terça-feira, 3 de novembro de 2026

CARDE MUSEU COMPLETA DOIS ANOS DE ATIVIDADES E PROMOVE SUA SEGUNDA TROCA DE PARTE DO ACERVO DE AUTOMÓVEIS CLÁSSICOS

São 10 modelos inéditos, como DeLorean DMC-12 Coupé, Efini (Mazda) RX-7 Type R - 1992, raridades que brilharam em Pebble Beach e até carro que já foi de piloto de F1

Delahaye Type 32 – 1909

São 24 meses de operação, mas, pelas conquistas, parece que é bem mais. O CARDE museu, em Campos do Jordão, nesse tempo já se transformou em um marco na história do antigomobilismo no Brasil. Nele, mais de 200 mil visitantes puderam absorver a história da República, principalmente do século XX, por meio de um fio condutor muito eficiente: os carros. No CARDE eles são elevados a uma posição de obra de arte, de design, e juntamente com outras esculturas, quadros, mobiliário e outros itens raríssimos de nossa história, estimulam a sensibilidade e as lembranças emocionais, de momentos do passado, mas que continuam vivos em nossa memória.

Sempre em movimento, para celebrar os dois anos de CARDE, o museu se prepara para um mês de aniversário cheio de novidades. A primeira delas é a de uma nova renovação de parte de seu acervo.

“É uma alegria muito grande celebrarmos os dois anos do CARDE. Pensamos desde o início em nosso público, a sua experiência, a partir de um acervo de automóveis e de obras de arte de nível mundial. Nosso acervo exposto, de 120 carros, está em constante alteração, o que dá movimento para o museu, para que nossos visitantes possam sempre encontrar novidades e ainda mais cultura. Desde aquele novembro de 2024 até aqui, cerca de um terço do museu já se modificou”, explica Luiz Goshima, diretor do CARDE e conselheiro honorário da Fundação Lia Maria Aguiar, entidade a qual o museu faz parte.

São 10 novos modelos de muita relevância que chegam ao museu, reforçando a história automotiva e arrancando suspiros de muitos amantes do antigomobilismo. Carro de filme, veículo que transportou presidente do Brasil, esportivos nacionais e outros que participaram de Pebble Beach, sendo que um deles já foi de piloto de F1. São eles:

  1) Packard Eight 343 – 1927
  2) duPont Model E Touring – 1927
  3) Delahaye Type 32 – 1909
  4) Iso Grifo – 1965
  5) Lamborghini Miura – 1967
  6) DeLorean DMC-12 Coupé – 1981
  7) Efini (Mazda) RX-7 Type R - 1992
  8) Rolls-Royce Silver Wraith LWB Limousine - 1952
  9) Brasinca Uirapuru – 1966
10) Volkswagen SP1 – 1973

A escolha por 10 novos modelos tem uma explicação: é o número mágico para comemorar cada uma das grandes realizações do museu e de seus idealizadores nesses dois anos. São elas:

  • Vitória em Pebble Beach em 2025, com o modelo Isotta Fraschini Tipo 8A SS Guida Interna Sport 1928, com o troféu “Lap of Luxury”, que reconheceu o veículo como o mais luxuoso do evento;
  • Vitória da Ferrari F50 no evento The Quail, a Motorsports Gathering, na Califórnia, como o melhor exemplar entre os 16 expostos, na comemoração dos 30 anos do modelo;
  • Lia Maria Aguiar recebe homenagens da Imprensa, entre elas a Abiauto  (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva) e da Revista Auto Esporte, que a colocou no Hall da Fama da publicação, que reconhece pessoas que fizeram a diferença na história da indústria automobilística nacional, pelo seu amor ao antigomobilismo, com a idealização e a realização do CARDE;
  • Lia Maria Aguiar no Heritage Hall of Fame, da Federação Internacional de Veículos Antigos (FIVA). É a primeira mulher brasileira a receber essa honraria global, pelo seu compromisso com a preservação do patrimônio antigomobilista;
  • Formação de duas turmas, com 28 jordanenses, da primeira Escola de Restauro do Brasil, criada pelo CARDE;
  • Realização de três leilões realizados pelo CARDE, com 116 lotes ofertados, gerando um resultado superior a R$ 57 milhões;
  • Premiação em Pebble Beach em 2026, com o modelo Isotta Fraschini Tipo 8A Cabriolet d´Orsay, de 1925;
  • O museu ultrapassa a marca de 200 mil visitantes;
  • CARDE foi convidado para discursar no World Forum for Motor Museums 2026 (Fórum Mundial para Museus de Automóveis), que esse ano ocorreu em Mulhouse, na França. A apresentação do museu brasileiro foi sobre a cenografia e a proposta diferenciada do CARDE, que une obras de arte e mobiliário, tendo o carro como fio condutor e estímulo sentimental, em uma forma eficaz de transmissão de cultura.
  • Convite para participar do desfile de abertura do GP Brasil de Fórmula 1, com três modelos que farão a abertura da etapa de Interlagos 2026. São eles: Cadillac Eldorado conversível, de 1955, Mercedes-Benz 190 SL, de 1958, e Willys Mark I, de 1967.

Detalhes de alguns dos modelos recém-chegados ao CARDE

1992 Efini (Mazda) RX-7 Type R

Considerado um dos grandes ícones da história da indústria automobilística japonesa, o Efini (Mazda) RX-7 Type R foi lançado em 1978. Produzido até 2002 e característico pela motorização Wankel, o esportivo se tornou referência em engenharia mecânica, desempenho e conforto. O exemplar em exposição pertence à terceira e última geração do RX-7, denominada FD3S, apresentada em outubro de 1991, modelo 1992. Versão JDM (Japanese Domestic Market), ou seja, veículo destinado ao mercado doméstico japonês, o carro é equipado com um motor rotativo Wankel 13B-REW, biturbo sequencial, de 1.3 litros, de 255 cavalos de potência. Possui volante à direita, câmbio manual de cinco marchas e é capaz de alcançar a velocidade máxima aproximada de 250 quilômetros por hora, indo de 0 a 100 km/h em cerca de seis segundos.

1981 DeLorean DMC-12

Ícone da cultura pop e da ficção científica, o modelo se tornou mundialmente famoso ao ser transformado em máquina do tempo na aclamada trilogia de filmes “De Volta para o Futuro”, estrelada pelos atores Michael J. Fox e Christopher Lloyd. Produzido pela DeLorean Motor Company, entre janeiro de 1981 e dezembro de 1982, em Dunmurry, na Irlanda do Norte, o DeLorean DMC-12 é tido como um dos capítulos mais emblemáticos da história da indústria automobilística. Desenhado pelo projetista italiano Giorgetto Giugiaro, responsável pela Italdesign, o exótico veículo de dois lugares chamava a atenção pela carroceria sem pintura, revestida com painéis de aço inoxidável; e pelas portas de abertura vertical, estilo “asa de gaivota”.

É equipado com um motor V6, de 2.8 litros, de 130 cavalos, traseiro, conhecido como PRV (originário da parceria entre Peugeot-Renault-Volvo). Possui câmbio automático de três velocidades e é capaz de alcançar a máxima aproximada de 180 quilômetros por hora.

