ 570 KM (PBEV)

Primeiro modelo da Neue Klasse desembarca no Brasil por R$ 582.950

Após uma pré-venda de grande procura e sua primeira aparição pública no Festival Interlagos, o novo BMW iX3 50 xDrive chega oficialmente às concessionárias de todo o Brasil com preço de lançamento de R$ 582.950. Mais do que a evolução de um utilitário esportivo elétrico, o modelo representa o marco inicial de uma nova era de design, digitalização e eletrificação para a BMW no mercado nacional.

Desenvolvido sobre uma arquitetura criada especialmente para veículos elétricos, o BMW iX3 estreia a sexta geração da tecnologia BMW eDrive. Sua bateria de células cilíndricas possui 108,7 kWh de capacidade útil e é integrada diretamente à estrutura do chassi, garantindo até 570 km de autonomia pelo ciclo PBEV/Inmetro — a maior marca já registrada por um veículo 100% elétrico no país.

A arquitetura elétrica de 800 volts permite recargas ultrarrápidas em corrente contínua de até 400 kW, passando de 10% a 80% de carga em cerca de 21 minutos. Em estações de alta potência, 10 minutos de carregamento adicionam até 372 km de alcance.

'Heart of Joy': A inteligência do Puro Prazer de Dirigir

O controle da dinâmica de condução do iX3 é gerido pelo Heart of Joy, um supercomputador de alto desempenho responsável por integrar a atuação dos motores, freios, direção e regeneração de energia com processamento de dados dez vezes mais rápido. Trabalhando em conjunto com o software BMW Dynamic Performance Control, o sistema proporciona respostas diretas, tração eficiente e a função Soft Stop, que garante paradas extremamente suaves. No uso diário, até 98% das frenagens ocorrem exclusivamente por recuperação de energia, sem acionamento dos freios mecânicos.

Novo conceito de interior e BMW Panoramic iDrive

A cabine do novo BMW iX3 redefine a interação entre motorista e tecnologia. O BMW Panoramic iDrive tem como grande destaque o BMW Panoramic Vision, tela contínua de 43” que projeta dados na base do para-brisa de uma coluna à outra. O ecossistema digital é composto ainda pelo BMW 3D Head-Up Display, pela tela Central Display de 17,9” com tecnologia QuickSelect, além do novo volante multifuncional com respostas táteis.

Gerido pelo BMW Operating System X, o veículo se transforma em uma plataforma de entretenimento sobre rodas, oferecendo integração com aplicativos como Spotify e AirConsole, além de acesso a serviços de streaming como Disney+ e YouTube e ao app Zoom para videochamadas quando o carro estiver estacionado.

Design marcante, espaço e sustentabilidade circular

Com 4,78 metros de comprimento e um coeficiente de arrasto aerodinâmico de apenas 0,24 (Cx), o BMW iX3 reinterpreta proporções clássicas dos SAVs da marca com linhas limpas, grade vertical e iluminação estilizada BMW Iconic Glow. O interior oferece espaço amplo para cinco ocupantes, porta-malas de 520 litros (expansível a 1.750 litros com os bancos traseiros reclinados) e um compartimento adicional sob o capô (frunk) de 58 litros.

Produzido na nova fábrica do BMW Group em Debrecen, na Hungria, o novo BMW iX3 possui uma pegada de carbono 34% menor em todo o seu ciclo de vida em comparação ao seu antecessor. Cerca de um terço de seus materiais vem de fontes recicladas ou secundárias, utilizando plásticos na área do motor retirados de resíduos marítimos e fios de PET reciclado nos estofamentos e tapetes.

BMW Group Brasil
JeffreyGroup

FIAT FIORINO CONQUISTA O SELO MAIOR VALOR DE REVENDA 2026

Premiação reconhece veículos com menor índice de depreciação

Pela nona vez, Fiat Fiorino é reconhecido na premiação

Reforçando seu protagonismo e compromisso com o segmento dos veículos comerciais, a Fiat conquista duas importantes vitórias no Selo Maior Valor de Revenda 2026, premiação promovida pela Agência AutoInforme. O Fiorino voltou a ser destaque, pela nona vez, na categoria "Furgoneta de Carga", enquanto o e-Scudo também foi reconhecido em seu segmento.

