Em vigor desde 1º de janeiro deste ano, novas regras fizeram vendas da Ella crescer 65% nos últimos dois meses
Linha de bikes elétricas Ella registrou vendas 65% maiores nos últimos dois meses
As novas regras do Contran (Resolução 996/2023), em vigor desde janeiro de 2026, passaram a exigir CNH e emplacamento para ciclomotores. Enquanto isso, aumenta a demanda por bicicletas elétricas, livres dessa burocracia. Na Moura, a linha de bikes elétricas Ella registrou vendas 65% maiores nos últimos dois meses em relação à média de 2025.
Segundo dados da Abraciclo, a produção de bicicletas elétricas cresceu 144,8% entre janeiro e setembro de 2025 em relação aos primeiros nove meses de 2024 e a categoria já responde por 12,3% do total da produção, ante 4,9% registrado no ano passado.
De acordo com o Contran, bicicletas elétricas com velocidade máxima de até 32 km/h e motor de até 1 kW, que funcionam no sistema de pedal assistido, continuam equiparadas às bicicletas convencionais e podem circular em ciclofaixas. A Ella atende os requisitos da resolução com o diferencial de ter um visual de bicicleta convencional. Outro diferencial é ser a bike da Moura, tradicional fabricante de baterias, com quase 70 anos de atuação no mercado.
“Em trajetos urbanos, a maior parte dos deslocamentos são de até 10km e a bike elétrica se mostra como transporte ideal, considerando sustentabilidade, qualidade de vida e menor custo, já que não incide pagamento de IPVA nem custos com combustível”, diz Bruno Loução, executivo da Moura Mobilidade.
Estas vantagens têm atraído um público crescente a loja da marca em São Paulo e sustentam a estratégia da empresa de ampliar sua atuação em mobilidade elétrica. Após pesquisas e desenvolvimento, a Ella marcou o ingresso da Moura no universo de bikes, que também tem planos de expandir a atuação e criar também uma linha de acessórios de marca própria, além de aumentar a presença em outros estados, com novos modelos de e-Bikes e Autopropelidos.
A Ella é a única bicicleta elétrica do mercado movida com baterias de lítio da Moura, empresa líder na América Latina e com 68 anos de experiência. A linha Ella integra a Moura Mobilidade, um ecossistema de serviços e relacionamento e uma loja-conceito em São Paulo que funciona como um hub de inovação e estilo de vida, aproximando o público da proposta de mobilidade sustentável da empresa. Com a Ella, a Moura aplica sua expertise em energia na mobilidade elétrica urbana, aplicando tecnologia, confiabilidade e eficiência para o desenvolvimento de soluções pensadas para o dia a dia nas grandes cidades. Clique aqui e saiba mais
Inspiradas nos Alpes e nos desertos, as novas Tiger 900 e 1200 serão destaques do Tiger Day, que acontece no dia 28 de fevereiro em todas as concessionárias da marca no Brasil
Tiger 900 Alpine Edition
A Triumph Motorcycles anuncia a chegada das novas edições especiais Tiger Alpine Edition e Desert Edition para as linhas Tiger 900 e Tiger 1200. Para marcar o lançamento, a montadora realiza no dia 28 de fevereiro, o Tiger Day, em todas as concessionárias da marca no país.
A ação dedicada à família Tiger, é a oportunidade ideal para conhecer de perto as novas Tiger 900 e Tiger 1200 Alpine & Desert Editions, além de realizar test ride, explorar todos os detalhes da motocicleta e descobrir o line-up completo da Triumph. Além da experiência com os modelos, os clientes contarão com ações especiais e benefícios exclusivos durante o evento, reforçando o compromisso da marca em oferecer uma jornada premium dentro e fora das estradas.
Os modelos chegam ao mercado com especificações ampliadas, visual exclusivo e uma atrativa relação custo-benefício. Inspiradas em dois dos ambientes mais desafiadores do planeta, os Alpes e os desertos, as novidades reforçam o posicionamento da família Tiger como referência no segmento de motocicletas adventure premium.
Disponíveis nas linhas Tiger 900 e Tiger 1200, as edições especiais combinam a consagrada capacidade da família Tiger com novos esquemas de pintura, grafismos exclusivos e uma lista ampliada de equipamentos de série, elevando ainda mais o nível de tecnologia, conforto e robustez.
Na Tiger 900, pela primeira vez em um modelo adventure da Triumph, as versões Alpine e Desert passam a contar com escapamento Akrapovič de série, reforçando o caráter esportivo e premium. A Alpine Edition, baseada na versão GT Pro e com foco maior no uso em estrada, incorpora barras de proteção do motor. Já a Desert Edition, derivada da Rally Pro, recebe barras de proteção do tanque de combustível, ampliando a resistência para o uso off-road. Ambas oferecem ainda, como acessórios, opções de banco aquecido ou banco rebaixado.
Tiger 1200 Desert Edition
As edições especiais da Tiger 1200 apresentam uma evolução relevante em tecnologia e conforto. Os modelos passam a contar, de série, com bancos aquecidos para piloto e garupa, além dos sistemas de Assistente de Ponto Cego e Assistente de Mudança de Faixa, tecnologias inéditas como item padrão nos modelos Triumph equipados com tanque de 20 litros. Os recursos ampliam a segurança ativa e o conforto em viagens de longa distância.
No aspecto visual, as Tiger Alpine e Desert Edition se diferenciam por combinações de cores marcantes e grafismos exclusivos. A Alpine Edition aposta em tons claros e sofisticados, inspirados em paisagens montanhosas e picos nevados, enquanto a Desert Edition adota cores mais quentes e contrastantes, remetendo a dunas, terrenos áridos e aventura extrema. Em ambas as cilindradas, as pinturas foram desenvolvidas para reforçar a identidade premium e aventureira dos modelos.
Em termos de desempenho, as edições especiais mantêm o reconhecido motor tricilíndrico Triumph com virabrequim T-Plane. A Tiger 900 é equipada com o propulsor de 888 cc, que entrega 108 cv de potência e 90 Nm de torque, equilibrando performance, eficiência e versatilidade. A Tiger 1200, por sua vez, oferece desempenho líder da categoria, com 150 cv de potência e 130 Nm de torque, garantindo força abundante tanto no asfalto quanto fora dele, sempre em conformidade com a norma Euro 5+.
As novas Tiger Alpine e Desert Edition também se destacam pela ciclística refinada, que inclui suspensões de alta performance, freios Brembo, rodas adequadas a diferentes tipos de terreno e um pacote completo de assistências eletrônicas. O conjunto foi desenvolvido para oferecer controle, estabilidade e confiança em qualquer cenário, de viagens rodoviárias a trilhas mais exigentes.
Segundo Paul Stroud, Chief Commercial Officer da Triumph Motorcycles, as novas edições especiais celebram o espírito aventureiro dos clientes da marca. “As edições Alpine e Desert têm toda a capacidade que se espera de uma Tiger, com um design marcante e especificação aprimorada. Elas representam as aventuras vividas por nossos clientes e se destacam pelo excelente custo-benefício, oferecendo ainda mais estilo, tecnologia e capacidade como itens de série”, afirma o executivo.
