terça-feira, 19 de junho de 2018

VOLKSWAGEN AG E FORD ESTUDAM ALIANÇA ESTRATÉGICA PARA EXPANDIR CAPACIDADES, FORTALECER COMPETITIVIDADE E ATENDER MELHOR OS CLIENTES.

A Volkswagen AG e a Ford Motor Company anunciaram nesta terça-feira (19) a assinatura de um Memorando de Entendimentos e que estão estudando uma aliança estratégica destinada a fortalecer a competitividade de cada uma das companhias e melhor atender aos clientes globalmente.

As empresas estão estudando potenciais projetos em várias áreas - incluindo o desenvolvimento conjunto de uma linha de veículos comerciais para melhor atender às necessidades em evolução de seus clientes. A potencial aliança não envolverá acordos acionários, incluindo participações proprietárias cruzadas.

"A Ford está empenhada em melhorar nossa qualificação como negócio e alavancar modelos de negócios adaptativos - que incluem trabalhar com parceiros para melhorar nossa efetividade e eficiência", afirmou Jim Farley, presidente de Mercados Globais da Ford. "Essa potencial aliança com o Grupo Volkswagen é mais um exemplo de como podemos nos tornar mais ajustados como negócio, criando ao mesmo tempo um portfólio global de produtos vencedores e expandindo nossas capacidades”.

“Estamos ansiosos para analisar nos próximos dias, junto com a equipe da Volkswagen, como deveremos trabalhar juntos para melhor atender às necessidades em evolução dos clientes de veículos comerciais - e muito mais."

O Dr. Thomas Sedran, diretor de Estratégia do Grupo Volkswagen declarou: "As demandas do mercado e dos clientes estão se modificando a uma velocidade incrível. Ambas as empresas já têm posições fortes e complementares em diferentes segmentos de veículos comerciais. Para se adaptarem a um ambiente desafiador, é da mais alta importância ganhar flexibilidade por meio de alianças. Este é um elemento central da Estratégia 2025 do Grupo Volkswagen. A potencial colaboração industrial com a Ford é vista como uma oportunidade para melhorar a competitividade global das duas companhias." 

As empresas irão atualizar as informações e divulgar mais detalhes sobre o assunto à medida que as conversações progredirem. 

Com sede em Wolfsburg, na Alemanha, o Grupo Volkswagen é um dos maiores fabricantes mundiais de automóveis e o maior fabricante de carros da Europa.  O grupo compreende 12 marcas de sete países europeus: Volkswagen Passenger Cars, Audi, SEAT, ŠKODA, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Porsche, Ducati, Volkswagen Commercial Vehicles, Scania e MAN. Cada marca tem sua própria personalidade e opera no mercado como uma entidade independente. O espectro de produtos vai de motocicletas a carros pequenos e veículos de luxo. No setor de veículos comerciais, os produtos incluem linhas de picapes, ônibus e caminhões pesados. O grupo opera 120 unidades de produção em 20 países europeus e em outros 11 países das Américas, Ásia e África. A cada dia de trabalho, seus 642.292 empregados em todo o mundo produzem cerca de 44.170 veículos, e trabalham em serviços relacionado a veículos ou outras áreas de negócios. O Grupo Volkswagen vende seus veículos em 153 países. Com seu programa para o futuro "TOGETHER - Estratégia 2025", o Grupo Volkswagen está preparando o caminho para o maior processo de mudança em sua história: o realinhamento de um dos maiores fabricantes de carros para tornar-se um provedor líder global de mobilidade sustentável.

A Ford Motor Company é uma empresa global baseada em Dearborn, Michigan, nos Estados Unidos. A companhia projeta, produz, vende e oferece serviços a uma linha completa de carros, caminhões, SUVs, veículos elétricos da Ford e veículos de luxo da Lincoln; oferece serviços financeiros por meio da Ford Motor Credit Company e visa posições de liderança em eletrificação, veículos autônomos e soluções de mobilidade. A Ford emprega aproximadamente 202.000 pessoas em todo o mundo.

VW Media Relations.
Ford Communications.
Volkswagen do Brasil.
Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa.

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CONFORTO A TODA PROVA: CONHEÇA O VW DELIVERY EXPRESS.


Além de ser o caminhão que todo motorista pode dirigir, o Volkswagen Delivery Express destaca-se por unir robustez ao conforto de automóvel. 

Com o maior espaço interno da categoria, a cabine do novo Delivery reúne o que há de mais inovador em termos de ergonomia, conforto, espaço interno e robustez. A segurança é outro ponto alto: a cabine avançada ainda oferece melhor visibilidade em saídas de aclives ou curvas, proporcionando mais agilidade nas tomadas de decisão pelo motorista.

Pensando no dia-a-dia das aplicações urbanas, a Volkswagen inova mais uma vez: os clientes poderão também pedir a instalação da carroceria Randon e da câmera de ré no momento do pedido, de modo que o veículo já saia de fábrica pronto para rodar. Rádio e autofalantes também podem equipar o veículo com a garantia do BMB Mode Center, centro exclusivo de modificações da MAN Latin America. 