Referência no mercado nacional de veículos comerciais leves, o Fiat Fiorino acumula mais de dez anos de liderança no segmento e se destaca pela robustez, versatilidade e confiabilidade, características que o tornaram parceiro de milhares de empreendedores e frotistas em todo o país.

Em sua linha atual, o Fiorino segue oferecendo funcionalidade, economia e segurança para o trabalho diário. Equipado com motor 1.3 flex de até 107 cv de potência e 134 Nm de torque com etanol, o modelo alia desempenho e eficiência, além de contar com direção elétrica, monitoramento de pressão dos pneus (iTPMS) e sensor de temperatura externa. O utilitário dispõe ainda de capacidade de carga de até 650 kg, volume de 3,3 m³, portas traseiras com abertura de até 180 graus e um interior projetado para proporcionar mais ergonomia e praticidade.

A certificação

O Selo Maior Valor de Revenda é uma certificação concedida pela Agência AutoInforme que reconhece e premia os veículos que apresentam os menores índices de depreciação ao longo do tempo. O prêmio tem como objetivo orientar os consumidores na escolha de modelos que representem um investimento mais seguro, racional e com melhor valor de revenda no mercado.

Fiat
Stellantis

MERCEDES-BENZ SPRINTER CONQUISTA O SELO MAIOR VALOR DE REVENDA 2026 EM TRÊS CATEGORIAS

Sprinter Truck 417, Sprinter Furgão 417 e Sprinter Truck 517 são destaques na principal certificação de valorização de veículos comerciais do Brasil

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil conquista o Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2026, certificação promovida pela Agência Autoinforme que reconhece os modelos com menor índice de desvalorização após três anos de uso. Nesta 12ª edição do estudo, a marca ficou em primeiro lugar nas categorias camioneta de carga, furgão de carga e caminhão semileve com os veículos Sprinter Truck 417, Sprinter Furgão 417 e Sprinter Truck 517, que obtiveram, respectivamente, uma desvalorização de 5,7%, 9,7% e 10,3%, depois de três anos de uso. Além disso, a Sprinter Truck 417 e 517 também foram eleitas Campeões Gerais dos agrupamentos Utilitários de Carga e Caminhões.

e/d: Alessandra Gomes de Souza, Head de Marketing e Comunicação Corporativa;
e 
Aline Rapassi, Head de Vendas Vans da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil; e as conquistas da Sprinter no  Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2026

"Receber o Selo Maior Valor de Revenda com três versões da Sprinter é um reconhecimento muito importante para a Mercedes-Benz. Mais do que uma conquista para a marca, esse resultado comprova aos nossos clientes que investir em uma Sprinter também significa contar com um veículo que preserva seu valor ao longo do tempo. Esse é um reflexo direto da qualidade dos nossos produtos, da confiabilidade da marca e do nosso compromisso permanente com a excelência", afirma Aline Rapassi, Head de Vendas Vans da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil.

Realizado há mais de uma década, o Selo Maior Valor de Revenda é uma das mais relevantes certificações do mercado automotivo brasileiro, pois avalia a capacidade dos veículos de preservarem seu valor ao longo do tempo. O reconhecimento considera o índice de desvalorização dos veículos após três anos de uso, um fator decisivo para clientes e gestores de frota que buscam eficiência operacional, previsibilidade financeira e menor custo total de operação.

Referência no segmento de veículos comerciais leves, a linha Sprinter se destaca pela combinação de tecnologia, segurança, robustez, versatilidade e ampla oferta de configurações para atender às necessidades dos mais diversos negócios. Seja no transporte de cargas, passageiros ou em aplicações especiais, a Sprinter oferece soluções sob medida, contribuindo para a produtividade dos clientes e reforçando sua posição como parceira estratégica para empresas de diferentes portes e setores.