Com uma ampla gama de acessórios originais, incluindo opções premium de bagagem, conforto e proteção, as novas Tiger Alpine e Desert Edition reforçam a proposta de oferecer uma motocicleta completa, pronta para qualquer tipo de aventura. Os modelos chegam às concessionárias a partir de março de 2026, consolidando a estratégia da Triumph de ampliar sua presença no segmento adventure com produtos cada vez mais completos e competitivos.
Serviço Triumph Tiger Day 28 de fevereiro de 2026, sábado, a partir das 9h Em todas as concessionárias Triumph no Brasil Clique aqui e agende seu Test ride
Disponível em duas versões, o modelo ganhou novas opções de grafismos
A Yamaha Crosser ABS, motocicleta que é sinônimo de resistência para o dia a dia, tanto no asfalto como na terra, conforto e economia, chegou à linha 2026. A Yamaha Crosser ABS 2026 ganhou novas opções de grafismos, sem deixar de lado toda a tecnologia e visual, que sempre estiveram à frente do seu tempo, desde o lançamento do modelo.
A Crosser S ABS 2026 e a Crosser Z ABS 2026 são equipadas com o confiável motor 150 cc BlueFlex, que entrega até 11,7 cv de potência a 7.250 rpm, quando abastecidas com etanol (11,4 cv com gasolina), e 1,3 kgf.m de torque a 6.000 rpm. Com capacidade para 12 litros de combustível, a Yamaha Crosser ABS 2026 entrega economia e praticidade: com um consumo de 43,1 km/l, a motocicleta tem autonomia de mais de 500 quilômetros [*].
As suspensões, com garfo telescópico dianteiro de 180 mm de curso e balança traseira tipo Monocross com link e 160 mm de curso, oferecem excelente absorção de impactos e maior estabilidade. Aliadas ao assento amplo em dois níveis, ao guidão alto com ajuste de inclinação e à posição ergonômica das pedaleiras, garantem conforto e controle para superar diferentes tipos de terreno com facilidade. Para uma pilotagem ainda mais tranquila e confortável, a Yamaha Crosser ABS 2026 é equipada com freio a disco nas duas rodas, com sistema ABS na dianteira.
Dentre os diferenciais da Yamaha Crosser ABS 2026 estão o conjunto óptico com projetor de LED e luz de posição que garantem potente iluminação para uma condução ampla e nítida em qualquer situação, lampejador de farol, lanterna de LED, painel multifuncional 100% digital Blackout, com relógio, indicador de marchas, conta-giros, tomada 12V e função ECO, ideal para quem quer conduzir a moto de forma mais econômica e diminuir ainda mais as despesas com combustível. O indicador aparece no painel no momento da pilotagem quando o consumo é menor, auxiliando em uma condução mais econômica.
A Yamaha Crosser ABS é oferecida em duas versões com propostas distintas. A Crosser S ABS tem uma pegada mais urbana, com para-lama dianteiro baixo e acabamento do motor e da balança em preto, reforçando um visual moderno e alinhado ao uso diário na cidade. Já a Crosser Z ABS apresenta um apelo mais aventureiro e esportivo, inspirado nas motos de competição, com para-lama dianteiro alto e motor na cor prata, destacando sua identidade trail e voltada a quem busca uma imagem mais adventure.
A Yamaha Crosser S ABS 2026 está disponível na cor Black Eclipse (Preto Sólido), com novos grafismos, além da cor Fire Red (Vermelho Sólido), e tem preço público sugerido de R$ 22.790,00 (além de frete). Já a Yamaha Crosser Z ABS 2026 pode ser adquirida na cor Competition Blue (Azul Sólido), com novos grafismos, além das cores Army Green (Verde Sólido) e Fire Red (Vermelho Sólido), com preço público sugerido de R$ 22.990,00 (além de frete). A trail de entrada da Yamaha tem garantia de três anos de garantia e Revisão Preço Fixo.
[*] Dados obtidos por testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, simulando o uso em circuito urbano e realizado em condições e ambiente controlados. Fatores externos como peso, carga transportada, forma de condução, entre outros, podem influenciar no resultado.
A Yamaha iniciou operações no Brasil na década de 1970, com a inauguração da unidade de Guarulhos (SP). Atualmente, a companhia tem uma presença global em mais de 200 países, contando com uma equipe de 54 mil colaboradores. No mercado local, a corporação mantém uma rede com 590 pontos de venda autorizados, empregando mais de 4.500 funcionários diretos. Em 2024, a Yamaha Brasil alcançou a marca de cinco milhões de motocicletas produzidas e lançou novos modelos, incluindo a NEO'S CONNECTED, o primeiro modelo elétrico da marca produzido no Brasil. A empresa também aderiu à Rede Brasil do Pacto Global da ONU, com metas para neutralidade de carbono até 2050 e reciclagem de 100% dos resíduos até 2035. Alinhada com o compromisso social, apoia programas de capacitação profissional e promove treinamentos de segurança no trânsito por meio da Yamaha Riding Academy
A Plataforma Universal de Veículos Elétricos da Ford usa conceitos inovadores para reduzir o custo de aquisição e posse para o cliente
Até o início da década de 1970, a tendência da indústria automotiva era oferecer veículos a gasolina com motores maiores e mais potentes, que resultavam em mais peso, mais custo e, quase sempre, menor eficiência de combustível.
Com a crise do petróleo em meados dos anos 70, surgiu um dispositivo inovador capaz de entregar tanto a potência como a eficiência que os clientes exigiam — o turbocompressor. A primeira aplicação do turbo automotivo foi em 1962 nas corridas, mas a tecnologia só chegou ao mercado de massa em 1973, provando que motores menores podiam ter um desempenho muito superior ao seu tamanho.
Um dispositivo que transformava energia desperdiçada em potência, fazendo um motor menor se comportar como um muito maior, parecia desafiar a física. Em 2011, a Ford introduziu sua versão do turbo, o EcoBoost, na picape F-150 nos EUA. Apesar do ceticismo de alguns, a aposta da marca era que a tecnologia redefiniria a indústria.
As vendas dispararam e a indústria seguiu o exemplo. Hoje, quase 75% das picapes F-150 são equipadas com motores turbo e a Ford oferece essa opção em quase todos os seus modelos a gasolina.
“Hoje, a indústria enfrenta um desafio semelhante com os veículos elétricos. E a solução de engenharia para a ‘ansiedade de autonomia’ tem sido, geralmente, aumentar o tamanho da bateria. No entanto, a bateria é o componente mais crucial para a viabilidade financeira, pois representa cerca de 40% do custo do veículo e mais de 25% do seu peso total”, diz Alan Clarke, diretor executivo de Desenvolvimento Avançado de Veículos Elétricos da Ford.
Assim como quando as montadoras simplesmente fabricavam motores maiores, adicionar mais bateria torna o veículo mais pesado, mais caro e cria um desafio de física massivo.
“A nossa grande aposta é a obsessão por extrair mais quilômetros de uma bateria menor e simplificar radicalmente o sistema para reduzir o número de peças, permitindo entregar uma nova família de veículos elétricos acessíveis para clientes de todo o mundo”, continua o executivo.