1952 Rolls-Royce Silver Wraith LWB Limousine

Encomendado pela Presidência da República, o Rolls-Royce exerceu a função de transporte oficial do então presidente Getúlio Vargas, e ostenta diversos acessórios e modificações especiais: ornamento de capô mais baixo e aerodinâmico, volante à esquerda, mastros para o uso de bandeiras nos para-lamas dianteiros, plataforma reforçada nos estribos laterais e no para-choque traseiro (suporte para os seguranças), entre outros detalhes.

Substituto do Rolls-Royce Wraith, fabricado entre 1938 e 1939, o Silver Wraith foi anunciado em abril de 1946. Desenvolvido durante a 2ª Guerra Mundial, o modelo se tornaria um dos automóveis preferidos da nobreza e escolha popular entre chefes de Estado e dignitários. Assim como outros Rolls-Royce, o Silver Wraith era oferecido apenas na forma de chassis. Cabia ao comprador escolher, entre inúmeros fornecedores independentes de carrocerias, o desenho e as especificações necessárias para a finalização do veículo. Ao decorrer de sua produção, encerrada em 1958, cerca de 1.883 unidades foram construídas, das quais 639 na variante opcional de maior distância entre-eixos (LWB), alternativa muito apreciada pelos encarroçadores do período.

O Rolls-Royce Silver Wraith LWB em exposição foi feito em 1952, e é equipado com um motor de seis cilindros em linha, de 4.6 litros. Possui câmbio manual de quatro marchas e é capaz de atingir a velocidade máxima aproximada de 145 quilômetros por hora. A tradicional firma inglesa H.J. Mulliner foi a responsável pela elaboração da carroceria, uma elegante Limousine com vidro separador entre o motorista e os passageiros. Único no mundo, o exemplar em questão chegou ao Brasil em janeiro de 1953.

1927 duPont Model E Touring

Um dos participantes do Concurso de Elegância de Pebble Beach em 2025 pelo CARDE, o duPont Model E é um automóvel norte-americano de produção limitada e exclusiva. Foi fabricado somente por dois anos, entre 1927 e 1928. Equipado com um motor de seis cilindros e disponibilizado em quatro estilos distintos de carroceria, somente 83 unidades foram construídas. O modelo em exposição foi faturado para Nova Iorque, diretamente para o escritório de vendas dos irmãos Miranda (distribuidores oficiais), e exportado em seguida para a América do Sul. Um imponente Touring, capaz de acomodar cinco passageiros, foi enviado ao Brasil para servir de protótipo de testes e demonstrações, realizados pelo representante da marca no País. Chassis de número #547, é um dos poucos Model E existentes, assim como um dos duPont mais antigos do mundo.

1927 Packard 343 Eight Convertible Sedan

Comercializado originalmente para o Canadá, o automóvel em questão pertenceu ao famoso piloto e campeão mundial de Fórmula 1, Phil Hill. Ávido entusiasta e restaurador de carros clássicos, Hill conquistou, com este Packard, em 1977, o troféu “Best of Show” no renomado concurso de elegância de Pebble Beach, na Califórnia, Estados Unidos.

Apresentada em agosto de 1926 e produzida até julho de 1927, a terceira série do Packard Eight é facilmente reconhecida pelo emprego da alta tecnologia e pela qualidade dos materiais utilizados em sua concepção. Disponibilizada em duas linhas distintas, 336 e 343, as respectivas designações numéricas representavam a série anual do modelo e o tamanho de sua plataforma, de 136 ou de 143 polegadas. O exemplar em exposição corresponde ao Packard 343 Eight Convertible Sedan, feito em 1927. É equipado com um motor de oito cilindros em linha, de 6.3 litros, de 109 cavalos de potência. Construído, sob encomenda, apresenta raríssima carroceria especial elaborada por Walter M. Murphy, um dos mais importantes encarroçadores norte-americanos do período. Somente três unidades foram fabricadas nesta configuração conversível para cinco passageiros, sendo esta, a única sobrevivente.

Em 2 anos, CARDE se transformou em ecossistema de antigomobilismo

Um museu com 120 carros clássicos expostos, com um acervo de 500 modelos no total. Escola de Restauro, Arquivo Histórico, Leilões de automóveis de procedência. Em dois anos de atividades, mais do que um museu, o CARDE se transformou em um ecossistema do antigomobilismo, que promove a cultura dos automóveis clássicos, enaltecendo a qualidade e a representatividade histórica e o acesso ao público.

No meio de uma floresta preservada de araucárias na cidade de Campos do Jordão, a 170 quilômetros de São Paulo, o CARDE surge como um espaço dedicado à valorização da cultura e da história do Brasil, principalmente a do século 20, utilizando o automóvel como personagem principal. O museu traz uma forma única de contar os fatos históricos, já que muitos dos automóveis ali apresentados são muito mais que produtos para mobilidade — eles se tornaram parte da trajetória do nosso País.

Carro, Arte, Design e Educação não só emprestaram suas iniciais para formar o acrônimo CARDE, mas também são os pilares que representam o que esse museu genuinamente é. O prédio, de seis mil metros quadrados, construído em um terreno de 200 mil m² no bairro Alto da Boa Vista, a 10 minutos do centro de Campos do Jordão, conta com iluminação teatral, cenografia rica em detalhes e muita tecnologia.

Serviço

  • Abertura ao público: 28/11/2024
  • Fechado: terças e quartas-feiras
  • Ingressos: R$ 160,00 (entrada inteira) e R$ 80,00 (meia entrada)
  • Endereço: Rua Benedito Olímpio Miranda, 280, Alto da Boa Vista,
  • Campos do Jordão - SP, CEP: 12.472-610
  • Site: www.carde.org
  • E-mail: contato@carde.org
  • Instagram: @carde.museu
  • Telefone: (12) 3512-3547

CARDE Museu
Assessoria de Imprensa
Renato Acciarto
racciarto@gmail.com
Clara Heloisa Costa
claraheloisa@hotmail.com

RETENTOR DE BAIXA QUALIDADE CUSTA CARO E A CORTECO EXPLICA O PORQUÊ

Economizar na peça pode significar gastar mais no reparo com as falhas de vedação e outros danos nos componentes do carro

A Corteco, marca do Grupo Freudenberg e uma das principais fornecedoras de itens automotivos para o mercado de reposição, chama a atenção para uma prática comum no mercado de reposição: comparar retentores apenas pelo preço, sem considerar, qualidade e procedência, por exemplo. Essa atitude, aparentemente simples, pode gerar custos mais altos do que o valor da peça.

Os retentores são fundamentais para manter a lubrificação adequada dos componentes do automóvel, impedir vazamentos e garantir o funcionamento eficiente de diversos sistemas. Quando a peça não apresenta qualidade, procedência ou especificação correta, a vedação fica comprometida e o problema acaba se transformando em retrabalho, mão de obra, troca de componentes e até danos em conjuntos próximos à peça.

“É importante o cliente ter em mente que o custo real não está apenas no retentor, mas no que acontece quando a peça começa a falhar. Materiais inadequados, baixa resistência térmica ou incompatibilidade com o fluido são fatores comuns em peças de baixa qualidade. Esses fatores podem reduzir significativamente a vida útil do retentor”, explica José Neto, gerente de Produtos da Corteco.

A falsa economia de uma peça barata se desfaz diante dos gastos com sucessivas manutenções. “Por isso, o consumidor deve estar atento a quatro critérios essenciais antes da compra de um retentor: a qualidade, a aplicação correta, a procedência e o desempenho. Optar por um retentor confiável significa preservar o sistema, evitar gastos desnecessários e garantir a durabilidade do veículo”, ressalta Neto.