A nova cabine Delivery oferece ainda garantia de seis anos contra corrosão. Desenvolvida com a mais alta tecnologia, ela traz toda a modernidade, design, segurança e conforto reconhecido na marca VW. O seu espaço interno impressiona logo ao abrir as suas portas: seja na posição do motorista ou dos passageiros, todos os ocupantes estão sempre bem acomodados, principalmente quanto ao espaço para as pernas. 

Não por acaso seu desenvolvimento começou de dentro para fora: posição de dirigir, empunhadura do volante, regulagem de altura do banco, painel de instrumentos, porta-objetos e espaço suficiente para transitar no interior da cabine, indo do banco do motorista até o do passageiro de forma rápida, foram as premissas iniciais. 

“Cada detalhe do projeto interno da nova família Delivery levou em conta a rotina da distribuição urbana, tomando como premissas os aspectos de segurança, conforto e praticidade”, comenta Ricardo Yada, supervisor de Marketing do Produto da MAN Latin America. 

Tudo está à mão: o motorista tem acesso fácil a todos os comandos do veículo, tais como alavanca de transmissão, de freio de mão, coluna de direção regulável, dentre outros.

Mais de 15 porta-objetos facilitam a organização do motorista, incluindo consoles que comportam garrafas de até dois litros. Inclusive o encosto do banco central, rebatível, serve de mesa e apoio para o motorista fazer anotações em pranchetas, ou para uma refeição rápida em suas entregas.

Todos os itens, aliados ao excelente isolamento acústico da cabine proporcionam um ambiente de trabalho organizado e silencioso ao motorista. Isso pode ser traduzido como maior produtividade no final do dia. 

Outro diferencial interno é o túnel central plano, com altura de apenas 100 mm. Isso facilita o deslocamento interno na cabine, trazendo toda praticidade pedida pela aplicação.  O acabamento interno tem ainda cores escuras, ideais para o dia-a-dia da operação de distribuição urbana, o que evita a aparência de sujidade por conta do entra e sai da cabine.

E até mesmo a posição dos pedais foi adequada ao anda e para das entregas urbanas, sem exigir grande esforço de acionamento ao motorista, o que reduz os riscos de lesão por esforço repetitivo (LER).

A manutenção também é mais fácil: o basculamento da cabine é feito de forma simples e oferece rapidamente acesso à motorização. O sistema de suspensão independente na dianteira e parabólicas na traseira também é destaque: proporciona mais conforto e excelente manobrabilidade, ponto fundamental às operações urbanas. 

MAN Latin America.


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REINTEGRA RENDE CRÉDITOS DE 20 MILHÕES NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA.


A Becomex, consultoria especializada na área tributária e operações internacionais, acaba de recuperar cerca de R$ 20 milhões em créditos do Reintegra no setor automotivo. Segundo os levantamentos da Becomex, somente em uma marca do setor, além desse montante, ainda restam mais de R$ 50 milhões a resgatar, referentes aos anos de 2015, 2016 e 2018.

O Reintegra é um mecanismo criado pelo governo para devolver uma parcela dos impostos pagos na cadeia produtiva às empresas exportadoras de bens manufaturados no Brasil, que podem reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.

A estratégia do governo federal para viabilizar a redução de R$ 0,46 do preço do litro do diesel e colocar fim à greve dos caminhoneiros cortou de 2% para 0,1% a alíquota do Reintegra a partir 1º de junho de 2018. A nova regra deve aumentar as perdas das empresas exportadoras do Brasil. Porém, ainda é possível resgatar com a alíquota maior os mais de R$ 9,5 bilhões acumulados no Reintegra, referentes aos cinco anos anteriores à nova decisão.

"O projeto de recuperação de créditos do Reintegra da Becomex leva, em média, 60 dias para cada ano, incluindo levantamento dos dados para solicitação do benefício. No curto prazo, as empresas recebem 'dinheiro novo' em seu caixa, e a longo prazo, conseguem mais organização e agilidade nos processos internos, melhor visão para encontrar novos benefícios que não estavam no radar, garantia de compliance e, ainda, o mesmo olhar da Receita Federal em todas as operações", afirma o vice-presidente da Becomex, Rogério Borili.


PitchCom - Comunicação na medida certa! 

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CONTINENTAL APRESENTA PNEUS DE CARGA E BANDAS DE RECAPAGEM NA TRANSPOSUL.

Em parceria com a revenda Atual Pneus, a Continental, maior fabricante de pneus da Alemanha e um dos maiores fornecedores de sistemas automotivos do mundo, estará presente de 27 a 29 de junho na 20ª edição da TranspoSul, a maior feira de Transportes e Logística do Sul do país. Em seu estande, estarão em exibição pneus de carga para as aplicações de transporte regional e urbano, mineração, canavieiro e construção, bandas de recapagem e também modelos especiais para vans.