A proposta é explicada no vídeo abaixo (ative o recurso de legendas com tradução em português)
Caçando “recompensas”
Acessibilidade, para a Ford, não é apenas um slogan de marketing. Para tornar os veículos com essa nova plataforma verdadeiramente acessíveis – começando com uma picape de médio porte –, era preciso caçar as oportunidades de redução de custo.
“Começamos criando uma equipe especial para desenvolver métricas de autonomia, eficiência e desempenho, tendo como prioridades o peso, arrasto aerodinâmico, resistência ao rolamento e, fundamentalmente, o tamanho da bateria. Essa equipe armou cada engenheiro com uma nova maneira de avaliação, que chamamos de recompensas”, explica Alan Clarke.
A equipe de autonomia, eficiência e desempenho definiu as metas para as equipes técnicas. Historicamente, os engenheiros das montadoras tradicionais podem trabalhar isolados em departamentos focados em determinado componente ou sistema. A sua função é aprimorar e reduzir o custo da peça em questão, muitas vezes sem o contexto para entender como isso impacta a experiência do cliente ou o desempenho do veículo.
A equipe de aerodinâmica, por exemplo, sempre quer um teto mais baixo para reduzir o arrasto. A equipe de interior quer um teto mais alto para ampliar o espaço dos ocupantes. Geralmente, esses grupos negociam até encontrar um meio termo, sob a liderança de um departamento encarregado de tomar decisões em nome do cliente.
O sistema de “recompensas” muda a negociação, tornando o custo real de cada item muito mais claro, atrelado à autonomia e ao custo da bateria. Assim, a equipe de aerodinâmica e a equipe de interiores compartilham o mesmo objetivo e ambas entenderam que adicionar apenas 1 mm à altura do teto significaria US$ 1,30 em custo adicional da bateria ou 0,088 km de autonomia.
“Este é apenas um exemplo das inúmeras recompensas em que nossa equipe se concentrou. Quando atingíamos as metas, estabelecíamos outras mais difíceis”, afirma Alan Clarke. “Uma dessas áreas foi o sistema de gerenciamento de energia. O corpo do espelho retrovisor agora é mais de 20% menor que o convencional, o que reduz a massa, o custo e melhora a aerodinâmica, resultando em 2,4 km a mais de autonomia do veículo.”
Gerenciamento de energia inteligente
Uma arquitetura elétrica é o projeto de como a energia e os sinais se movem através de um produto — o que se conecta com quê, como tudo é controlado e funciona de modo confiável. A conversão de energia dentro da plataforma de um veículo elétrico pode representar uma quantidade surpreendente de desperdício enquanto ele é carregado, ou quando se usa a bateria de 400 V para alimentar os dispositivos de baixa tensão em 48 V.
Além disso, partes dessa função frequentemente são confiadas a fornecedores externos, cada um com seus próprios invólucros, fixadores e conectores, o que gera elevação de custos e de peso na plataforma.
“Por isso, em 2023 trouxemos a arquitetura e o design da eletrônica de potência de alta tensão dessa plataforma para dentro de casa. Com a aquisição da Auto Motive Power (AMP), engenheiros talentosos juntaram-se à nossa equipe com experiência em levar ao limite a conversão e o gerenciamento de energia de vários veículos elétricos globais já no mercado”, destaca Clarke.
Assim, os clientes terão pela primeira vez um ecossistema completo de carregamento de veículos elétricos projetado internamente pela Ford, com software próprio. Isso significa que o equipamento, incluindo a capacidade de carregamento bidirecional, vem de uma equipe diretamente integrada à que trabalha na plataforma e demais sistemas do veículo, beneficiando os clientes com menor tempo de carregamento, maior vida útil da bateria e redução do custo total de propriedade.
Além de desenvolver o primeiro sistema de baixa tensão de 48 volts da Ford, esse trabalho trouxe melhorias profundas. E foi fundamental para tornar o chicote elétrico da nova picape elétrica média cerca de 1,2 km mais curto e 10 kg mais leve que os modelos de primeira geração.
Os veículos convencionais possuem mais de 30 unidades de controle eletrônico (ECUs), que são os seus “cérebros”. A nova picape elétrica média da Ford terá apenas cinco módulos principais, reduzindo a fiação.
“Sabemos que haverá céticos, assim como houve quando a Ford introduziu o turbo na F-150”, completa Alan Clarke. “Outras empresas dirão que já tentaram isso antes. Mas a física não é proprietária. Estamos criando uma plataforma de veículo elétrico verdadeiramente integrada, não uma única peça que possa ser facilmente copiada. Se tudo der certo, teremos uma família de veículos que vai competir em preço com os melhores do mundo, incluindo veículos a gasolina. Ainda há muito a fazer, mas estamos progredindo e esperamos compartilhar mais novidades em breve.”
A Brasif Máquinas concluiu a venda de 230 equipamentos da marca CASE para a ARMAC, uma das maiores locadoras de máquinas do país. Entre os equipamentos fornecidos estão retroescavadeiras, pás-carregadeiras e motoniveladoras, incluindo modelos como 621E, 865B e retroescavadeiras da linha NS2, que serão utilizados em grandes obras de infraestrutura e serviços.
“A ARMAC é hoje para a locação de máquinas o que grandes redes são para o setor automotivo: uma referência nacional em escala, confiabilidade e competitividade. Esse movimento reforça o papel da locação como uma tendência estrutural e estratégica para o crescimento do setor no país. A negociação também consolida a Brasif como uma das principais distribuidoras da CASE no mercado brasileiro, em um cenário de crescimento consistente das operações”, afirma João Luiz do Amaral Junior, gerente regional da Brasif, em Jundiaí.
O número de máquinas destinadas à locação no Brasil segue em trajetória de crescimento. Entre 2017 e 2025, o volume anual de máquinas vendidas apenas pela Brasif no país saltou de 7,8 mil para cerca de 35 mil unidades, enquanto a participação das vendas destinadas à locação avançou de 18% para 25% no mesmo período, evidenciando a consolidação do modelo de aluguel como um dos principais vetores de crescimento da companhia. Impulsionado pelo novo marco regulatório, o setor de saneamento tem sido um dos principais motores dessa expansão.
Estimativas do setor indicam que a demanda por retroescavadeiras para obras de saneamento cresceu mais de 50%, refletindo uma tendência de aproximação do Brasil aos mercados maduros da Europa e dos Estados Unidos, onde a locação é predominante em relação à compra de ativos. Com presença em 22 estados brasileiros, a Brasif está entre as maiores distribuidoras globais das marcas Case e FPT, além de figurar como uma das principais distribuidoras Hyster-Yale na América Latina, tendo a venda de máquinas como sua principal fonte de receita. O faturamento anual da holding, em 2025, foi, aproximadamente, R$ 4 bilhões.
Brasif - Fundada em 1965 por Jonas Barcellos Corrêa Filho, a Brasif evoluiu de distribuidora de produtos siderúrgicos para um grupo empresarial diversificado, com atuação em setores estratégicos da economia, incluindo distribuição e locação de máquinas pesadas, por meio da Brasif Máquinas, Brasif Agro e Brasif Rental; varejo de vestuário premium, com a Loungerie; produção de açúcar, etanol e bioenergia, por meio da Usina Da Mata, joint venture entre os grupos AGP e Brasif Fundo de Investimento; e hotelaria, com operações da Avanti Hotéis em Orlando, nos Estados Unidos. O grupo também atua em real estate e investimentos imobiliários, investimentos financeiros, biotecnologia, por meio da Geneal, além de agricultura e pecuária. Reconhecida por sua forte cultura organizacional, a Brasif possui a certificação Great Place to Work por quatro anos consecutivos, sendo o ciclo mais recente 2025–2026
Alta de quase 50% no preço dos veículos novos desloca demanda, fortalece os seminovos e força montadoras a rever estratégia.