A Corteco lembra que, quando o assunto é vedação, a real economia está na escolha correta e não na peça mais barata.

Para obter mais informações sobre a empresa e seus produtos, basta acessar o site (www.corteco.com.br), pelo WhatsApp (11) 95033-8809 ou nos perfis oficiais da marca no Facebook e Instagram (@cortecobrasil).

A Corteco é um dos principais fornecedores de componentes para o Aftermarket Automotivo, possui fábricas e centros de distribuição em mais de 15 países diferentes e fornece mais de 26.000 produtos com qualidade OEM. Oficinas independentes confiam nas peças de reposição Corteco e, portanto, se beneficiam da qualidade original da Freudenberg. Para mais informações, clique aqui

Grupo Freudenberg - A Freudenberg é um grupo de tecnologia global que fortalece seus clientes e a sociedade de forma duradoura por meio de inovações orientadas para o futuro. Junto com os seus parceiros, clientes e institutos de pesquisa, o Grupo Freudenberg desenvolve tecnologias de ponta e excelentes produtos e serviços para mais de 40 mercados e para milhares de aplicações: selos de vedação, componentes de controle de vibração, não tecidos técnicos, filtros, tecnologias e produtos de limpeza, produtos químicos especiais, produtos médicos, baterias e células de combustível. Forte inovação, intensa orientação ao cliente, diversidade e espírito de equipe são os pilares do Grupo. A empresa com mais de 175 anos, vivencia fortemente seus valores: compromisso com a excelência, confiabilidade, proatividade e ação responsável. Em 2024, o Grupo Freudenberg empregou aproximadamente 52.100 pessoas em quase 60 países em todo o mundo e gerou vendas de aproximadamente € 11.9 bilhões. Clique aqui e visite o site

Corteco
Assessoria de Imprensa
Cíntia Bechiolli
imprensa@essenciacomunicacao.com.br

JAC CAMINHÕES ESTREIA NA FENATRAN COM O NOVO N 11.170

Principal novidade da marca no evento, caminhão leve combina motor Cummins, transmissão Eaton e amplo pacote de conforto e segurança para operações urbanas e regionais

A JAC Caminhões fará sua primeira participação na Fenatran, de 9 a 13 de novembro, com o lançamento do N 11.170. Principal novidade da marca no evento, o caminhão leve reúne versatilidade de aplicação, componentes de fornecedores reconhecidos internacionalmente e equipamentos voltados à produtividade e ao conforto do motorista.

A apresentação marca uma nova etapa da importadora, que iniciou suas atividades no Brasil em dezembro de 2025 e, com essa novidade, amplia sua família para cinco modelos: N 9.170 (9 toneladas de PBT), N 11.170 (10,5 ton), N 13.210 (13 ton), A 18.290 (18 ton) e A 25.290 (25 ton), todos com garantia de 2 anos ou 200.000 km. A rede autorizada JAC Caminhões já conta com 10 pontos de vendas e chegará a 30 até o final de 2027.

Com o N 11.170, a empresa amplia sua oferta para transportadoras, operadores logísticos e distribuidores que buscam eficiência nas operações urbanas e regionais. O modelo terá peso bruto total homologado de 10,5 toneladas e capacidade de carga útil legal de 7 toneladas.

O conjunto mecânico associa motor Cummins de 170 cv e 600 Nm, adequado ao Proconve P8, à transmissão manual da Eaton. O chassi com longarinas planas e diferentes opções de entre eixos facilita a instalação de carrocerias para diversas aplicações.

A cabine avançada oferece ar-condicionado, vidros, espelhos e travas elétricas, além de banco do motorista com suspensão pneumática, regulagem de altura e apoio de braço. O painel com computador de bordo permite acompanhar as principais informações de funcionamento do veículo.

Na segurança, o N 11.170 reúne freios a ar com ABS, distribuição eletrônica da força de frenagem, controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampas. Entre os opcionais estão airbags para motorista e acompanhante, central multimídia, câmeras de manobras e sensores de estacionamento.

As especificações completas e as condições de comercialização do novo N 11.170 serão apresentadas durante a Fenatran.

JAC Caminhões
Assessoria de Imprensa
Edu Pincigher
eduardopincigher@hotmail.com

VIAÇÃO GATO PRETO, DE SÃO PAULO, ADQUIRE 20 ÔNIBUS ELÉTRICOS VOLVO

Volvo BZRLE

Com quase um século de história no sistema de transporte da maior metrópole do país, Gato Preto escolhe o Volvo BZRLE em seu novo ciclo de renovação de frota. Relação de longo prazo e confiança no pós-venda foram determinantes para a seleção do modelo piso baixo elétrico da marca.

A Gato Preto atua nas áreas noroeste e sudoeste do sistema de transporte público municipal de São Paulo. A empresa abriu as portas em 1927 e tem um histórico sólido de aquisições junto à Volvo. Os veículos da marca representam cerca de um terço de uma frota total de 370 ônibus.

“A escolha pelo nosso modelo elétrico é resultado da experiência consolidada de muitos anos com nossos chassis a diesel e da confiança construída nesta relação de longo prazo”, destaca Ricardo Seixas, diretor comercial de ônibus da Volvo.

Ricardo Seixas

Confiança

Em sua larga experiência com a Volvo, a Gato Preto destaca o desempenho dos veículos, a eficiência energética e a durabilidade dos componentes, o que gera menos manutenção. A qualidade do pós-venda é sempre determinante na preferência pela marca. “A assistência técnica é imbatível. São rápidos no retorno quando precisamos. Estão sempre atentos para solucionar os problemas”, afirma Lúcio Flávio de Souza, assessor técnico de manutenção da Gato Preto.

A empresa espera para os modelos elétricos o mesmo padrão de atendimento que sempre teve com os veículos a diesel. “Nosso compromisso com qualidade e assistência técnica ganha ainda mais relevância na era da eletrificação. A Gato Preto conhece muito bem nossos produtos e confia na marca para dar esse passo importante conosco”, diz Humberto Costa, gerente regional de vendas de ônibus da Volvo. Os novos ônibus terão suporte da NORS, concessionária que representa a marca em São Paulo e fechou o negócio com o operador.

Ganhos ambientais e operacionais

O modelo Volvo BZRLE traz ganhos ambientais e operacionais significativos. Totalmente elétrico, associa zero emissão de CO₂, baixo ruído e mais conforto, com menor custo operacional e de manutenção.

A versão adquirida pela Gato Preto tem tração 4x2 e receberá carroceria Caio eMillenium de 13,5 metros, com capacidade para 82 passageiros. Conta com dois motores elétricos, que totalizam 400 kW, equivalentes a 540 cv. O chassi tem quatro baterias de íons de lítio de 90 kWh cada, o que garante uma autonomia de até 250 quilômetros. Com tomada CCS2, o veículo aceita recarga de até 250 kW. Nessa potência, as baterias são recarregadas em pouco mais de uma hora.

Transmissão Volvo

O BZRLE tem outro diferencial técnico importante: “é o único modelo do mercado com caixa de câmbio que a própria montadora produz”, revela Humberto Costa. A Volvo usa sua exclusiva transmissão automatizada I-Shift de duas velocidades, em conjunto com os motores elétricos. Essa combinação permite até 35% de regeneração energética durante as frenagens, eleva o aproveitamento da operação e aumenta a eficiência energética.