A conquista reforça a relevância da marca no mercado brasileiro e evidencia um dos principais atributos valorizados pelos clientes, que é a capacidade de manter elevados índices de valorização no mercado de seminovos. Além de representar maior segurança na decisão de compra, o reconhecimento contribui para aumentar a rentabilidade de empresas e profissionais que dependem de seus veículos para gerar negócios.

Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil

RENTAL MOBILITY 2026: LOCADORAS GANHAM PESO NA NEGOCIAÇÃO COM MONTADORAS DIANTE DO AVANÇO CHINÊS

As locadoras já respondem por um quarto de todo o mercado automotivo brasileiro e por metade das vendas diretas do setor, volume que as transformou no principal elo de negociação entre montadoras e consumidor final num momento de avanço acelerado das marcas chinesas e de pressão inédita sobre preço e valor residual dos veículos

O diagnóstico foi apresentado na última quarta-feira (23) durante o Rental Mobility 2026, quinta edição do evento do setor de locação de veículos promovido pelo Sindicato das Empresas Locadoras de Veículos Automotores de São Paulo (SINDLOC-SP) na capital paulista, reunindo executivos do segmento de aluguel de frotas. A análise, conduzida pela consultoria K.LUME, especializada em inteligência de mercado automotivo, descreveu as locadoras como o verdadeiro centro de gravidade da cadeia — conectando montadoras, usuários finais e o mercado de seminovos ao longo de todo o ciclo de propriedade do veículo, da aquisição à desmobilização. Por rodarem quilometragens muito superiores às de um consumidor pessoa física, essas empresas identificam falhas técnicas de forma antecipada e em escala, informação que a consultoria descreve como moeda de troca ainda pouco explorada junto às fabricantes, tanto na precificação de lotes quanto na regulação do valor residual da frota colocada no mercado de usados.

É exatamente esse poder de negociação, segundo a K.LUME, que expõe as locadoras aos riscos da atual guerra de preços iniciada há cerca de quatro meses no Brasil por uma das principais fabricantes chinesas, seguindo movimento já adotado por outra grande marca do país. Das 112 marcas chinesas hoje registradas globalmente, apenas doze concentram 80% do volume de vendas — um cenário de forte concentração que a consultoria associa a um processo de consolidação acelerada, com risco direto sobre o valor residual das marcas de menor porte hoje presentes em frotas de locação. Se uma dessas marcas deixar o mercado, alertou a K.LUME, o impacto recai primeiro sobre quem apostou nela em escala.

Esse risco ganha contornos mais concretos quando se observa o perfil da frota chinesa em circulação no país: idade média de apenas 3,34 anos, ainda distante do segundo ciclo de vida útil, período em que bateria, disponibilidade de peças e qualidade do pós-venda serão testadas fora da garantia — variável que pesa diretamente sobre o planejamento de desmobilização das locadoras. A esse fator soma-se a crescente dependência do software embarcado como definidor de valor: veículos que deixam de receber atualizações tendem a perder recursos e apelo comercial mais rápido do que a mecânica sugere, o que passa a exigir das locadoras avaliação técnica sobre a capacidade de atualização de cada modelo antes da compra, e não apenas sobre motor, suspensão ou lataria. A eletrificação reforça esse quadro de transição acelerada: os veículos eletrificados somaram 280 mil unidades identificadas entre janeiro e junho de 2026, mais do que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior, com projeção de superar 400 mil unidades ao final do exercício. Para a K.LUME, esse crescimento figura entre as poucas certezas estruturais do setor para o planejamento de frotas, ainda que a velocidade da transição e o nível de nacionalização da produção permaneçam como as principais incógnitas do horizonte 2026-2032.

Depreciação real de veículos supera em até vinte vezes os índices de tabelas tradicionais

A depreciação efetiva de veículos no mercado brasileiro tem superado significativamente os índices apontados por tabelas de referência tradicionais do setor. Levantamento apresentado por J. R. Caporal, CEO da Mega Dealer e presidente da Auto Avaliar, e Bruno Leite Ferreira, diretor comercial de atacado da empresa, mostra que a queda média de preço ao consumidor nos últimos doze meses chegou a 10,2%, mais do que o dobro da variação média de 4,0% registrada pelas tabelas de referência no mesmo período — e, em casos específicos, a diferença entre o preço real de mercado e a referência tabelada chegou a superar vinte vezes.