O mercado automotivo brasileiro atravessa um momento de inflexão estrutural. Em 2025, para cada carro zero quilômetro vendido no país, cerca de sete veículos usados ou seminovos trocaram de mãos. Uma proporção inédita, que reposiciona o papel do 0km dentro da cadeia automotiva e redefine as estratégias de montadoras, concessionárias, plataformas digitais e agentes financeiros.
Segundo dados da Fenauto, o segmento de usados e seminovos registrou mais de 18,5 milhões de transferências em 2025, um recorde histórico. No mesmo período, o mercado de veículos novos somou 2,69 milhões de vendas. A discrepância escancara uma realidade já observada globalmente, mas que no Brasil atingiu um patamar singular.
“Estamos falando de um volume gigantesco, que move dezenas de milhões de decisões anuais de compra, venda, troca e financiamento”, afirma J. R. Caporal, CEO da Auto Avaliar. Para ele, o mercado de usados deixou de ser complementar e passou a ser o verdadeiro coração da mobilidade individual no país.
Os dados de usados englobam o chamado efeito Renave (Registro Nacional de Veículos em Estoque), que acabou por transformar a venda informal em registro estatístico. “O efeito soma 1,3 milhão de transações, o que corresponde a 35% do crescimento. Mesmo assim, quando fazemos o ajuste, vemos que o mercado de usados aumentou entre 8% e 10% em 2025, o que é um percentual bastante elevado”, afirma. A perspectiva para 2026 é de um incremento de 9%.
Um dos principais vetores dessa transformação é o encarecimento acelerado do veículo zero quilômetro. Em 2021, os modelos de entrada custavam pouco acima de R$ 53 mil. Em janeiro de 2026, o tíquete médio desses mesmos modelos já se aproxima de R$ 80 mil, uma alta entre 46% e 51% em cinco anos, sem considerar o impacto dos juros no financiamento.
“O primeiro degrau do 0km subiu de forma abrupta. O seminovo virou a rota natural de quem busca mobilidade sem transformar o carro em um compromisso financeiro desproporcional”, avalia Caporal. O fenômeno não é exclusivo do Brasil, mas ganha contornos mais agudos em um país de renda média comprimida e crédito ainda caro.
Giro mais rápido e tíquete médio elevado no 0km
Apesar do preço mais alto, o mercado de veículos novos mostrou sinais de eficiência comercial em 2025. O Estudo de Preços de Veículos Zero Km (PVZ), realizado pela MegaDealer com dados da Auto Avaliar, indica que o tíquete médio do 0km chegou a R$ 174.621 em dezembro, considerando todas as categorias.
Ao mesmo tempo, o giro médio de estoque caiu de 36 para 32 dias, sinalizando maior velocidade de vendas nas concessionárias. O levantamento analisou mais de 700 mil operações de venda, oferecendo uma radiografia precisa da dinâmica comercial do setor.
De acordo com Fábio Braga, Country Manager da MegaDealer, dois fatores foram decisivos para esse desempenho: a entrada de novas marcas chinesas, especialmente no segmento de eletrificados, e a redução do IPI, em vigor desde julho de 2025. “A política tributária aumentou a competitividade, sobretudo nos segmentos de entrada, ao mesmo tempo em que novos players pressionaram preços e margens”, explica.
Usados aquecidos, preços recordes e rentabilidade elevada
Se o 0km gira mais rápido, o mercado de usados e seminovos opera em pleno aquecimento. O Estudo de Performance de Veículos Usados (PVU), também da MegaDealer em parceria com a Auto Avaliar, mostra que o tíquete médio dos usados atingiu R$ 90.892 em dezembro, patamar recorde.
O giro de estoque caiu de 39 para 37 dias, enquanto o ROI médio do segmento chegou a 62%, um nível elevado para padrões do varejo automotivo. “O mercado entra em 2026 mais competitivo, profissionalizado e financeiramente atrativo”, destaca Braga.
O 0km como ponta — não como fim da cadeia
Nesse novo desenho, o carro zero quilômetro deixa de ser o centro da estratégia e passa a ser apenas o início do ciclo de vida do veículo. Para Caporal, montadoras que ignoram o valor residual de seus modelos estão abrindo mão do controle sobre o futuro da própria marca.
“Organizar programas de recompra, sustentar preços de seminovos e controlar o valor residual não é opcional. É isso que protege a rede de concessionárias, reduz volatilidade e, no limite, sustenta o preço do carro novo”, afirma. Segundo ele, quando essa gestão é negligenciada, o mercado informal assume esse papel de forma desorganizada e destrutiva para o valor da marca.
Um mercado maior, mais complexo e mais estratégico
Os dados consolidados indicam que o mercado automotivo brasileiro se expandiu e se tornou mais complexo. O volume de transações cresce, o papel do usado se fortalece e a eficiência operacional passa a ser tão relevante quanto o lançamento de novos modelos.
Mais do que vender carros, o setor entra em uma fase em que gestão de dados, controle do ciclo de vida do veículo, políticas de recompra e integração entre novo e usado serão determinantes para a competitividade. “Em um mercado onde sete usados circulam para cada 0km, ignorar essa lógica não é apenas um erro estratégico é abrir mão do próprio futuro”, alerta Caporal.
Modelo Volare Attack 8 4x4 é o preferido das mineradoras
A Volare, marca de micro-ônibus líder de marcado e pertencente à Marcopolo, fez a venda de 16 novos veículos do modelo Attack 8 4X4 para a Viação Serro Ltda., que atua no segmento de mineração no estado de Minas Gerais. Os veículos foram entregues pela concessionária Agra Motors e são utilizados na região da capital Belo Horizonte.
“O sucesso do Volare Attack 8 4X4 demonstra os grandes diferenciais e vantagens que apresenta em relação à concorrência. Pela sua robustez, versatilidade, eficiência, maior vida útil e reduzida manutenção, se tornaram os preferidos das mineradoras, no Brasil e no exterior” destaca Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare.
A marca foi a pioneira no desenvolvimento de um modelo específico para atender às extremas condições do segmento de mineração e, junto com as empresas clientes, concebeu um veículo único e sem comparação com os demais veículos até então utilizados. O Volare Attack 8 4X4 é sucesso no Brasil, em estados como Minas Gerais, Goiás e Pará.
Os 16 Volare Attack 8 4X4 da Viação Serro têm comprimento total de 7.420mm e estão sendo utilizados no transporte de colaboradores do setor de mineração em Minas Gerais
Os veículos contam com tração 4x4, para aplicação fora de estrada, sistema de ar-condicionado, motor Cummins de 157 cv, câmbio 6 marchas, pneus de uso misto, captação de ar do motor dutado pelo teto (snorkel), conceito estrutural R66 para maior resistência da estrutura a capotamentos, e kit “mineração”, com proteção adicional chicote do chassi, protetores de radiador, de cárter, do tanque de combustível, vedação anti-pó e isolamentos térmicos reforçados.