Destaque para o trativo Hybrid HD3, disponível nas medidas 275/80 R22.5 e 295/80 R22.5,  desenvolvido para atender às duras exigências dos caminhões que fazem o transporte regional e de longa distância nas estradas nacionais. Além de oferecer uma baixa resistência ao rolamento - o que garante um menor consumo de combustível - o Hybrid HD3 possui uma banda de rodagem mais larga e emprega em sua fabricação um composto especial para proporcionar um significativo aumento da quilometragem.

Outra atração é o pneu HTR1, oferta da Continental para reboques, semirreboques e bitrens. Disponível na medida 295/80 R22.5, ele incorpora uma série de inovações, incluindo um composto especial de borracha que aumenta a resistência a cortes e picotamento, ao mesmo tempo que reduz a resistência ao rolamento, além de uma geometria de banda que garante resistência a arraste laterais, prevenindo o desgaste irregular do pneu proporcionando maior economia de combustível e extensão da vida útil. O HTR1 entrega maior  durabilidade da carcaça e os sulcos de sua banda de rodagem ganharam um desenho piramidal patenteado que evita a retenção de pedras e preserva a estrutura do pneu.

Também será apresentada a banda de recapagem ContiTread HTR2, disponível na recapadora da Atual Pneus com a mesma tecnologia empregada na Best Drive, a recapadora própria da Continental Pneus. Desenvolvida especificamente para aplicação em reboques, semi-reboques e bitrens, a banda do HTR2 contém 20% a mais de borracha e 13 milímetros de profundidade de sulco, elementos que contribuem para um melhor desempenho quilométrico. Sua superfície de contato é mais larga e assegura um desgaste mais uniforme do pneu.

E quem está visitando a TranspoSul em busca de pneus para vans encontrará duas opções da Continental: o VanContact™ AP e o Vanco-8. Ambos oferecem uma banda de rodagem reforçada nas laterais para conferir uma proteção adicional contra cortes e rasgo, maior durabilidade com uma maior quilometragem e capacidade de carga. A preocupação com o conforto também esteve presente durante todo o processo de desenvolvimento desses modelos que asseguram aos passageiros um baixo nível de ruído.

"A TranspoSul é um evento extremamente relevante para o setor de transporte da região. Nossa presença nesta mostra é uma oportunidade para apresentar os diferenciais presentes na linha de pneus de carga da Continental e como eles podem contribuir para uma operação mais segura e econômica", destaca Jederson Luiz da Silva, gerente comercial da Atual Pneus. Parceira comercial da Continental há oito anos, a Atual possui uma rede integrada por três truck centers e dois auto centers localizados, respectivamente, nas cidades de São Leopoldo, Ijuí, Uruguaiana e Novo Hamburgo.

Para mais informações sobre a linha de pneus de caminhão da Continental visite www.conti.com.br/truck.


MLP Assessoria de Imprensa
Mário Pereira - mario@mlpcom.com.br
Karen Kornilovicz - karen@mlpcom.com.br

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CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

ERIC BOUILLER E ZAK BROWN PODEM PERDER LUGAR PARA MARTIN WITHMARSH.



A possibilidade de a McLaren sofrer nova reviravolta interna ganhou corpo ontem (18) quando o nome de Martin Withmarsh começou a circular como possível substituto de Eric Bouiller e Zak Brown. De acordo com o site grandprix.com o inglês, que gerenciou a operação de F-1 na marca por cerca de 25 anos, teria sido procurado por um grupo de engenheiros da McLaren para voltar à equipe e trabalhar para recolocá-la entre as grandes. Withmarsh, que antes da McLaren foi executivo da British Aerospace, admitiu que a aproximação aconteceu e que o assunto progrediu: "Algumas pessoas sugeriram me enviar uma carta pedindo que eu voltasse. Eu respondi que o destinatário dessa carta deveria ser Mansur Ojjeh (executivo maior do grupo McLaren), a quem já expliquei minha visão sobre a situação, onde vejo que alguns nomes devem partir. Agora cabe a ele e aos acionistas decidirem o que fazer."

Eric Bouiller (E) e Zak Brown podem estar em rota de colisão com Martin Withmarsh. Foto:  McLaren.

Não é necessário ler nas entrelinhas que a gestão de Eric Bouiller à frente do time e a política de Zak Brown em levar a McLaren para disputar outras categorias (como a F-Indy e a Endurance) em paralelo estão diluindo a capacidade do time, até então focado exclusivamente na F-1. Bouiller é considerado um homem com temperamento difícil e a recente demissão de Tim Goss teria sido a gota d'água para a rebelião interna. Zak Brwon, por seu lado, tem uma filosofia de trabalho praticamente avessa à escola de Ron Dennis, que ficou famoso pela maneira contida com que se relacionava com a imprensa e pelo seu linguajar empolado, o famoso "Ron Speak" (Discurso do Ron). Há anos a equipe não vence uma prova, não vê um piloto no pódio e está sem um patrocinador principal, algo ainda hoje inconcebível para uma das maiores vencedoras da história da F-1.