Mesmo sendo um veículo altamente avançado do ponto de vista tecnológico, o chassi elétrico Volvo foi desenvolvido sobre uma plataforma amplamente conhecida. “Ao compartilhar a mesma base dos veículos a diesel, facilitamos a manutenção, reduzimos a curva de aprendizado das equipes e aumentamos a confiança dos operadores na transição para a eletromobilidade”, afirma Seixas.

Qualidade reconhecida

A Gato Preto tem um sistema de gestão integrado, com certificação ISO 9001 (gestão da qualidade), ISO 14001 (gestão ambiental) e ISO 39001 (gestão da segurança viária), o que lhe confere reconhecimento internacional de qualidade.

Além da aquisição de ônibus elétricos, como determina a atual legislação municipal de São Paulo, há anos a empresa tem como política o compromisso com a preservação do meio ambiente. Um dos destaques é o sistema de captação de chuvas, com reaproveitamento da água para lavagem dos ônibus, e os painéis fotovoltaicos para geração de energia limpa em suas unidades.

A SPTrans, empresa municipal responsável pela gestão do sistema de transporte público de São Paulo, classifica a Gato Preto entre as operadoras com melhor desempenho na cidade.

Grupo Volvo América Latina

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

MERCEDES-BENZ OF 1619 É DESTAQUE PELA ROBUSTEZ E RESISTÊNCIA NO FRETAMENTO EM VIAS FORA DE ESTRADA

Novo veículo pode ser utilizado em todas as regiões do Brasil, nos trajetos que circulam por rodovias e caminhos fora de estrada, devido aos maiores ângulos de entrada e saída da carroceria e maior altura livre do solo

O chassi de ônibus Mercedes-Benz OF 1619, indicado para transporte e fretamento urbano, dá uma nova mostra de sua versatilidade de aplicação. Numa solução criada em parceria com a encarroçadora Marcopolo, ele foi customizado para o fretamento de funcionários em trajetos que circulam tanto por rodovias como por vias fora de estrada.

Essa novidade – modelo Ideale 800 Agro Tech Bus – foi apresentada a clientes, em setembro, num evento em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, estado com grande potencial desse veículo em setores como celulose, mineração e cana-de-açúcar. Agora em outubro, é a vez de clientes da cidade de Dourados (MS), numa parceria com o concessionário Enzo Caminhões.

“Assim como é ideal para as operadoras do Mato Grosso do Sul, esse novo ônibus, montado sobre o nosso chassi OF 1619, pode ser utilizado, com a mesma eficiência e rentabilidade, em todas as regiões do País, em trajetos que circulam por rodovias e caminhos fora de estrada na mesma operação, como também acontece no agronegócio, usinas, frigoríficos e áreas industriais afastadas das áreas urbanas”, diz Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. 

Walter Barbosa

“Como todo chassi de ônibus da nossa marca, o OF 1619 oferece força, robustez e resistência também vias não pavimentadas, caracterizadas por terra, lama, areia, pedras e terrenos irregulares, assegurando conforto e segurança em todas as circunstâncias, nas rodovias ou fora delas”, destaca Barbosa.

A customização do OF 1619 deixou o veículo 100 milímetros mais alto, o equivalente a dez centímetros adicionais em relação à configuração convencional. O ônibus também recebeu eixo com bloqueio do diferencial, pneus lameiros e proteções no catalisador e motor. Conforme a carroçaria, pode receber de 39 a 43 assentos para passageiros.

“Com a carroceria e posto do motorista mais alto em 100 milímetros, o eixo traseiro com bloqueio automático e o pneu misto na dianteira e traseira, o ônibus consegue circular em vias nas quais outros veículos não conseguiriam operar”, informa Walter Barbosa.

OF 1619: versatilidade, segurança e robustez para linhas urbanas e de fretamento

Com um PBT (Peso Bruto Total) de 16 toneladas, o OF 1619 é equipado com o motor OM 924 LA de 4 cilindros, 185 cv de potência a 2.200 rpm e 700 Nm de torque entre 1.200 e 1.600 rpm. Esse veículo possui caixa de câmbio exclusiva da Mercedes-Benz (MB G-71 de 6 marchas) e variações de comprimento que possibilitam aplicações para linhas urbanas e de fretamento urbano e rural, com carroçarias de até 11,3 metros.

“Os chassis de ônibus Mercedes-Benz entregam força, robustez, durabilidade, segurança e conforto para motoristas e passageiros, além de excelente custo operacional para as empresas operadoras, contribuindo para a rentabilidade desejada”, afirma Walter Barbosa. “Nossos veículos atendem à norma Proconve P8, equivalente ao Euro 6, trazendo uma acentuada redução de emissões de poluentes, contribuindo assim para a qualidade do ar e a proteção ambiental”.

Mercedes-Benz Caminhões & Ônibus

SUCESSO HÁ 46 ANOS, FIAT FIORINO É O VEÍCULO MAIS LONGEVO ATUALMENTE NO BRASIL

Modelo é líder de vendas do segmento há mais de 20 anos

Um ícone do mercado pode ser reconhecido pelos momentos marcantes que compõe sua trajetória e disso, o Fiat Fiorino está repleto. Com 46 anos de mercado no Brasil, o Fiorino detém o posto de veículo mais longevo ainda em produção no cenário nacional. Líder de vendas em seu segmento desde 2003, contabilizando mais de 22 anos de liderança, o furgão se destaca entre os utilitários, desde sua primeira versão, ao entregar a combinação que o consumidor deste segmento busca: versatilidade, robustez e excelente custo-benefício.

Desenvolvido para revolucionar o dia a dia do consumidor com robustez, agilidade e versatilidade no transporte de cargas leves, o Fiat Fiorino chegou ao mercado em 1980 como Fiorino 147. Baseado no icônico Fiat 147, primeiro veículo produzido pela Fiat no Brasil, o modelo rapidamente chamou atenção do público por ser o primeiro ao oferecer um espaço de carga com ampla capacidade, na base de um veículo de passeio, resultando em minimização de custos e melhora na viabilidade de manutenção, conceitos até hoje válidos para um segmento que valoriza menor custo de operação.

O design inicial do Fiorino 147 contava com o compartimento de carga todo fechado, em uma base alongada que media 3,78 metros. Pensando em otimizar a capacidade volumétrica de carga, a Fiat já disponibilizava o modelo com duas opções de combustível: motores de 61 cv de potência e 9,9 kgfm de torque quando abastecido com gasolina, e 62 cv e 11,5 kgfm com etanol.

Já com a frente Europa, em 1982, três novas versões do modelo passaram a ser ofertadas: a Settegiorni, com capacidade para transporte de passageiros e com bancos rebatíveis; a Vetrato, sem bancos traseiros e com vidros que deixavam o compartimento de carga à mostra, e a Combinato, que contava com bancos laterais traseiros para transportar mais pessoas. Sempre apresentando muito dos conceitos que são aplicados até hoje em diversos produtos deste segmento, todas as versões do Fiorino já contavam com um bagageiro instalado sobre a cabine para aumentar a capacidade de carga e melhorar a aerodinâmica do modelo.