Internamente, possuem capacidade para 20 passageiros sentados em poltronas do modelo Executiva (reclinável), com revestimento em plástico azulão descansa-braços laterais, porta- pacotes em chapa, poltrona do motorista com amortecimento hidráulico, cinto de segurança de três pontos retrátil, , tomada 12v no painel, sirene de marcha ré, farol auxiliar de marcha ré, câmera de marcha ré, rádio com USB, itinerário eletrônico, preparação para sinalizador externo visual/acústico, preparação para rádio transmissor, preparação para câmeras de monitoramento, sensor de estacionamento e dispositivo de acessibilidade DTA.
Volare - A Volare é líder na fabricação de micro-ônibus para transporte de passageiros nos segmentos escolar, fretamento, turismo, urbano, rural e mineração. Com foco constante em inovação, tecnologia e sustentabilidade, oferece soluções de mobilidade que se adaptam às mais diversas necessidades, sempre com a qualidade e segurança que são referência no mercado. Os veículos têm configurações de 6 a 12 toneladas, produzidos conforme a necessidade de cada cliente. A marca conta com mais de 40 pontos de atendimento no Brasil e 20 no exterior, com assistência técnica especializada. Pioneira na fabricação de veículos comerciais leves, possui unidades fabris em Caxias do Sul/RS e São Mateus/ES
Modelo da linha DAF Vocacional comprova sua versatilidade ao receber implementação de guindaste articulado e plataforma roll-on/roll-off
DAF CF Mineração
A DAF Caminhões Brasil amplia a versatilidade da linha DAF Vocacional com a primeira adaptação de um modelo DAF CF Mineração projetada especificamente para trabalhar em uma operação de extração de ouro.
O veículo, um CF rígido na configuração 8x4, foi entregue para um cliente com atividades no Suriname. O projeto se diferencia tecnicamente pela implementação mista de um guindaste articulado e uma plataforma roll-on/roll-off, uma configuração fora do comum, visto que esse modelo geralmente é equipado com caçambas basculantes.
Desafios da customização técnica
Realizadas por um implementador parceiro, as alterações estruturais incluem o aumento do entre-eixos, a modificação da distância entre os eixos direcionais e a aplicação de reforços estruturais em toda a extensão do chassi. Após a transformação mecânica, a equipe de Engenharia da DAF executou a parametrização eletrônica dos sistemas, para assegurar a operacionalidade e segurança do caminhão.
Operação Tática "2 em 1"
A grande curiosidade desse projeto está na operação conjunta dos dois sistemas hidráulicos — um guindaste articulado e uma plataforma roll-on/roll-off — em vez dos tradicionais basculantes.
A adição desses implementos foi necessária para atender as necessidades do cliente como apoio tático em uma operação de extração de ouro, o que demandava versatilidade extrema para içar cargas pesadas e transportar máquinas e até mesmo veículos menores.
A escolha pelo sistema Roll-on/Roll-off garante agilidade: focado na troca rápida de carrocerias, ele utiliza um braço hidráulico com gancho para puxar caçambas ou plataformas do chão para cima do chassi, com roletes facilitando o deslizamento. Isso permite que o caminhão mude sua função em pouco tempo.
Já o Guindaste Articulado oferece autonomia para o motorista carregar e descarregar materiais sem depender de empilhadeiras externas. Instalado atrás da cabine e movido pela Tomada de Força (PTO), o implemento utiliza sapatas estabilizadoras (patolas) para garantir total segurança durante a movimentação.
“O DAF CF Mineração 8x4 customizado valida a extrema robustez e flexibilidade da nossa plataforma off-road. Mais do que um veículo robusto, entregamos uma solução de engenharia versátil, com tecnologias que trarão mais eficiência, segurança operacional e rentabilidade para o cliente”, afirma Alekson Felício, Gerente de Planejamento de Produto e Engenharia de Vendas da DAF Caminhões.
Ficha Técnica
O DAF CF Mineração do projeto tem configuração 8x4, potência de 480cv e motor PACCAR MX-13, com freio motor de 490cv, PBT de 58T e CMT de 150T. Equipado com a cabine Day, foi concebido para atuar em operações dentro de minas, tendo a flexibilidade ideal de implementação para atuar em outros segmentos que exigem alta robustez, como construção pesada e apoio nestes segmentos. A transmissão é a ZF TraXon automatizada de 12 velocidades e com Intarder de frenagem combinada de até 1.300cv. O DAF CF Mineração também conta com a configuração 6x4, com motorização e CMT iguais à versão 8x4, diferenciando-se apenas pelo PBT, que é de 48T.
A Tracbel é o primeiro distribuidor do Brasil a conquistar a certificação para o novo programa de reforma de máquinas e componentes da Volvo Construction Equipment, uma das maiores fabricantes mundiais de equipamentos de construção e mineração. As unidades de Contagem (MG) e Sumaré (SP) acabam de ser certificadas no "Volvo Certified Rebuild", concedido pela matriz da Volvo CE no País.
"É mais um selo de qualidade. Ele representa um marco estratégico para o nosso grupo e reforça o compromisso que assumimos com os mais altos padrões globais da corporação", declara Rafael Ribeiro, diretor de pós-venda da divisão de máquinas da Tracbel. Ele lembra que a nova homologação é resultado do investimento contínuo da empresa em pessoas, processos e infraestrutura. Estas ações habilitam a Tracbel a reformar equipamentos com o mesmo nível de excelência dos principais mercados internacionais, dentro de um programa que agora oferece ainda mais benefícios para os clientes brasileiros.
Rafael Ribeiro, diretor de pós-venda da divisão de máquinas da Tracbel
"Além de maior valor de revenda da máquina, para nossos parceiros comerciais a nova validação significa maior confiabilidade, redução de custos, desempenho e segurança ao longo de todo o ciclo de vida dos produtos”, afirma Renan Filipe Moreira, gerente de pós-venda da área de equipamentos. As carregadeiras e caminhões articulados que passarem pelo novo sistema de reforma terão garantia de dois anos ou seis mil horas de trabalho (o que ocorrer primeiro) em todas as peças genuínas. Os clientes que participarem do novo modelo também terão condições comerciais especiais por meio de pacotes de peças exclusivas para reformas certificadas.
Nova vida
Carregadeira Volvo
O Volvo Certified Rebuild é uma iniciativa oficial da Volvo CE. Ele permite dar uma nova vida às máquinas usadas, restaurando-as aos padrões de fábrica e oferecendo qualidade e desempenho equivalentes aos de equipamentos novos. A revitalização é feita dentro das modernas oficinas da Tracbel, com mão de obra altamente qualificada, infraestrutura robusta, ferramentas especializadas, processos rigorosos e tecnologia avançada. "Tudo com custos menores, maior tempo de uso para a máquina e garantia oficial da marca", explica o gerente.
Escavadeira Volvo
Ele diz que, em alguns casos, uma reforma pode ser a opção mais econômica para os proprietários em termos de disponibilidade, controle de custos e valor do produto, antes de eventual ocorrência de falha de grandes componentes. Ao final, o cliente ainda recebe um documento de que a máquina passou por uma reforma certificada pela montadora.