Para empresas que gerenciam frotas, a defasagem pode significar perda direta de receita, já que o preço de hoje tende a ser sempre melhor do que o preço de amanhã. Os executivos também apresentaram um conceito batizado de "risco de capital", que resulta da combinação entre a pressão de preço exercida por novos lançamentos, os descontos praticados em veículos zero-quilômetro e o tempo em que um veículo usado permanece parado no estoque sem ser vendido. Segundo eles, esperar por uma proposta melhor tem custo mensurável: um exemplo apresentado na palestra mostrou que, em apenas trinta dias, a combinação entre depreciação e custo financeiro pode consumir mais de R$ 3.600 do valor de um veículo popular, o equivalente a cerca de R$ 900 por semana parado. Para conter esse risco, os palestrantes defenderam quatro frentes de atuação: comprar de forma criteriosa, acompanhar a depreciação de maneira contínua, priorizar o giro do estoque acima da margem obtida em cada venda isolada e reiniciar o ciclo com ativos bem posicionados no mercado.

Outra mudança com impacto direto sobre o caixa das empresas do setor é a reforma tributária. Com a adoção do split payment — mecanismo pelo qual o valor do imposto é automaticamente separado e recolhido no momento do pagamento, em vez de ser apurado e pago pela empresa em etapa posterior —, o recolhimento de tributos passará a ocorrer no ato da transação, e não mais em prazos que hoje chegam a meses, tornando obrigatória a separação clara entre preço da mercadoria e carga tributária nas operações. O modelo já é consolidado em países europeus com IVA, onde o imposto funciona como valor não negociável, embutido no preço final desde a origem. Segundo os palestrantes, o efeito tende a ser mais sensível para empresas menos capitalizadas e para locadoras que adquiriram veículos sob o regime tributário anterior e realizarão a venda já sob as novas regras, cenário que exige acompanhamento próximo de especialistas tributários.

As discussões, promovidas na palestra Gestão Estratégica de Estoque, no âmbito do Rental Mobility, reforçam o papel do evento como espaço de qualificação técnica para o setor de locação de veículos, que reúne cerca de um milhão de veículos em circulação e R$ 104 bilhões em frota em uso no país, mais de 3,9 mil locadoras associadas, faturamento de R$ 17,6 bilhões, mais de 27,7 milhões de usuários e mais de 30 mil empregos diretos, segundo dados institucionais do Sindicato das Empresas Locadoras de Veículos Automotores do Estado de São Paulo (SINDLOC-SP). A Auto Avaliar, responsável pelo levantamento apresentado, atua com seis mil concessionárias e 85% de participação de mercado no segmento, processando mais de R$ 12,8 bilhões em transações por ano.

Rental Mobility 2026 debateu onde está o lucro na locação de veículos

A programação técnica do evento foi aberta com a palestra "A Rentabilidade da Locação: o Lucro Está no Aluguel ou na Gestão do Ativo?", apresentada por Juan Marco, fundador da Locpriced e especialista em precificação para locadoras. O palestrante defendeu que o preço da locação não pode ser definido por percentuais arbitrários sobre o valor do veículo, tampouco por comparação direta com a concorrência, e deve refletir a estrutura de custos e o posicionamento de cada operação.

Com apoio em um caso real de duas locadoras que praticaram o mesmo preço para o mesmo veículo e cliente — uma com resultado positivo de R$ 5.900 e outra com prejuízo de R$ 5.300 no mesmo contrato —, Juan Marco ilustrou como diferenças em taxas de financiamento, deságio na revenda e estrutura administrativa determinam a rentabilidade final, ainda que o preço cobrado seja idêntico. Segundo o especialista, a formação de preço no setor envolve entre 20 e 60 variáveis, com depreciação e estrutura de financiamento concentrando a maior parcela do impacto sobre o resultado.