Anos depois, em 1988, o Fiorino 147 se despedia do mercado, dando lugar ao Fiorino Furgão, baseado no consagrado Fiat Uno. Com a chegada do sucessor, o Fiorino comprovou ser um veículo além de seu tempo e logo caiu no gosto dos consumidores. A geração de 1988 apresentava um design moderno para a época, maior capacidade de carga, melhor desempenho e economia, além de contar com um baú de carga que comportava até 2.700 litros e 540 kg. Ao longo das décadas de 1990 e 2000, a Fiat foi aprimorando o Fiorino Furgão à medida que escutava e entendia as necessidades do consumidor.

Utilizando a plataforma do Novo Uno, a Fiat apresentou, em 2014, a terceira e atual geração do Fiorino. Conservando sua essência prática e eficiente, a nova configuração resultou em um modelo maior, com mais capacidade para transporte de carga, agora com 650 kg, e mais versatilidade no dia a dia urbano, graças ao icônico motor 1.4 EVO flex, que passou a equipar o modelo.

Em sua linha atual, o furgão se mantém extremamente competitivo. Com capacidade de carga até 650 kg e 3,3 m³ de volume, o modelo conta com portas com abertura de até 180º, que facilitam o carregamento e controle de estabilidade, alerta de frenagem de emergência e assistente de rampa, além do sensor de monitoramento da pressão dos pneus, que auxiliam num transporte mais seguro e versátil.

Com a adoção do motor 1.3 flex, que entrega até 107 cv de potência e 134 Nm de torque com etanol, o modelo passou a contar com um ganho de 31 cv e 11,67% a mais de torque. Além do desempenho superior, a eficiência energética também evoluiu: no ciclo urbano, o consumo chega a 12,4 km/l com gasolina, enquanto no ciclo rodoviário alcança 13,6 km/l, também com gasolina.

O Fiat Fiorino passou a contar, também, com direção elétrica, sensor de temperatura externa e sensor de monitoramento da pressão dos pneus, reforçando o olhar vanguardista e inovador da Fiat ao oferecer soluções que dialogam com as necessidades diárias do consumidor.

O sucesso de sua trajetória também reflete nas diversas premiações em que o Fiorino foi reconhecido ao longo de sua história. No ano passado, foi o modelo da gama Fiat que mais ganhou premiações, juntamente com a Fiat Strada.

Mais do que um veículo comercial, o Fiat Fiorino se consolidou como um verdadeiro símbolo de trabalho e empreendedorismo no Brasil. Presente na rotina de gerações de profissionais, o modelo continua evoluindo sem abrir mão de sua essência, escrevendo novos capítulos de uma história marcada por liderança, confiança e relevância no mercado nacional.

Fiat
Stellantis

domingo, 1 de novembro de 2026

MITSUBISHI SPINELLI RACING VENCE O SERTÕES SERIES SÃO PAULO COM A TRITON ULTIMATE RACING

Guiga Spinelli e Youssef Haddad conquistam a primeira colocação geral em Itatinga e encerram a temporada com vitória do protótipo desenvolvido no Brasil

A Mitsubishi Spinelli Racing encerrou sua participação no Sertões Series São Paulo no lugar mais alto do pódio. Com Guiga Spinelli ao volante e Youssef Haddad na navegação, a Triton Ultimate Racing conquistou neste domingo a vitória na classificação geral dos carros, com o tempo acumulado de 3h18min38s58. A vantagem sobre Marcos Baumgart e Kleber Cincea, segundos colocados, foi de 1min24s70.

Depois de vencer a especial de sábado e abrir 3min29s37 sobre os adversários, Guiga e Youssef chegaram à etapa decisiva na liderança. Neste domingo, completaram os 116,31 quilômetros cronometrados em 1h36min41s68, o segundo melhor tempo do dia, suficiente para assegurar a conquista na soma das duas etapas.

O resultado também coloca Guiga, provisoriamente, na segunda posição do campeonato Sertões Series e em terceiro no Campeonato Brasileiro de Rally Raid, conforme a apuração da equipe, ainda sujeita à confirmação oficial.

“A ideia hoje era administrar o resultado que a gente conquistou ontem, de mais de 3 minutos na frente. Se eles nos passassem, bastaria que nós os seguíssemos de perto para não permitir que descontassem a vantagem – explicou Guiga Spinelli – Estou muito feliz, principalmente pela equipe, que trabalhou muito no nosso carro. Fechamos bem o ano! Agora é começar os preparativos pra próxima temporada”.

A vitória veio em um fim de semana que exigiu atenção constante da dupla. No sábado, a combinação de curvas fechadas, diferentes tipos de piso e trechos afetados pelas chuvas tornou a disputa especialmente técnica. Mas a equipe Spinelli fechou a especial de sábado na primeira colocação, com 3min29s de vantagem.

Para domingo, o percurso foi programado no sentido inverso, renovando o desafio de navegação e pilotagem. Bastaria que Guiga e Youssef “monitorassem” a ação do principal competidor, zelando para que ele não descontasse a diferença de tempo. E assim aconteceu. A Ultimate terminou a especial de domingo na segunda colocação, apenas 2min04s atrás da dupla vencedora. Como o tempo não foi completamente descontado, Guiga e Youssef sagraram-se vencedores na Sertões Series São Paulo, com 1min25s de vantagem para o segundo colocado.

“Hoje foi um dia duro, pesado, mas conseguimos administrar a vantagem conquistada ontem e, na soma dos tempos, deu o primeiro lugar para a Ultimate”, destacou Youssef.

A conquista também recompensa o trabalho realizado pela equipe no desenvolvimento da Triton Ultimate Racing

No alto, Youssef Haddad e Guiga Spinelli, e os integrantes da Equipe Mitsubishi Spinelli Racing 

Antes da etapa paulista, o protótipo recebeu alterações na geometria da suspensão, na configuração interna dos amortecedores e na refrigeração de componentes. A equipe também modificou as dimensões e a altura da dianteira para melhorar a visibilidade do piloto.

Projetada e construída nas instalações da Spinelli Racing, em Mogi Guaçu (SP), em parceria com a Mitsubishi Motors, a Triton Ultimate Racing estreou nas competições em 2024. O projeto brasileiro utiliza chassi tubular, carroceria de fibra de carbono e Kevlar e motor V8 5.0 a gasolina, com 430 cv, associado a um câmbio sequencial de seis marchas.

Em Itatinga, o trabalho de engenharia encontrou o entrosamento de uma parceria experiente. Novamente juntos na cabine, Guiga e Youssef levaram a Mitsubishi Spinelli Racing à vitória na última prova da temporada. “O entrosamento com ele [Youssef] é sempre perfeito”, acrescentou Guiga Spinelli.

A Mitsubishi Spinelli Racing conta com os patrocinadores Lubrax, Gasolina Petrobras Podium, ArcelorMittal, W. Truffi Blindados, BTG Pactual Wealth Management e Webmotors. OMP e Dacar Motorsport completam o time de parceiros.

* Fotos: Carsten Horst | Divulgação

Mitsubishi Spinelli Racing
Assessoria de Imprensa
Edu Pincigher
eduardopincigher@hotmail.com

COPA TRUCK: BIA FIGUEIREDO FAZ HISTÓRIA, DE NOVO, E VENCE NA INAUGURAÇÃO DE CHAPECÓ

Primeira vitória feminina na categoria é a mais nova marca na carreira da piloto paulista

Nova pista, nova marca!! Com uma carreira marcada por estatísticas históricas, Bia Figueiredo voltou a colocar seu nome em destaque com a vitória obtida na corria 2 da penúltima etapa da temporada da Copa Truck. Além de entrar para a galeria dos primeiros vencedores no Autódromo Márcio Vaccaro, em Chapecó (SC), ela se tornou a primeira mulher a conquistar uma vitória no geral das corridas de caminhões. Vale lembrar, que Bia já tinha vitórias na categoria Elite e o título em 2024, também marcas históricas.