A validação é muito importante, inclusive comercialmente, pois assegura a procedência e a condição técnica da máquina. O certificado garante que o equipamento foi reformado atendendo a exigentes protocolos de avaliação e substituição de componentes, sendo executado por técnicos qualificados e treinados pela fábrica, em oficinas modernas e com os melhores recursos oferecidos por um distribuidor com o nível de excelência da Tracbel.
Para ser elegível a uma reforma certificada, é necessário cumprir alguns requisitos sobre o número de peças a serem substituídas, incluindo aqueles itens relacionados à segurança da operação e dos usuários
Excelência
A Tracbel já havia recentemente atingido o nível máximo nos serviços e no pós-venda da marca, excedendo as expectativas dos clientes por meio de um atendimento de excelência. O Grupo é um dos maiores distribuidores de máquinas pesadas do País. Com atuação nacional na distribuição de equipamentos de construção, mineração, logística, transporte e agronegócio, comercializa produtos e presta serviços para as marcas Volvo (equipamentos de construção, caminhões e chassis de ônibus), SDLG (máquinas amarelas), John Deere Agrícola (máquinas agrícolas), Tigercat (equipamentos florestais), e Kalmar (equipamentos portuários e de logística).
Chassis serão utilizados no Cursos Técnicos em Manutenção Automotiva, bem como no programa Escola de Mecânicos Profissionais e demais cursos de Qualificação Profissional da instituição
Chassi de micro-ônibus LO 916/48 Euro 6
A Mercedes-Benz do Brasil vai fornecer, por meio de licitação, 10 chassis de micro-ônibus LO 916/48 Euro 6 para o SEST SENAT. Até o momento, 7 unidades já foram entregues e estão sendo direcionadas para atividades de treinamento e capacitação profissional.
Os chassis LO 916/48 Euro 6 serão utilizados nos Cursos Técnicos em Manutenção Automotiva, bem como no programa Escola de Mecânicos Profissionais e demais cursos voltados à formação qualificada de profissionais de manutenção e mecânica automotiva no setor de transporte. A venda dos chassis foi realizada por meio do concessionário Mardisa, localizado em Brasília/DF.
"Fornecer os chassis LO 916 para uma instituição como o SEST SENAT é motivo de grande satisfação, pois reafirma nosso compromisso com a formação de mecânicos e técnicos que garantirão a eficiência, a segurança e a disponibilidade das frotas em todo o Brasil”, destaca Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.
Os 10 veículos adquiridos serão destinados às seguintes Unidades Operacionais do SEST SENAT: Rio de Janeiro (capital), Duque de Caxias (RJ), Cariacica (ES), Belo Horizonte (MG), Simões Filho (BA), Ponta Grossa (PR), Manaus (AM), Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Florianópolis (SC). Essas unidades fortalecerão a estrutura prática oferecida pelo programa, ampliando a capacidade de atendimento e a qualificação técnica de profissionais em todo o território nacional.
“Temos um compromisso permanente em aliar teoria e prática na formação profissional, e parcerias como essa fortalecem esse propósito. A chegada desses chassis aperfeiçoa o treinamento dos nossos alunos, proporcionando contato com tecnologias aplicadas ao transporte público de passageiros e contribuindo para formar profissionais mais capacitados”, afirma Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT.
Parceria entre Mercedes-Benz do Brasil e SEST SENAT vem de longa data, consolidada desde 2007 em outros processos de acordo de cooperação técnica
A Mercedes-Benz do Brasil e o SEST SENAT mantêm uma relação de parceria que já dura quase duas décadas, marcada pela colaboração em projetos de capacitação e desenvolvimento profissional no transporte brasileiro.
“A Mercedes-Benz do Brasil tem orgulho de colaborar com a capacitação de profissionais que são fundamentais para o setor de transporte. Desde 2007, construímos com o SEST SENAT uma parceria sólida e muito relevante para o desenvolvimento técnico do País”, afirma Walter Barbosa.
Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil
LO 916/48 Euro 6: robustez e versatilidade para aplicações educacionais e operacionais
O chassi de micro-ônibus Mercedes-Benz LO 916/48 Euro 6 atende ao transporte público de passageiros nos centros urbanos e em locais onde há a necessidade de um veículo ágil, robusto, tecnológico e de fácil manutenção. Trata-se de um chassi versátil, que pode ser aplicado no transporte urbano, escolar, fretamento, fretamento rural e rodoviário.
Com PBT de 9,4 toneladas e opções de entre- eixos de 4,2 e 4,8 metros, o LO 916/48 Euro 6 pode receber carrocerias de 7,5 até 9,2 metros de comprimento, com 1 ou 2 portas.
Os chassis Mercedes-Benz, conhecidos pelo seu elevado padrão de qualidade e pelo baixo custo operacional e de manutenção, recebem a exclusiva tecnologia BlueTec 6, que reforça as características de durabilidade do motor, economia, desempenho e compatibilidade ambiental, ou seja, tudo o que o negócio do cliente precisa para se tornar ainda mais rentável.
SEST SENAT
O SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) é uma instituição nacional dedicada à formação profissional, à promoção da saúde e à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores do transporte e de seus dependentes. Presente em todas as regiões do país, com mais de 170 Unidades Operacionais, a entidade atua de forma integrada para fortalecer um setor essencial ao desenvolvimento econômico e social do Brasil, alcançando cerca de 5 mil municípios.
Por meio de cursos profissionalizantes, programas de habilitação, projetos de empregabilidade, uso de tecnologias inovadoras — como simuladores e realidade virtual — e uma ampla rede de atendimentos em saúde, o SEST SENAT contribui para a valorização do trabalhador, o aumento da segurança viária e a eficiência do transporte. Sua atuação une educação, saúde e inovação, sempre alinhada às necessidades reais do setor e da sociedade brasileira.
Fabricante participará da Expo Foro Movilidad 2026 e apresentará novidades em produtos. Objetivo é ampliar presença no país nos segmentos de urbanos e rodoviários
A Luminator Technology Group Brasil, líder no fornecimento de sistemas de informação para passageiros, quer ampliar sua presença no mercado mexicano de ônibus, um dos mais importantes na América Latina, ao lado do Brasil, Chile, Colômbia e Argentina. Para isso, a empresa participará, entre os dias 4 e 6 de março, da Expo Foro Movilidad 2026, principal feira do segmento de ônibus no México, apresentando novas tecnologias de sua linha de produtos.
“O México é um dos mais importantes mercados de exportação para a Luminator Brasil, sobretudo pelo padrão de qualidade nos veículos utilizados no transporte de passageiros. Nosso objetivo é colocar à disposição dos operadores de transporte e das fabricantes de carrocerias daquele país as mais avançadas tecnologias e produtos que são sucesso nos principais sistemas de transporte de passageiros do Brasil, como BRT do Rio de Janeiro, Curitiba e Goiânia, e do Chile, por exemplo”, enfatiza Rafael Rossi, gerente comercial da Luminator Technology Group Brasil.