Na Red Bull sai Renault, entra Honda


Red Bull encerra 12 anos de parceria com a Renault e adota motores Honda a partir de 2019. Foto: Red Bull.

No próximo fim de semana, quando o circuito de Paul Ricard e o GP da França retornam ao calendário da categoria, a decisão da Red Bull interromper 12 anos de aliança com a Renault será outro assunto bastante comentado. Com essa mudança a maior beneficiada será exatamente a McLaren, que se tornaria o principal cliente da Renault no ano que vem.

Le Mans: Toyota ganhou, Negrão herdou


A corrida dura 24 horas, mas a preparação se arrasta por cerca de um ano e o resultado da pista nem sempre resiste ao dia seguinte. Na edição 2018 das 24 Horas de Le Mans a Toyota que lhe escapou por anos a fio e a equipe G-Drive Racing foi desclassificada da vitória na classe LMP2. Com isso o brasileiro Guto Negrão foi declarado vencedor já que ele e seus companheiros Nicolas Lapierre e Pierre Thiriet terminaram em segundo na classe.

O Toyota 8 assumiu a liderança com 16 horas de prova. Marca japonesa fez dobradinha . Foto: ACO.

Se para a Toyota e, particularmente Fernando Alonso, foi o primeiro triunfo na clássica prova francesa, para o Brasil foi a segunda vitória: no ano passado Daniel Serra venceu na classe LMGTE Pro, com Daniel Serra (Aston Martin Vantage GTE).

O Signatech-Alpine-Gibson do brasileiro André Negrão, vencedor na categoria LMP2.Foto:  Alpine.

A conquista veio após a verificação técnica realizada ontem e que apontou alterações no sistema de reabastecimento no Oreca-Gibson do trio Roman Rusinov/Andrea Pizzitola/Jean-Eric Vergne. A equipe russa já anunciou que vai recorrer da desclassificação dentro do prazo regulamentar de 96 definido pelo Automobile Club de l'Ouest para apresentar seu apelo. Dessa forma o resultado da prova mantém o caráter provisório até a próxima quinta-feira.

Ganhador na categoria LMGTE Pro derrotou Aston Martin, BMW, Corvette, Ferrari e Ford GT. Foto: ACO.

Se a Toyota dominou a competição sem sustos ou imprevistos, a vitória da Porsche nas classes LMGT Pro (Michel Christensen/Kevin Estre/Laurens Vanthoor) e AM (Matt Campbel/Christian Ried/Julien Andlauer) foi das mais disputadas. Na classe Pro chegou a surpreender o ritmo da prova: ainda na primeira meia hora de prova um Ford GT, uma Ferrari, dois Porsches, um Corvette, um BMW M8 e um Aston Martin disputavam roda a roda como se não houvesse uma curva até a bandeirada de chegada. Sem dúvida, uma amostra do que deve e pode ser a receita para colocar o Mundial de Endurance no seu devido lugar.

O resultado completo das 24 Horas de Le Mans você encontra clicando aqui.

Enzo Fittipaldi dominou F-4 em Misano


Enzo Fittipaldi, novo líder do Campeonato Italiano de F-1. Foto: Italia F4.

Depois de um fim de semana pouco produtivo e marcado por acidentes na etapa de Monza, Enzo Fittipaldi recuperou-se com categoria e simplesmente dominou a quarta rodada do Campeonato Italiano de F-4. Enzo iniciou o fim de semana em terceiro lugar e 103 pontos no torneio, atrás de Leonardo Lorandi (143) e Olli Caldwell (120) mas com três vitórias nas provas disputadas no fim de semana em Misano, deixou a pista situada à beira do mar Adriático como novo líder, um ponto à frente de Lorandi (177). Ainda restam três rodadas para definir o título, a próxima delas dua 29 de julho , em Imola.





* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é diretor de redação do site Motores ClássicosTwitter: @motclassicosFale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

NEOBUS CRIA FILIAL EM SÃO PAULO PARA CRESCER NOS SEGMENTOS DE URBANOS E MICROS.


Como parte de sua nova estratégia de atuação no mercado e visando reforçar sua presença nos segmentos de urbanos e micro-ônibus, nos quais alcançou excelentes resultados em 2017, a NEOBUS abre sua filial na cidade de São Paulo, para atendimento aos clientes de todo o Estado. A nova unidade permitirá que a fabricante esteja mais próxima dos seus clientes e atue de maneira direta, ainda mais rápida e eficiente, oferecendo serviços de elevado padrão e também suporte de assistência técnica e peças de reposição.