A palestra também abordou os riscos da projeção incorreta do valor residual dos veículos na desmobilização da frota, apontada como a principal causa de erosão de margem no setor, e a necessidade de capital de giro como fator frequentemente negligenciado pelas locadoras — o que, segundo o palestrante, já levou empresas de grande porte a cortar pessoal por falta de caixa.

Juan Marco também tratou dos efeitos da reforma tributária sobre a precificação, com a mudança da lógica de tarifa fechada para valor com tributos destacados em nota a partir de janeiro de 2027, e apresentou a metodologia PDCA como ferramenta de melhoria contínua da rentabilidade. A palestra integrou a programação do Rental Mobility 2026, evento do setor de locação de veículos que conta com o apoio institucional do SINDLOC-SP, entidade que representa mais de 3,9 mil locadoras associadas e uma frota superior a 1 milhão de veículos em circulação no país.

Rental Mobility 2026
Assessoria de Imprensa
Expert & Cia Comunicação Integrada
Gilberto dos Santos
gilberto.santos@expertecia.com.br

TESTES DE CAMPO DO NISSAN SMART MOBILITY EVOLUEM PARA UM SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO

Resultado é fruto de uma colaboração de cinco anos e meio entre a Nissan e a cidade de Namie

A Nissan anunciou a conclusão do programa de testes de campo Namie Smart Mobility, um marco importante para o serviço de mobilidade sob demanda desenvolvido e testado na cidade de Namie, na província de Fukushima, no Japão, desde o ano fiscal de 2020. A partir de 1º de outubro, a prefeitura de Namie passará a operar o programa como um serviço público de transporte.

A iniciativa foi estabelecida sob o Acordo de Parceria para Mobilidade da Região de Hamadori, firmado em fevereiro de 2021, um projeto conjunto de desenvolvimento comunitário entre a Nissan e as cidades de Namie, Futaba e Minamisoma. Desde então, a Nissan desenvolveu e testou o serviço como parte dos esforços para apoiar a recuperação regional após o Grande Terremoto do Leste do Japão e enfrentar os desafios de transporte da região. A partir de outubro, o serviço será operado como um programa de transporte público liderado pela cidade de Namie, com base nos resultados, conhecimentos e experiência operacional adquiridos durante o programa de testes de campo.

Programa de testes de campo na cidade de Namie

Trabalhando em estreita colaboração com os moradores locais, a Nissan aprimorou continuamente tanto o serviço quanto seu ambiente operacional para criar uma solução de mobilidade fácil de usar e acessível para a comunidade.

Principais iniciativas incluíram

  • Desenvolvimento de interfaces intuitivas e de fácil utilização com base no feedback dos usuários;
  • Lançamento do programa "SumaMobi Kids" para apoiar as necessidades de mobilidade das crianças;
  • Introdução de mini pontos de ônibus digitais para melhorar a acessibilidade local;
  • Desenvolvimento de um sistema de despacho de veículos utilizando QR codes.

Por meio dessas iniciativas, a Nissan aprimorou a experiência dos usuários ao mesmo tempo em que adquiriu conhecimentos valiosos e experiência operacional necessários para oferecer serviços de mobilidade adaptados às necessidades locais.

Evolução para um serviço de transporte público a partir de outubro de 2026

Após aprovação do conselho local de transporte público, o programa de testes de campo será encerrado no final de setembro e passará a operar como um serviço de transporte público liderado pela administração municipal de Namie a partir de 1º de outubro.

Com base nos sistemas, conhecimentos operacionais e experiência em relacionamento com a comunidade desenvolvidos durante o programa de testes, a Moplus apoiará a operação do serviço por meio de um contrato com a cidade de Namie.