Segundo Rafael Rossi, o objetivo da participação é ampliar a atuação no mercado mexicano que tem crescido, desde 2023, em torno de 20%, sobretudo no segmento de rodoviários. “A utilização do ônibus no transporte rodoviário de longa distância tem crescido e a sofisticação de equipamentos tecnológicos segue a mesma tendência. Enxergamos uma ótima oportunidade para o fornecimento de sistemas de informação ao passageiro e sistemas de segurança para os operadores locais, qualificando e tornando o transporte cada vez mais atrativo ao passageiro”, destaca.
Os itinerários eletrônicos e sistemas Próxima Parada e Multiplex proporcionam ganhos de eficiência, segurança e informação, colaborando para os operadores de transporte e fabricantes de carrocerias oferecerem um serviço cada vez melhor, com elevado padrão de qualidade e confiabilidade, proporcionando uma experiência aprimorada aos passageiros.
Além disso, o sistema Multiplex Luminator oferece benefícios significativos à operação e manutenção, porque faz atualização do sistema de rotas nos itinerários via Wi-Fi, o que garante agilidade e praticidade ao operador. Essa tecnologia tem contribuído para elevar continuamente o padrão de excelência no transporte de passageiros.
Multiplex
Em parceria com o distribuidor Transcom, que possui mais de 30 anos de experiência no mercado mexicano, serão apresentados produtos das linhas de Itinerários Eletrônicos, como as telas TFT, de alta resolução e com melhor padrão de definição e qualidade na informação para o usuário, Sistema de Próxima Parada e Sistema Multiplex para operadores do transporte urbano e rodoviário.
Luminator - Com unidade em Caxias do Sul, a Luminator é líder no mercado mundial no fornecimento de sistemas de informação para passageiros, com produtos como o Itinerário eletrônico, Sistema de Próxima Parada, Telas TFT e soluções de segurança como sistemas Multiplex e de Câmeras de Monitoramento Embarcado (CCTV). A empresa tem como principais clientes fabricantes de ônibus, operadoras de transporte público urbano e rodoviário, além de outros clientes no modal Rail. A Luminator está posicionada de maneira única para oferecer suporte aos fabricantes de ônibus e trens, bem como às operadoras de transporte público em todo o mundo
Automóveis que preenchem critérios definidos por normas federais ganham placa preta e reconhecimento histórico, agora mais fáceis de obter com página lançada pelo Detran-SP
Buick Model 19 conversível 1910
Aos fins de semana, sobretudo aos domingos, é comum ver carros antigos circulando pela cidade. De placa preta, eles pertencem a colecionadores que solicitaram ao Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) um reconhecimento pelo valor histórico de seus bem cuidados veículos, um hábito que vem se popularizando nos últimos anos. De 43.037 unidades em 2023, a frota de placas pretas do estado de São Paulo passou a 76.087 em fevereiro de 2026, um aumento de 43%, segundo números do Detran-SP. Apenas no ABC, são 4.466 veículos de colecionadores, com até 98 anos de vida ativa: 1.784 em Santo André, 1.720 em São Bernardo do Campo e 962 em São Caetano do Sul.
O carro mais antigo da região é um Buick Model 19 conversível, de 1910, um clássico do setor automotivo que está em São Bernardo. Santo André tem o segundo veículo mais antigo do ABC, um Chrysler de 1917. Mas o líder no gosto dos colecionadores do ABC é mesmo o popular Fusca, com 938 exemplares de placa preta no ABC, fabricados entre 1952 e 1995 – de uma frota de quase 17.000 em todo o estado. Um veículo, para ter a placa de coleção, deve possuir ao menos 30 anos.
Já o automóvel mais longevo do estado fica na capital: um exemplar da fabricante francesa De Dion-Bouton de 1902. Fundada pelo marquês Jules-Albert de Dion e por Georges Bouton, dos quais leva o nome, a indústria funcionou de 1883 a 1953. Os outros três veículos mais antigos são também da capital, todos de 1906. Dois são franceses, um Renault e um Peugeot, e outro é um norte-americano Cadillac. Ao todo, o estado de São Paulo possui 2,8 milhões de veículos fabricados até 1950 com valor histórico reconhecido.
Nova página
Além de um documento histórico “vivo”, um veículo que ostenta uma placa preta tem seu valor financeiro elevado. Obtê-la não é a tarefa mais fácil do mundo mas o Detran-SP acaba de lançar uma página exclusiva para ajudar quem deseja obter o sonhado distintivo de colecionador para o carro.
O site (https://detran.sp.gov.br/veiculos-antigos) é dedicado a veículos antigos de modo geral, e permite também a regularização de automóveis que ainda possuam a velha placa amarela de duas letras, e a emissão gratuita da Certidão de Veículo com Placa Amarela, documento usado para provar registro, propriedade e histórico da moto ou automóvel, e também na instrução de processos administrativos ou judiciais. A certidão tem o benefício adicional de dar suporte à regularização ou atualização cadastral e à transferência de propriedade.
A troca da placa amarela por uma do padrão atual, hoje o Mercosul, é obrigatória, se o proprietário tiver o interesse em circular com o veículo. Um veículo flagrado na rua com a placa de duas letras será recolhido a um pátio, já que não é registrado na base do Detran-SP. Quem possui um veículo de placa amarela, por vezes herdado de parente, e tem interesse em rodar pelas vias, deve regularizá-lo. Mas regularizar é simples: basta fazer uma solicitação pela nova página e seguir o passo a passo.
Com potencial de ampliar exportações em mais de US$ 7 bilhões e reduzir tarifas para mais de 500 produtos, acordo Mercosul-UE deve elevar a demanda por transporte rodoviário de cargas
Caminhão Volvo FH. Foto: Pablo Vaz | Divulgação Volvo
O recente acordo entre Mercosul e União Europeia, atualmente em fase de ratificação, pode gerar reflexos diretos na cadeia logística do país. Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a eliminação tarifária prevista no tratado pode ampliar as exportações brasileiras em mais de US$ 7 bilhões no curto prazo, abrindo novas oportunidades para diversos setores produtivos e ampliando a movimentação de mercadorias e a demanda por fretes no transporte de cargas brasileiro.
Segundo o levantamento da ApexBrasil, mais de 500 produtos brasileiros poderão ter tarifas reduzidas, o que tende a ampliar o fluxo de mercadorias em direção aos portos. O transporte rodoviário de cargas, principal elo entre a indústria, o agronegócio e os terminais portuários, deve registrar aumento significativo no escoamento das cargas para o modal aquaviário. A tendência inicial é de fortalecimento dos corredores já consolidados, sobretudo aqueles voltados aos portos do Sul e Sudeste, como Paranaguá, Itapoá, Itajaí, Navegantes, Santos e Rio Grande, além dos eixos rodoviários que conectam polos industriais e agrícolas a esses terminais.
De acordo com o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), Luiz Gustavo Nery, o acordo representa um marco para o comércio exterior brasileiro e terá reflexos diretos sobre o setor de transporte de cargas. "O acordo proporciona previsibilidade e segurança jurídica, estimulando investimentos produtivos e logísticos. Isso permite que transportadoras ampliem frotas e invistam em tecnologia, rastreabilidade e conformidade, elevando o padrão operacional do setor. É uma oportunidade para que o transporte rodoviário se posicione de forma ainda mais estratégica na integração internacional do Brasil”, afirma.