Segundo João Paulo Ledur, diretor da NEOBUS, apesar de toda a crise enfrentada pela indústria brasileira do ônibus até o segundo semestre do ano passado, 2018 começou em outro ritmo e com demanda crescente, sobretudo no segmento de urbanos e micros. "Terminamos 2017 com excelente desempenho no segmento de micro-ônibus, no qual fomos o maior fornecedor para o programa Caminho da Escola, e nas exportações, onde alcançamos o nosso melhor resultado histórico, com produção superior a 500 unidades", comenta.

"Somos reconhecidos pela robustez e qualidade dos nossos produtos e pela velocidade de resposta às demandas dos parceiros. A filial São Paulo vai permitir que sejamos ainda melhores e atendamos o cliente com ainda mais excelência", destaca João Paulo. Até agora, a NEOBUS não dispunha de uma operação dedicada em São Paulo, um dos principais mercados de micros e urbanos do País. Com a nova unidade, a fabricante promove maior aproximação com o cliente, com a oferta de serviços com o padrão de qualidade da própria fábrica, com equipe especializada para assistência técnica e garantia, e centro de distribuição de peças e componentes.

De acordo com João Paulo Ledur, a estratégia da NEOBUS é focar no desenvolvimento e produção de veículos mais leves, eficientes, atraentes e de fácil, rápida e baixa manutenção. A meta é manter a presença forte no segmento escolar, com o fornecimento para o Caminho da Escola e repetir o bom desempenho alcançado no ano passado em micros, com a produção de 815 unidades.

"Este ano, também vamos apresentar várias novidades em termos de novos produtos para intensificar nossa presença em urbanos e também em rodoviários leves, destinados ao segmento de fretamento. No mercado externo, pretendemos manter os mercados e clientes conquistados nos últimos anos para consolidar a marca no exterior, sobretudo nos países da América Latina", destaca.

Secco Consultoria de Comunicação.

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BIOCOMBUSTÍVEIS AINDA SÃO A PREFERÊNCIA BRASILEIRA.


Doze palestras compuseram a 4ª edição do Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis, organizado e promovido pela AEA - Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, no último dia 14 de junho, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo (SP), sob o macrotema “Qual o futuro da matriz energética e da mobilidade no Brasil?”

Quase trezentos participantes puderam ouvir especialistas sobre veículos elétricos, híbridos, veículos à combustão, etanol, combustíveis fósseis, biodiesel, célula de combustível, HVO. Um amplo debate, mas ao final do evento a preferência brasileira em matrizes energéticas recai sobre os biocombustíveis. É o que o presidente da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Antonio Megale, e seu diretor técnico Henry Joseph Junior, propuseram à plateia, na medida em que o Brasil é rico em combustíveis renováveis. “Mas, como um importante centro de pesquisa e desenvolvimento, o Brasil não deve deixar as demais tecnologias de lado. Os veículos elétricos já uma realidade no mundo. Nós também temos de ter o domínio do conhecimento dessas tecnologias”, afirmou Megale.

Pouco antes da palestra de abertura da Anfavea, o presidente da AEA, Edson Orikassa, já havia explicitado o pensamento da entidade, ou seja, o Brasil é privilegiado em combustíveis renováveis, com domínio pleno do conhecimento dessas tecnologias. “Passamos pelo Inovar-Auto e agora às vésperas do Rota 2030... Em ambos os programas, a AEA teve papel preponderante. Sabemos da importância das novas tecnologias elétrica, híbrida e de célula de combustível. No entanto, vale salientar que o Brasil possui um dos ciclos de vida, em se tratando de matrizes energética, mais limpos com os combustíveis renováveis”, destacou.

O Painel 1 “O Futuro da Matriz Energética no Brasil” teve início com a apresentação de Ricardo Gomide, coordenador-geral de Desenvolvimento da Produção e do Mercado de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia. Com o tema “RenovaBio”, política definida em lei para induzir eficiência energética e ambiental na matriz brasileira de biocombustíveis, Gomide informou que o programa tem como os principais instrumentos as metas compulsórias de redução de emissões de CO2 para o mercado de combustíveis. “Do poço à roda, os biocombustíveis são uma solução pronta e eficiente nos aspectos ambiental, econômico e social”, afirmou.

“O Diesel de Origem Vegetal (HVO - Hydrotreated Vegetable Oil) é produzido a partir de resíduos e frações de gordura residual provenientes de alimentos, peixes e indústrias de matadouros, bem como de fracções de óleos vegetais não alimentares”, informou Nilton Shiraiwa, gerente de Desenvolvimento de Produto da Mercedes-Benz. Ainda de acordo com ele, a montadora aprovou o uso do HVO uso nos motores de ultima geração (Euro VI) em 2016.

Entre as vantagens do HVO, vale destacar o maior poder calorífico e número de cetanas que o Biodiesel, o uso das mesmas matérias primas que o biodiesel (óleo vegetal ou gordura animal), aparecimento no cenário mundial como alternativa ao diesel fóssil, reduzindo a emissão total de CO2, além da excelente estabilidade a oxidação, ou seja, não causa os problemas conhecidos do Biodiesel; não requer cuidados especiais de manuseio e estocagem como o Biodiesel.