Masafumi Yamada, gerente sênior da Divisão de Planejamento e Finanças da cidade de Namie, afirmou: "Atualmente, há dois serviços de transporte em operação na cidade de Namie: o serviço de táxi sob demanda, disponível exclusivamente para moradores de Namie, e o Namie Smart Mobility, disponível para todos os usuários. A partir de outubro de 2026, lançaremos uma nova versão integrada do Namie Smart Mobility que combinará esses dois serviços para consolidar recursos operacionais e melhorar a eficiência, aproveitando o conhecimento e a experiência acumulados pela Nissan por meio de suas atividades na cidade. Continuaremos desenvolvendo um transporte público confiável e ecologicamente correto para apoiar nossos objetivos de reconstrução: criar uma comunidade onde as pessoas queiram viver e se estabelecer."

A Nissan tem como objetivo criar serviços de mobilidade como parte da infraestrutura de transporte que apoia as comunidades locais e as atividades regionais. No futuro, a empresa pretende continuar promovendo programas de testes de campo envolvendo diferentes setores para atender necessidades específicas de cada região, utilizando o conhecimento e a experiência adquiridos nessas iniciativas para apoiar a implementação de serviços de mobilidade adaptados às realidades locais.

Nissan Brasil

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

FORD ABRE AS PORTAS DE SEU CENTRO TECNOLÓGICO NA BAHIA PARA A 19ª BAJA SAE BRASIL

A marca patrocina pelo 10° ano consecutivo a competição universitária realizada no Cimatec Park, em Camaçari, na Bahia

Cerca de 350 estudantes e 17 equipes participam da etapa Nordeste, desenvolvendo todas as etapas de um veículo off-road

A 19ª Competição Baja SAE Brasil – Etapa Nordeste – Powered by Ford será realizada neste final de semana no Cimatec Park, em Camaçari, na Bahia, onde está localizado o Centro de Desenvolvimento e Tecnologia da Ford. Este é o 10° ano consecutivo em que a empresa patrocina o evento, reunindo veículos off-road projetados e construídos por estudantes de engenharia de todo o país.

Cerca de 350 estudantes, distribuídos em 17 equipes, participam da etapa Nordeste, sendo responsáveis por todas as fases de desenvolvimento de um veículo off-road – da concepção à montagem.

Para o domingo (27), data da corrida final da competição, a Ford preparou uma exposição de veículos de performance e off-road, além de outras atrações para os visitantes no seu centro de engenharia – um dos nove da marca no mundo. Com mais de 1.500 profissionais, esse time hoje é responsável pelo desenvolvimento de um terço das funcionalidades presentes nos carros globais da marca, além de trabalhar na criação de futuras soluções de mobilidade. Com uma relevância estratégica e financeira, a operação gera cerca de R$ 600 milhões por ano em exportação de serviços de engenharia.

Para os universitários, além de poder colocar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, participar da competição nas instalações da Ford é uma oportunidade de ter contato direto com o ambiente real de engenharia.

Novos talentos

Na Competição Baja SAE Brasil os universitários participam de todas as fases de desenvolvimento de um veículo, da concepção e orçamento à construção e testes de desempenho na pista.

“Muitos profissionais que hoje trabalham na área deram os primeiros passos na carreira por meio do Baja SAE. Apoiar essa competição é uma forma de atrair novos talentos e mostrar a estrutura avançada que temos hoje no país”, diz Alex Machado, diretor de Desenvolvimento do Produto da Ford América do Sul.

Programação

Sábado, 26 de setembro

  • Provas dinâmicas – 12h às 14h30
  • Tração
  • Aceleração e Velocidade
  • Manobrabilidade
  • Suspensão
  • Super Prime – 15h30 às 17h: corrida eliminatória 2 a 2 no estilo chaveamento “mata-mata”

Domingo, 27 de setembro

  • Alinhamento do grid – 8h30
  • Largada do Enduro de Resistência – 9h
  • Ativações Ford – 09h às 13h
  • Fim do enduro – 13h
  • Cerimônia de Encerramento e Premiação – 14h30

Ford Motor Company

WEST CARGO AMPLIA USO DE TECNOLOGIA E REFORÇA SEGURANÇA DAS OPERAÇÕES

Mesmo com a redução dos roubos de cargas no Brasil, a segurança segue como uma preocupação constante para o Transporte Rodoviário de Cargas

Em 2025, o país registrou 8.570 ocorrências, queda de 16,7% em relação ao ano anterior, mas o prejuízo direto permaneceu próximo de R$ 900 milhões, podendo superar R$ 1 bilhão quando considerados impactos indiretos, como seguros, interrupções operacionais e investimentos em segurança. Em 2026, a tendência de redução continuou: entre janeiro e maio, foram 3.397 ocorrências, 8,71% abaixo do mesmo período do ano anterior.