“Estou muito feliz com esse resultado. Trabalhamos muito ao longo do ano para evoluir o equipamento e conquistar uma vitória na inauguração do Autódromo de Chapecó é muito legal. Agora, posso dizer que faço parte da história desta pista e saio com o objetivo atingido”, revela a piloto do #TIMELUBRAX que terá em seu caminhão as marcas da Iveco, RedeSigaBem/Lubrax, Prometeon, LNG, Grupo Sada, Ballena, Yzy Digital, SRK, Addiante, Hipper Freios, tendo o portal Mecânica OnLine® como mídia partner.

A vitória de Bia Figueiredo veio na base da mudança de estratégia ao longo da etapa. Na corrida 1, Bia Figueiredo estava muito próximo do pódio quando se envolveu em uma disputa e caiu para a sétima colocação. Com a inversão do grid para a corrida 2, Bia partiu para o ataque, assumiu a primeira colocação e sustentou no braço a liderança mesmo com os ataques de Raphael Abbate, Paulo Salustiano e Felipe Tozzo para ver a bandeira quadriculada por primeiro e celebrar a vitória na corrida 2 após ver o companheiro de time IVECO, Leandro Totti, conquistar o título da temporada na corrida 1.

Copa Truck
JR Assessoria de Imprensa
Osires Junior
osiresjr@hotmail.com

CONCESSIONÁRIA JOHN DEERE INVESTE NO SUDOESTE DE MS

Prestes a completar 30 anos de mercado, a Áster, concessionária John Deere em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, investe na implantação de mais uma filial

Loja de 4 mil m² construída pela Áster fortalece oferta de tecnologia, soluções e pós-venda na região, agregando valor a produtores rurais

A nova loja foi inaugurada em Guia Lopes da Laguna (MS), localização estratégica para o atendimento ao Sudoeste do Mato Grosso do Sul, acompanhando a forte demanda do Agro da região por soluções tecnológicas que agreguem mais produtividade e sustentabilidade aos negócios do campo.

A filial em Guia Lopes da Laguna tem o mais novo conceito de design de lojas John Deere, reunindo modernidade, conforto e funcionalidade no atendimento a profissionais dedicados ao agronegócio nos municípios de Guia Lopes, Jardim, Bonito, Nioaque e Bodoquena.

O empreendimento possui mais de 4 mil metros quadrados de área construída e concentra, a partir de agora, o portfólio John Deere de máquinas e soluções para entregar mais eficiência, produtividade e rentabilidade a produtores rurais da região, tanto na pecuária quanto na agricultura, incluindo amplo estoque de peças a pronta-entrega, destaca a concessionária Áster. Na prática, isso significa mais presença e agilidade no pós-venda, incluindo o pronto atendimento em peças e serviços nas janelas de semeadura e colheita.

A filial, a 12ª da Áster, também será o suporte direto à conexão de máquinas agrícolas em operação na região ao Centro de Soluções Conectadas (CSC) da concessionária. Esse centro tecnológico concentra profissionais e equipamentos dedicados ao monitoramento da performance das máquinas John Deere, em tempo real, permitindo a correção de até 80% dos apontamentos de códigos de erro, remotamente – sem a necessidade de que um técnico vá até a propriedade rural, evitando tempo de máquina parada. Junto a essa agilidade, a conectividade entrega outro diferencial: a geração de dados, insumo fundamental às tomadas de decisão no campo.

“É uma loja que se destaca não apenas pelo tamanho, mas sobretudo pela entrega de valor aos produtores rurais, com um galpão de mil metros quadrados repleto de peças a pronta-entrega, junto à oficina e vários serviços. Isso significa atendimento imediato, no momento que o produtor rural mais precisa. Nosso investimento na nova filial mostra a convicção da Áster no futuro do Agro no coração do Mato Grosso do Sul, trabalhando para que a vida possa avançar”, destaca Luiz Piccinin, presidente da Áster.

A inauguração da filial em Guia Lopes foi prestigiada pela alta liderança da John Deere no Brasil. A celebração contou com a presença de produtores, lideranças de diferentes setores e imprensa. “Queremos ficar cada vez mais próximos dos produtores e a Áster se destaca no engajamento a esse propósito, com excelência. A loja de Guia Lopes da Laguna é primordial para que essa aproximação com o produtor da região se concretize. Mais que uma loja, é um ponto de apoio ao cliente John Deere e estará sempre de portas abertas para abrigar uma reunião ou para um cafezinho”, destacou o diretor de desenvolvimento de concessionárias para a América Latina, Diego Bucci, executivo com 27 anos de carreira na John Deere.

Região estratégica - Guia Lopes da Laguna ocupa posição geográfica centralizada no Sudoeste sul-mato-grossense, região de forte vocação agropecuária e com agricultura em ascensão, com o agronegócio funcionando como importante vetor de geração de riqueza, renda e oportunidades. Levantamento da Aprosoja/MS e do Sistema Famasul mostra uma crescente na cultura da soja na área, que hoje ocupa cerca de 160 mil hectares, paralelamente à robusta pecuária bovina, que impulsiona a cadeia econômica local de produção, comercialização, processamento e serviços.

O produtor rural Diogo Sabotto e a família são elos dessa cadeia. Cliente da John Deere há mais de 30 anos, o produtor atua na pecuária e na agricultura, com terras em Guia Lopes da Laguna e Maracaju. Ele lembra das muitas transformações tecnológicas no campo, e atribui a fidelidade à marca à qualidade das máquinas e equipamentos e ao atendimento pós-venda. Sabotto encara a abertura da filial como boa-nova ao setor. “É muito positivo e importante ter essa assistência direta em Guia Lopes. Até então, o mais próximo era Maracaju, a cerca de 100 quilômetros. Essa presença facilita a vida do produtor”.

O potencial de produção em Guia Lopes, Jardim, Bonito, Bodoquena e Nioaque ganha mais um incentivo com a chegada da Áster. “O fortalecimento da presença da marca John Deere na região ampliará a agregação de valor à produção rural, vai estimular investimentos e fortalecer fornecedores e serviços especializados. O setor se fortifica como um todo”, ressalta Luiz Piccinin, presidente da Áster.

Áster - Fundada em janeiro de 1997, em Campo Novo do Parecis (MT), a Áster atua em diversas regiões de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul como representante exclusiva John Deere, empresa global de tecnologia que fornece software e equipamentos para os setores agrícola, de construção e florestal. Com o firme propósito de trabalhar para que a vida possa avançar, a Áster oferece aos seus clientes soluções integradas, fortalecendo a melhor parceira no campo para o produtor rural e contribuindo para a nobre missão de alimentar o mundo. Reconhecida duas vezes como Leaders Club e sete vezes como Concessionária Classe Mundial John Deere, a Áster se orgulha em ser a primeira empresa no Brasil no segmento de máquinas agrícolas a obter certificação em ESG, concedida pela QMS Certification, certificadora de atuação global

Áster
Íntegra Comunicação

sábado, 31 de outubro de 2026

RÉPLICA OFICIAL DO CARRO DA CADILLAC FORMULA 1® TEAM CHEGA AO BRASIL

Presença no Grande Prêmio de São Paulo coincide com a estreia comercial da Cadillac no país e a pré-venda dos SUVs elétricos LYRIQ e VISTIQ

A Cadillac apresenta ao Brasil a réplica oficial do carro de corrida da Cadillac Formula 1® Team. O veículo estará em exposição no Shopping Iguatemi neste final de semana prolongado (31 a 02/11). A apresentação marca o início das atividades da Cadillac que antecedem o Grande Prêmio de São Paulo, que será realizado de 6 a 8 de novembro no Autódromo de Interlagos.