Na palestra “Etanol Único”, Ricardo Abreu, vice-presidente de Sistemas de Motores e Desenvolvimento de Componentes de Produtos da Mahle Metal Leve, exibiu um teste realizado em um motor 1.6 Flex de 4 cilindros que apresentou melhoria da autonomia de 6,8% com o etanol (98,4%) em comparação com o etanol básico (93%). O painel foi encerrado após debate entre os palestrantes ministrado por Vicente Pimenta.

O gerente da Petrobrás, Frederico Kremer, também marcou presença no evento da AEA com o tema “Estratégia futura para o abastecimento de combustíveis fósseis”. Na oportunidade Kremer destacou os hidrocarbonetos renováveis entre os combustíveis alternativos. Segundo ele, traz compatibilidade com frota e infraestrutura atual, segurança energética, menor emissão, além de flexibilidade. Ainda na avaliação do gerente da Petrobrás, “os derivados do petróleo ainda têm importante papel para desempenhar no futuro e devemos considerar a contribuição de biocombustíveis avançados obtidos no coprocessamento com derivados de petróleo”, afirmou.

De acordo com estudo apresentado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Ministério de Minas e Energia, em palestra “A Importância atual e futura da Energia elétrica na matriz energética”, por Amílcar Guerreiro, diretor de Estudos de Energia Elétrica da EPE, até 2026, indústrias, transportes e residências responderão 72,1% do consumo final de energia no País refletindo a redução da participação de petróleo e derivados na matriz.

“A busca pela eficiência energética visa uma redução do custo operacional assim como CO2, mas para isso significa ter uma abordagem mais abrangente passando por motor, pós-tratamento, transmissão, eletrificação, conectividade, além dos combustíveis alternativos”, afirmou George Glyniadakis da AVL, durante temática “Do Motor Diesel ao Powertrain: Roadmap para a Eficiência Energética”.

O Diagnóstico Preditivo melhora a satisfação do cliente e fidelidade à marca, além de proativamente gerar contatos do cliente e otimizar o processo de manutenção. A engenheira de Desenvolvimento de Produto da Robert Bosch, Karine Bauer, em apresentação “Predictive Diagnostics Beyong Big Data”, ainda informou que o programa minimiza custos no caso de serviço, traz benefícios para operadores de frota e oferece maior disponibilidade de veículos com a melhor utilização de uma frota.

“A poluição causou 9 milhões de mortes prematuras em 2015, sendo 16% de todas as mortes no mundo. E é crucial entendermos o mecanismo físico e químico de geração dos poluentes atmosféricos, as emissões. Nos centros urbanos, os veículos são a fonte mais importante de poluição do ar”, alertou Sérgio Ibarra da USP durante palestra “O programa VEIN: mapeamento de emissões veiculares em condições de trafego urbano real”.

A palestra, “Gerenciamento de Energia Veicular”, ministrada por André de Oliveira, gerente de Engenharia de Serviços da Siemens, fortaleceu a necessidade da introdução de novas tecnologias para transmissões como uma importante aliada na corrida da economia de combustível.

No Painel 2 “O Futuro da Mobilidade no Brasil”, a temática “Veículos Híbridos” foi introduzida por Anderson Suzuki, gerente de Comunicação da Toyota. “Acreditamos que os motores se diversificarão de acordo com o tamanho do veiculo, distância percorrida e tipo de combustível, ou seja, acreditamos que novas categorias de mobilidade surgirão, já que os motores a combustão em veículos de passageiro serão gradualmente substituídos por hibridos e hibridos plug-in”.

Ainda de acordo com Suzuki, “a adoção de carros 100% elétricos é limitada pela autonomia e tempo de carregamento da bateria. Assim, VEs são mais apropriados para distancias curtas. Já os carros movidos a célula de combustível têm maior autonomia e abastecimento rápido, o que os torna apropriados para várias aplicações. Entretanto requerem o estabelecimento de nova infraestrutura antes de sua popularização. Nosso objetivo é contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade de mobilidade sustentável com conforto, segurança e de forma ambientalmente amigável”.

Atualmente são 3 milhões o número de veículos elétricos que circulam no mundo. De acordo com Luiz Fernando Oliveira, engenheiro e Coordenador do Projeto VE da Renault, para limitar o aumento de temperatura da Terra abaixo de 2 graus até o final do século, o número de veículos elétricos necessita atingir 220 milhões até 2030”, concluiu Oliveira.

O Painel 2 foi encerrado após debate com a participação do publico presente e mediado por Fernando Calmon, engenheiro e jornalista especializado. O evento foi encerrado por Renato Linke, um dos coordenadores da comissão organizado, ao lado de Alfredo Castelli, Sergio Viscardi e Vicente Pimenta.

A AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo ser um fórum neutro de discussão sobre questões estratégicas relativas à engenharia automotiva nacional com envolvimento direto da indústria automotiva, de órgãos governamentais, instituições de ensino e de pesquisa, entidades internacionais e a sociedade em geral. A entidade conta com um sólido histórico de mais de 30 anos de grandes contribuições para o desenvolvimento da engenharia automotiva e das políticas públicas do setor, com a ação sustentada em pilares como conhecimento científico, tecnologia, competitividade, qualidade, autonomia e sustentabilidade. Única associação 100% nacional no segmento, hoje a AEA está consolidada no setor automotivo como um centro catalisador de soluções. Atualmente, a entidade conta com mais de 70 empresas associadas, provenientes de diversos segmentos do setor automotivo que participam ativamente de comissões técnicas, grupos de trabalho, workshops, eventos, cursos e projetos voltados para o desenvolvimento da engenharia automotiva nacional.


ELETRA REALÇA A IMPORTÂNCIA DA ELETROMOBILIDADE EM SEMINÁRIO REALIZADO EM BRASÍLIA.


A experiência com o recente projeto de desenvolvimento do sistema powertrain para o caminhão eDelivery, apresentado pela Volkswagen Caminhões e Ônibus do ano passado, e na produção e fornecimento dos ônibus híbridos, trólebus e elétricos da Metra Transportes, utilizados na locomoção de passageiros no Corredor ABD, em São Paulo, foram exemplos do importante papel da eletromobilidade para a sustentabilidade e o bem-estar das pessoas nos centros urbanos brasileiros, enfatizados durante o seminário Pensando a Eletromobilidade no Brasil – Um Olhar sob as Diferentes Rotas Tecnológicas, realizado no último dia 14 de junho, em Brasília.

Organizado pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços), Giz (Deutsche Gesellschaft für Internationale, ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e (Procobre) Instituto Brasileiro do Cobre, o evento discutiu e apresentou modelos e situações por intermédio das quais a eletromobilidade pode contribuir para a matriz energética do País e para a evolução na utilização em larga escala de veículos movidos com combustíveis de fontes sustentáveis e renováveis.

Iêda Martins Oliveira, gerente comercial da Eletra e diretora da ABVE – Associação Brasileira de Veículos Elétricos - deu ênfase à urgente necessidade de maiores participação e utilização de ônibus elétricos, trólebus e híbridos na frota circulante das cidades e salientou a contribuição prestada, durante os dias de protesto dos caminhoneiros, pelos mais de 100 ônibus elétricos e híbridos que compõem parte da frota da Metra Transportes, de São Paulo, com unidades produzidas pela Eletra.

De acordo com Iêda Oliveira a frota de veículos elétricos e híbridos da Metra garantiu o transporte normal de passageiros do Corredor ABD e supriu parte dos veículos que ficaram sem combustível durante o recente protesto dos caminhoneiros. "Embora tenha sido um transtorno para a sociedade, o protesto revelou a importância dos veículos híbridos e elétricos para o transporte urbano, pela independência do combustível fóssil e pela preservação ambiental e saúde das pessoas", salientou a executiva.


A gerente comercial da Eletra esclareceu que, além de serem veículos não poluentes e que utilizam tecnologias limpas e de fontes renováveis, os ônibus elétricos a bateria e trólebus, assim como os híbridos e os movidos a GNV colaboram para uma matriz energética limpa com ganhos para a sociedade e para o meio ambiente.

"Na capital paulista foi aprovada a Lei 16.802/2018 que estabelece uma redução na emissão de CO2, em toda a frota de ônibus da cidade, de 50% em 10 anos e de 100% em 20 anos. Podemos fazer uma análise comparativa entre as metas estabelecidas e o drama que vivemos hoje e constataremos que os benefícios vão além das questões ambientais e de saúde. As questões econômicas e de segurança operacional são partes agregadas ao cenário positivo com a diversidade da matriz energética no transporte coletivo das grandes cidades", conclui Iêda Oliveira.

Secco Consultoria de Comunicação.

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sábado, 16 de junho de 2018

AUDI CONECTA CARRO ELÉTRICO À CASA.

Audi e-tron integrado discretamente à casa conectada

A Audi dá um passo além na mobilidade elétrica ao oferecer aos seus consumidores um sistema personalizado. A marca está se juntando a dois novos parceiros para conectar o modelo elétrico Audi e-tron à infraestrutura das casas de seus clientes. Interação inteligente com o sistema de gerenciamento de energia residencial da SMA Solar Technology e do Hager Group possibilita uma recarga econômica – utilizando energia sustentável fotovoltáica, quando desejado.

A Audi oferece várias soluções de recarga em casa, onde a maior parte das recargas é feita: O Sistema Convencional de Recarga Compacta possibilita o processo com uma potência de até 11kW. O Sistema Opcional de Conexão dobra a potência para 22 kW. Por esta razão, o Audi e-tron vem acompanhado de um segundo carregador opcional. O Sitema de Recarga de Conexão também conecta com a infraestrutura residencial via Wi-Fi e, em conjunto com o Sistema de Gerenciamento de Energia Residencial (HEMS), possibilita funções inteligentes de recarga. 