Os dados mostram que a queda no número de casos não elimina a necessidade de proteção das operações. Nesse cenário, tecnologias de rastreamento, monitoramento e bloqueio vêm ganhando espaço no gerenciamento de risco das transportadoras. A estratégia passa por combinar diferentes recursos, reduzindo a dependência de uma única ferramenta e ampliando a proteção de motoristas, veículos e cargas.

É dentro dessa lógica que a West Cargo está incorporando uma nova geração de travas eletrônicas em parte de sua frota. A solução da linha CIL-LOCK reúne proteção mecânica reforçada, rastreamento e comunicação com a central de monitoramento, além de poder ser aplicada em diferentes configurações de veículos e implementos.

Segundo as especificações técnicas fornecidas à West Cargo, a nova versão amplia a resistência da estrutura e passa a utilizar comunicação 4G e localização por GNSS multiconstelação, combinando sistemas como GPS, GLONASS, GALILEO e BeiDou. A fabricante informa ainda que sua atual linha de travas utiliza conectividade 4G e rastreamento por múltiplas constelações de satélites, ampliando a disponibilidade de informações sobre localização e status do equipamento.

“A trava eletrônica acrescenta uma camada de segurança à operação, com uma estrutura física reforçada e mais um recurso de rastreamento. Trabalhamos com diferentes sistemas ao mesmo tempo para aumentas a redundância e evitar que a proteção da carga e do motorista dependam de uma única tecnologia”, afirma Luigi Rosolen, diretor da West Cargo.

A nova versão também incorpora recursos de proteção contra violação e comunicação de alertas para a central de monitoramento. A abertura pode ocorrer remotamente, por RFID ou aplicativo, enquanto cercas eletrônicas e regras específicas de liberação e bloqueio permitem adaptar o equipamento às características de cada operação.

Essa combinação permite estabelecer, por exemplo, locais autorizados para abertura e acompanhar em tempo real tentativas de violação ou movimentações fora das condições previamente estabelecidas. Dessa forma, a tecnologia deixa de atuar apenas como uma barreira física e passa também a gerar informações para a gestão de risco.

Na West Cargo, a trava atua de forma complementar aos demais recursos já instalados nos veículos, como bloqueios de roda e motor, monitoramento e rastreamento. A solução também possui compatibilidade com portas de contêineres marítimos, ampliando sua aplicação em operações ligadas ao comércio exterior.

Para a transportadora, a lógica é trabalhar com redundância: caso uma barreira seja comprometida, outros recursos permanecem ativos. A estratégia integra proteção física, rastreamento, comunicação e procedimentos operacionais, reduzindo a concentração da segurança em um único dispositivo.

“A segurança não pode ficar concentrada em um único recurso. Quanto mais tecnologias trabalham de forma complementar, maior é a capacidade de proteger a operação e oferecer mais previsibilidade para motorista, transportadora e cliente”, conclui Rosolen.

A West Cargo é uma empresa de transporte rodoviário de cargas especializada na cadeia de Comércio Exterior (Importação e Exportação), sendo seus principais diferenciais a segurança e a ampla experiência em transporte rodoviário em regime de Trânsito Aduaneiro (DTA), estando presente nos principais Aeroportos e Portos do Brasil com soluções logísticas eficientes. A West Cargo é certificada OEA, ISO 9001 e SASSMAQ, além de possuir todas as licenças da ANVISA para o transporte rodoviário de medicamentos e insumos farmacêuticos

West Cargo
Grupo Mostra de Ideias