Para a Cadillac, a Fórmula 1® representa a expressão máxima de inovação, engenharia, tecnologia e trabalho em equipe. A participação da marca na categoria também faz parte da estratégia de expansão global da fabricante de veículos de luxo.

“A chegada da Cadillac ao Brasil acontece em um momento singular. Ao iniciarmos nossa presença comercial no país com uma nova geração de veículos, a Cadillac chega a Interlagos como integrante do grid da Fórmula 1®. Essa combinação cria uma oportunidade de apresentar aos consumidores locais diferentes dimensões da Cadillac: sofisticação, tecnologia e design”, explica Nancy Serapião, diretora da Cadillac para a América do Sul.

O Brasil é o primeiro mercado da região a receber a Cadillac, ampliando a presença da General Motors no país e estendendo o portfólio da companhia ao segmento de luxo. A Cadillac operará por meio de uma rede dedicada e seletiva, projetada para estabelecer um relacionamento de longo prazo com os clientes.

A ativação comercial começa com a pré-venda de dois SUVs elétricos, o LYRIQ e o VISTIQ, cujas primeiras entregas ocorrerão em breve por meio dos três Cadillac Experience Centers em São Paulo, Curitiba e Brasília.

Turnê da réplica da Cadillac Formula 1®

A réplica está percorrendo locais importantes em São Paulo, Curitiba e Brasília, as cidades onde a marca está iniciando suas operações no Brasil. Sua primeira parada é o Shopping Iguatemi, um dos destinos de compras de luxo mais importantes de São Paulo e do Brasil.

O primeiro carro da Cadillac na Fórmula 1® é o MAC-26, nome do chassi cujas iniciais representam Mario Andretti Cadillac 26. O nome presta homenagem ao lendário piloto norte-americano e campeão da temporada de 1978, que desempenhou um papel importante na criação da equipe.

Com o MAC-26, a Cadillac entrou no grid como a 11ª equipe do esporte, com Valtteri Bottas e Sergio “Checo” Pérez como seus pilotos titulares. Construída exclusivamente para exibição, a réplica oficial é uma representação visual da entrada da Cadillac na Fórmula 1®. Ela incorpora a chegada da marca ao principal palco do automobilismo mundial, refletindo a ambição ousada da Cadillac, sua reputação de alto desempenho, seu design distinto e seu alcance global.

A pintura de corrida apresenta um design em dois tons de branco e preto, com um padrão de gradiente repetido inspirado no chevron da Cadillac. O padrão foi desenvolvido para transmitir uma sensação de velocidade mesmo quando o veículo está parado.

Cadillac 
General Motors América do Sul

FÁBRICA DA VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS EM RESENDE COMPLETA 30 ANOS

Unidade chega à terceira década combinando flexibilidade, tecnologia e eficiência para acompanhar as transformações do transporte

Há três décadas, em 1º de novembro de 1996, entrou em operação o Consórcio Modular da Volkswagen Caminhões e Ônibus, modelo de produção que estabeleceu uma nova dinâmica para a fabricação de veículos comerciais. Inicialmente projetada para produzir até 40 mil veículos por ano, a unidade cresceu junto com a marca e se tornou o berço dos principais sucessos da montadora.

Com uma proposta inovadora para o mercado, a VWCO integrou seus parceiros ao processo produtivo e fez do Consórcio Modular um modelo capaz de evoluir junto às demandas de seus clientes. A importância do projeto já se anunciava antes mesmo da inauguração: pelo menos 40 cidades brasileiras demonstraram interesse em receber a nova fábrica. Resende foi escolhida a partir de critérios que incluíam localização estratégica, infraestrutura e condições para formação de mão de obra, dando início a uma nova era no Sul Fluminense.

Essa trajetória também caminhou lado a lado com o desempenho comercial da marca. Em 2003, poucos anos depois da instalação na região, a VWCO conquistou pela primeira vez a liderança do mercado brasileiro de caminhões, posição construída a partir de um portfólio que continuaria a crescer e se diversificar nas décadas seguintes. Nos anos seguintes, a operação acompanhou diferentes gerações de caminhões e ônibus e a chegada de famílias que ganharam as estradas brasileiras, como Delivery e Constellation,além do Meteor, que marcou um novo momento da marca entre os extrapesados.

Atualmente, a empresa produz mais de 250 variações de caminhões e ônibus e opera uma das linhas de montagem mais complexas e diversas da indústria automotiva, que absorveu também os elétricos da marca. A chegada do e-Delivery exigiu a incorporação de novos processos e competências e levou à criação do e-Shop, área dedicada à eletrificação. O projeto envolveu cerca de R$ 150 milhões em desenvolvimento e no complexo produtivo.

A capacidade de absorver diferentes tecnologias demonstra justamente uma característica presente desde a origem do Consórcio Modular: a flexibilidade. Concebida para a produção de caminhões e ônibus em um cenário muito diferente do atual, a operação passou a reunir veículos com diferentes configurações e tecnologias e avançou rumo a uma produção cada vez mais conectada e digital.

Nos últimos anos, digitalização, automação e robótica ganharam mais espaço na rotina de Resende. Processos passaram a ser monitorados em tempo real, sistemas ampliaram o uso de dados na tomada de decisão e novas células robotizadas foram incorporadas à produção. A transformação também chegou às pessoas, com o desenvolvimento de novas competências ligadas à programação, operação, supervisão e manutenção dos sistemas.

A sustentabilidade acompanhou esse movimento. A fábrica avançou no uso de energia renovável certificada, em iniciativas para reduzir o consumo de recursos naturais e em projetos de economia circular. Ao mesmo tempo, a eletrificação dos produtos passou a conectar ainda mais a evolução industrial de Resende à estratégia de descarbonização da companhia.

Volkswagen Caminhões e Ônibus

TECNOLOGIA ELETRA ESTARÁ EM 400 ÔNIBUS ELÉTRICOS DA NOVA FROTA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Renovação de 100% da frota municipal conta com R$ 879,4 milhões em financiamento do BNDES e prevê entrega dos veículos até 2027

A Eletra, empresa de capital 100% nacional sediada em São Bernardo do Campo (SP), é responsável pela tecnologia dos 400 ônibus elétricos previstos para o novo sistema de transporte público de São José dos Campos (SP). O projeto conta com financiamento de R$ 879,4 milhões aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a Green Energy, responsável pela aquisição dos veículos e por sua disponibilização, por meio de locação, à Urbam (Urbanizadora Municipal).

Com investimento total de R$ 1,139 bilhão, a iniciativa reúne tecnologia desenvolvida no Brasil, crédito para renovação de frota e um modelo que separa a disponibilização dos ônibus da operação das linhas. O modelo apresenta a locação como uma das alternativas para cidades que planejam eletrificar seus sistemas de transporte.