"Para manter nossos padrões de qualidade premium, queremos que o carro elétrico se conecte discretamente à casa conectada, para oferecer um valor agregado genuíno ao consumidor. Por isso, nos juntamos a dois fornecedores líderes na área de Sistemas de Gerenciamento de Energia Residencial, o Hager Group e SMA Solar Technology. Essa parceria nos traz o melhor da conveniência no processo de recarga", afirma Fermin Soneira, Chefe de Marketing do Produto da Audi.

Recarga otimizada


Com o Sistema de Recarga de Conexão e equipamento HEMS, o consumidor poderá usufruir de tarifas elétricas variáveis para recarregar o Audi e-tron. O sistema pode carregar a bateria quando a eletricidade é mais barata enquanto considera simultaneamente os requisitos de mobilidade do consumidor, como horário de partida e nível de bateria atual.

O Sistema de Recarga de Conexão recebe a quantia necessária de informação do HEMS ou da informação fornecida pelo consumidor via portal myAudi. Se a casa estiver equipada com um sistema fotovoltáico, o consumidor pode aperfeiçoar o processo de recarga ao escolher a eletricidade gerada pelo Sistema para recarregar o Audi e-tron. O SUV elétrico faz esse processo ao considerar a previsão de dias de sol e o fluxo momentâneo de energia entre a rede elétrica pública e a casa do cliente.

Proteção contra Blackout


A função de recarga inteligente também protege o consumidor contra eventuais blackouts. O Sistema de Recarga sempre considera os requisitos de energia de outros consumidores da região para evitar a sobrecarga do sistema elétrico das casas. O consumidor pode verificar as estatísticas individuais de recarga e o progresso do processo no portal myAudi e no aplicativo myAudi. Além do período de recarga e da quantia de eletricidade recarregada, o sistema também oferece informações detalhadas sobre os custos correspondentes. Esses dados são armazenados em um servidor seguro e o portal oferece a análise e exportação das funções.

O e-tron marca o amanhecer de uma nova era para a Audi. A empresa de manufatura clássica de automóveis está se transformando em um fornecedor de sistema de mobilidade. Graças ao leque compreensivo de opções de recarga com soluções inteligentes para casa e 'na estrada', clientes poderão aproveitar da direção elétrica sem preocupações.

CNH INDUSTRIAL ENTREGA 900 ÔNIBUS DA IVECO BUS AO GOVERNO DE MINAS GERAIS.


A CNH Industrial começou a entregar as 900 unidades de modelos de portfólio da IVECO BUS, entre eles CityClass, WayClass, SoulClass e SeniorClass, adquiridas pelo governo de Minas Gerais. Todos os veículos contam com Dispositivo de Poltrona Móvel (DPM), que beneficia diretamente os passageiros com mobilidade reduzida.

Essa solução em acessibilidade foi lançada globalmente pela CNH Industrial e pela IVECO BUS em 2016, no Brasil, oferecendo a todas as pessoas a bordo do veículo as mesmas condições de conforto e segurança.

O sistema de acessibilidade posiciona a poltrona do lado de fora do veículo, permitindo ao passageiro, com necessidades especiais, embarcar e desembarcar sentado no seu assento.

As 900 unidades representam uma das maiores entregas já feitas de veículos com acessibilidade através de DPM. O primeiro lote foi entregue na cidade de Patos de Minas, na região do Triângulo Mineiro. Os ônibus farão parte da frota de municípios mineiros e irão transportar alunos de escolas públicas.

Os ônibus, baseados no chassi 70C17 (CityClass, WayClass e SoulClass), e no chassi 150S21 (SeniorClass), se destacam pelo conforto, acessibilidade e inclusão para os ocupantes. "Destaco o SoulClass primeiro micro-ônibus inclusivo do Brasil.

“O conceito do projeto é baseado em aspectos como acessibilidade para os passageiros com mobilidade reduzida e benefícios para o operador, solução obtida por meio do inovador Dispositivo de Poltrona Móvel", afirma Humberto Spinetti, diretor da IVECO BUS para a América Latina.

"Nossos veículos contribuem para que os estudantes possam se deslocar com conforto e sem constrangimento. Isso possibilita maior capacidade de transporte para as prefeituras, com o menor custo por aluno. Temos a tecnologia e, principalmente, o desejo de colaborar por um transporte mais justo", completa Spinetti.

Os veículos negociados com governo de Minas Gerais são projetados para rodar em ambientes urbanos e rurais mantendo o bem-estar e a segurança a bordo. "Essa negociação foi realizada por meio de uma licitação estadual e tem o objetivo de proporcionar transporte de qualidade na rede de ensino do estado", afirma Renato Perrotta, gerente de vendas ao governo da IVECO.

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