Segundo dados do Governo Federal, o total de importações e exportações entre Brasil e União Europeia alcançou cerca de US$100 bilhões em 2025. Desse montante, US$ 49,8 bilhões correspondem às vendas brasileiras ao bloco europeu. A formalização do novo tratado cria condições para aprofundar essa relação, ao reduzir custos de acesso ao mercado europeu e ampliar a previsibilidade regulatória, o que tende a estimular investimentos e consolidar a presença brasileira em segmentos estratégicos.
Apesar do cenário positivo, Nery reforça que o setor precisará se preparar para absorver esse crescimento. “O efeito multiplicador deste crescimento impactará toda a cadeia logística, incluindo armazenagem, terminais retroportuários, operações de consolidação e serviços aduaneiros. Para absorver esse aumento de demanda, será fundamental focar na capacidade operacional, eficiência e planejamento, garantindo que o setor mantenha a qualidade, o cumprimento de prazos e a competitividade”, diz o executivo.
O avanço do acordo também insere o Brasil em uma agenda mais ampla de integração comercial com mercados de alto padrão regulatório, o que tende a elevar o nível de exigência sobre processos, prazos e conformidade. Sob essa ótica, a logística passa a ter papel ainda mais estratégico na consolidação da imagem do país como fornecedor confiável e competitivo no comércio internacional.
Para o executivo, o tratado exigirá maior profissionalização e acompanhamento de perto do setor. “O aumento de volume virá acompanhado de exigências mais rígidas em padrões operacionais, sanitários, ambientais e de rastreabilidade. As empresas que investirem em eficiência, tecnologia e integração da cadeia logística terão vantagem competitiva. Se bem aproveitado, o acordo pode representar um avanço qualitativo para o transporte rodoviário brasileiro”, conclui Nery.
SETCEPAR - Fundado em 1943, o Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), entidade que representa as empresas de transportes de carga no estado do Paraná, nasceu visando representar os empresários do setor de Transporte Rodoviário de Cargas da região em variadas atividades, como em negociações coletivas de trabalho e em aproximação com autoridades e com autarquias municipais, estaduais e federais, bem como com a imprensa. Com 80 anos de história, a entidade hoje representa empresas em 265 cidades do estado, oferecendo aos associados diversos serviços e eventos para fomentar melhorias no Transporte Rodoviário de Cargas local e nacional
Alta na quinzena, com crescimento concentrado: venda direta recupera terreno e eletrificados sustentam
Fiat Strada segue isolada na liderança do mercado com 5.409 unidades emplacadas na primeira quinzena de fevereiro
O Brasil emplacou 86.565 veículos leves na 1ª quinzena de fevereiro/2026, uma alta de 26,6% frente à 1ª quinzena de janeiro (68.375) e +13,0% contra a mesma quinzena de fevereiro/2025 (76.620). A parada do carnaval não afetou as quinzenas de fevereiro de 2025 e 2026. No acumulado de 2026, o setor soma 248.653, +5,3% sobre 2025 (236.154).
Dias úteis e ritmo diário (sem “ajuste” de calendário): foram 10 dias úteis na quinzena (igual janeiro e igual fev/25), então a comparação é direta. A média diária ficou em ~8,7 mil/dia, acima de janeiro (~6,8 mil/dia) e acima de fev/25 (~7,7 mil/dia).
No acumulado do ano, há um detalhe relevante: 2026 tem 31 dias úteis vs. 32 em 2025, então o crescimento de volume (+5,3%) veio mesmo com um dia útil a menos — a média diária do YTD melhora, bom sinal, mas ainda não garante que o mercado esteja “acelerando” de forma estrutural; ainda é começo de ano e os próximos dias irão confirmar o comportamento.
Canais: showroom melhora no ano, mas a “arrancada” vs. janeiro veio majoritariamente da venda direta – comportamento esperado na sazonalidade do ano.
Na 1ª quinzena de fevereiro, a venda direta ganhou peso
Showroom (varejo): 50.855 (58,7%)
Venda direta: 35.710 (41,3%)
Comparações (volume)
- Total m/m (vs. jan/26): +18.190 unidades
Venda direta: +11.966 (~66% do ganho m/m)
Showroom: +6.224 (~34% do ganho m/m)
- Total a/a (vs. fev/25): +9.945 unidades
Showroom: +7.448 (crescimento mais forte no ano)
Venda direta: +2.497
No acumulado do ano: venda direta em 38,5% (2025: 38,0%)
Montadoras: FIAT amplia liderança; Hyundai e Honda aceleram; GM continua perdendo share; BYD já disputa bloco da frente e GWM entra no TOP 10
Destaques de variação de participação (jan → fev):
FIAT: +2,4 p.p. (20,6% → 23,1%)
HYUNDAI: +2,1 p.p. (6,6% → 8,7%)
HONDA: +1,0 p.p. (3,7% → 4,7%)
Quedas:
GM: -1,7 p.p. (10,2% → 8,5%)
CHERY: -0,7 p.p. (2,9% → 2,2%)
NISSAN: -0,6 p.p. (3,1% → 2,5%)
Top 10 montadoras – 1ª quinzena de fevereiro/26
Modelos: Strada segue isolada; compactos e SUVs dominam; Dolphin Mini entra “no jogo” do Top 15
Top 15 modelos – 1ª quinzena de fevereiro/26
A Strada continua sustentando o topo com perfil de uso misto e forte presença em canais empresariais/frota.
O Top 15 é bem concentrado (quase 46% do mercado da quinzena)
Geografia: São Paulo lidera; Minas segue muito perto; Rio Grande do Sul recupera a quinta posição
Eletrificados: Volume sobe, mas share recua um pouco; no ano, eles explicam praticamente todo o crescimento.
Os eletrificados somaram 13.487 unidades na quinzena, com 15,6% de participação.
Volume: +18,7% (11.359 → 13.487)
Share: 16,6% → 15,6% (-1,0 p.p.)
Comparação anual (fev/25 → fev/26)
Volume: +104,6% (6.591 → 13.487)
Share: ~8,6% → 15,6% (quase dobrou)
Ponto-chave: do ganho total do mercado vs. fev/25 (+9.945), cerca de 6.896 unidades vieram dos eletrificados — ou seja, ~69,0% do crescimento anual da quinzena está nos eletrificados. O restante do mercado (não-eletrificados) cresce pouco (~+4,4% a/a).
No acumulado de 2026
Eletrificados: 40.257 (vs. 22.701 em 2025) = +77,3%
Participação no YTD: ~16,2% (vs. ~9,6% em 2025)
Distribuição por tecnologia (1ª quinzena fev/26) – híbridos plenos na liderança
HEV: 4.205 (31,2%)
BEV: 4.104 (30,4%)
PHEV: 3.679 (27,3%)
MHEV: 1.499 (11,1%)
Modelos líderes por tecnologia
BEV: BYD Dolphin Mini – 2.080 (50,7% dos BEVs)
PHEV: BYD Song Pro – 1.000 (27,2% dos PHEVs)
MHEV: FIAT Fastback – 560 (37,4% dos MHEVs)
HEV: TOYOTA – 1.447 (34,4% dos HEVs)
Marcas chinesas: leve recuo versus janeiro
As marcas chinesas fizeram 13,2% das vendas na quinzena, abaixo de janeiro (13,9%).
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