A Eletra reconhece a importância da atuação do BNDES na criação de condições para ampliar o acesso à eletromobilidade. Para a fabricante, o financiamento contribui para transformar os projetos das cidades em investimentos capazes de beneficiar os passageiros, fortalecer a indústria brasileira e reduzir os impactos ambientais dos deslocamentos urbanos.

“O papel do BNDES é fundamental para a democratização do acesso à eletromobilidade nas mais diversas cidades brasileiras. Muito mais que ônibus elétricos, trata-se de um conjunto de esforços para cidades mais sustentáveis, para a geração de emprego qualificado no Brasil e para a retomada da atratividade do transporte coletivo”, afirma a diretora-presidente da Eletra, Milena Braga Romano.

O crédito aprovado utiliza recursos do FGTS, por meio do Programa BNDES Pró-Transporte, no âmbito do Refrota e do Novo PAC. Associado à produção nacional, esse financiamento também movimenta atividades de engenharia, fabricação, desenvolvimento de sistemas, assistência técnica e manutenção no país.

A relevância da iniciativa também é destacada pelo BNDES, que aponta o projeto como o primeiro aprovado pelo banco para a renovação integral da frota de uma cidade com ônibus elétricos produzidos no país.

“Esse é o primeiro projeto aprovado pelo BNDES para renovação de 100% da frota de uma cidade com ônibus elétricos produzidos no país. Sob a coordenação do presidente Lula, a renovação do transporte público coletivo com veículos sustentáveis avança no Brasil, com impacto positivo na qualidade de vida, com veículos mais silenciosos, e no ambiente. Em 2023, foram emplacados 86 veículos. No ano passado, o número subiu para 849. Até o mês passado, a frota no país já tinha alcançado 1.388 ônibus elétricos à bateria. A estimativa é que os ônibus elétricos representem 28% do total de licenciamentos de ônibus urbanos no Brasil até 2035”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

A participação da Eletra ocorre em um momento de expansão da empresa. Segundo levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a fabricante liderou os emplacamentos de ônibus elétricos no primeiro semestre de 2026, com 224 unidades e participação de 38% no total registrado no período.

Para acompanhar o crescimento das encomendas, a companhia anunciou investimentos superiores a R$ 270 milhões em desenvolvimento tecnológico e expansão industrial. O planejamento prevê ampliar a capacidade da fábrica atual para aproximadamente 1.700 ônibus por ano em 2027 e, com uma segunda unidade, alcançar capacidade combinada próxima de 3 mil veículos anuais.

A Eletra desenvolve e integra a tração elétrica, o gerenciamento eletrônico e a distribuição de energia dos ônibus, reunindo engenharia nacional e uma cadeia de fornecedores de motores, baterias, estruturas, cabos e sistemas de controle. Nos primeiros veículos entregues a São José dos Campos, sua tecnologia está integrada a carrocerias Caio, chassis Mercedes-Benz e baterias e motores WEG.

Os ônibus oferecem piso baixo, rampa de acessibilidade, ar-condicionado e entradas USB. A operação elétrica também reduz ruídos e vibrações e elimina as emissões de poluentes pelo escapamento durante a circulação, contribuindo para a experiência dos passageiros e para as condições de trabalho dos motoristas.

Locação amplia possibilidades para eletrificação do transporte

Em São José dos Campos, a Urbam contratou a Green Energy para disponibilizar os ônibus e realizar a manutenção preventiva durante 15 anos. O contrato, assinado em março de 2025, tem valor aproximado de R$ 2,718 bilhões ao longo de sua vigência.

Nesse arranjo, a fornecedora adquire os veículos e os disponibiliza ao sistema municipal, enquanto as operadoras permanecem responsáveis pela circulação nas linhas e pelo atendimento aos passageiros. A separação permite estruturar contratos específicos para a frota e para a prestação do serviço de transporte.

A locação se apresenta como uma alternativa à aquisição direta dos ônibus pelo município ou à compra pelas concessionárias. O modelo distribui os pagamentos pela disponibilidade dos veículos ao longo do período contratual e envolve a definição das responsabilidades relacionadas à manutenção, à disponibilidade da frota e à infraestrutura de recarga.

O financiamento à empresa fornecedora integra essa estrutura ao viabilizar a aquisição dos ônibus que serão disponibilizados ao município. O projeto de São José dos Campos mostra como instrumentos de crédito podem apoiar novos modelos de contratação para a renovação do transporte público.

A tecnologia Eletra atende a diferentes estruturas de aquisição e contratação. Em São José dos Campos, integra uma frota locada pela empresa municipal. Em outros projetos, está presente em veículos adquiridos pelo poder público ou pelas operadoras.

A implantação em São José dos Campos é gradual. Segundo a Prefeitura, 20 ônibus do contrato já estão em operação, e a conclusão das entregas está prevista para junho de 2027. A incorporação dos demais veículos será acompanhada pela preparação da infraestrutura e pela organização da operação. Em agosto de 2026, o município inaugurou uma estação com 17 carregadores e 34 pontos de recarga.

Liderança e expansão da produção nacional

O projeto de São José dos Campos se soma à presença da Eletra em sistemas de diferentes portes. A fabricante participa da eletrificação da capital paulista, com veículos convencionais e de alta capacidade, e de projetos em municípios como Belo Horizonte e Montes Claros, em Minas Gerais.

Na capital paulista, a produção inclui superarticulados com carroceria Caio e-Millennium BRT destinados aos Corredores Verdes. Em Belo Horizonte, a contratação municipal contempla 96 ônibus com tecnologia Eletra. As encomendas demonstram a aplicação da engenharia brasileira em redes com diferentes demandas, características viárias e formas de contratação.

A empresa trabalha com uma programação superior a mil entregas em 2027. Para sustentar esse volume e preparar a expansão dos anos seguintes, seu plano industrial combina aumento da capacidade de produção, desenvolvimento de novos produtos e ampliação das instalações.

Dos investimentos anunciados, mais de R$ 70 milhões estão relacionados ao desenvolvimento de uma nova geração de chassis elétricos. A futura unidade industrial deverá receber investimentos superiores a R$ 200 milhões. Segundo a direção da Eletra, a expansão também poderá representar aproximadamente mil novos empregos no Brasil.

O desenvolvimento tecnológico inclui chassis com sensores e sistemas eletrônicos que permitem ajustar o uso da energia às condições da operação, considerando fatores como relevo, velocidade e carga transportada. A fabricante também prepara sua entrada no segmento de ônibus elétricos para fretamento e aplicações rodoviárias, inicialmente em operações de menor distância.

Para a Eletra, a continuidade desse movimento passa pela articulação entre indústria, instituições financeiras, gestores públicos e operadores. A atuação do BNDES contribui para aproximar a capacidade de produção nacional das necessidades das cidades, criando condições para que os investimentos se traduzam em ônibus nas ruas, geração de empregos qualificados e um transporte coletivo mais confortável e atraente.

Com os 400 ônibus previstos para São José dos Campos, a Eletra amplia sua presença na eletrificação do transporte público brasileiro. O projeto reúne tecnologia nacional, financiamento e um modelo de contratação de longo prazo, enquanto a fabricante expande sua capacidade industrial para acompanhar o crescimento da eletromobilidade no país.

Eletra
S/A Comunicação