terça-feira, 23 de outubro de 2018

RUMO QUEBRA RECORDE DE CAMINHÕES DESCARREGADOS EM RONDONÓPOLIS.


Investimentos na infraestrutura do terminal refletem rapidamente no aumento da eficiência operacional da Companhia em Mato Grosso.


A Rumo quebrou um novo recorde operacional em setembro no seu terminal localizado em Rondonópolis (MT). No dia 27/09, foram descarregados 1.475 caminhões que transportam grãos. As commodities são escoadas pela ferrovia até o Porto de Santos (SP). O número total foi 3% maior do que o obtido no recorde anterior em 31/08.

O terminal da Rumo em Rondonópolis é responsável pelo escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste destinada à exportação. Recentemente, a Companhia investiu quase R$ 170 milhões em melhorias de infraestrutura e aumento de capacidade das instalações. A capacidade de recebimento é de até 2.000 caminhões por dia, e os aportes financeiros recentes capacitam a Rumo continuamente a superar seus índices médios de operações.


Hoje, a estrutura do terminal conta com 11 moegas, que possibilitam descarregar mais de 80 caminhões por hora. O local também possui um armazém com capacidade estática de 45 mil toneladas e duas linhas ferroviárias com cinco tulhas, permitindo carregar 40 vagões por hora. Em média, sete composições com 80 vagões de grãos são carregadas por dia.

A Rumo é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil e América Latina. A Companhia tem mais de 12 mil quilômetros de trilhos formados por quatro concessões em seis estados: São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Com mil locomotivas e 25 mil vagões, a empresa oferece uma gama completa de serviços interligando centros de produção, polos consumidores e portos marítimos.

Loures.

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MARCOPOLO CONQUISTA O TROFÉU TRANSPARÊNCIA 2018.

A Marcopolo, uma das principais fabricantes mundiais de ônibus e de soluções para o transporte de passageiros, conquistou, pela terceira vez, o Troféu Transparência - Prêmio ANEFAC – FIPECAFI – SERASA EXPERIAN -, edição 2018, na categoria Empresas de Capital Aberto com receita liquida até R$ 5 bilhões/ano.


A cerimônia de entrega do Troféu Transparência aconteceu em São Paulo. Os executivos Pablo Freitas Motta, gerente de Planejamento Tributário, Auditoria e Riscos, e Leandro Antonio Basso, contador da Marcopolo receberam os troféus da ANEFAC. Foto: Koiti Miyashita.

"O Troféu Transparência é o reconhecimento à gestão da empresa e sua conduta ética. Estamos muito orgulhosos por mais esta conquista, ainda mais depois de um período difícil para o setor de transportes, que reforça o nosso relacionamento com o mercado e os stakeholders", destaca José Antonio Valiati, CFO e diretor de Relações com Investidores da Marcopolo.

Criada em 1997, a premiação, que já está em sua 22. edição, é um reconhecimento público às melhores demonstrações contábeis publicadas no País e tem por objetivo incentivar a transparência corporativa no mercado, por meio do fornecimento de informações claras e de qualidade. A eleição é realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC) e conta com a supervisão técnica da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI) e da Serasa Experian.

O Troféu Transparência, conhecido como o "Oscar da Contabilidade", é a única premiação da categoria no Brasil. Entre os critérios para chegar às ganhadoras estão: a qualidade e o grau das informações contidas nas demonstrações e notas explicativas, a transparência das informações prestadas, a qualidade e consistência do relatório de administração e a aderência aos princípios contábeis, no exercício de 2017. 

Criada há 50 anos, a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC) – entidade de classe sem fins lucrativos, é a principal referência do Brasil para o desenvolvimento das melhores práticas de transparência nas demonstrações financeiras tanto nas empresas privadas como nas públicas.

A ANEFAC promove palestras, fóruns, reuniões técnicas, conferências, treinamentos e networking entre executivos, além de produzir publicações e pesquisas. Também fomenta o debate de temas importantes para o desenvolvimento das empresas e do País. A ANEFAC tem sede em São Paulo e atua nacionalmente com regionais estabelecidas em: Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São José dos Campos e Salvador. Desde novembro de 1968, a entidade contribui para o desempenho sustentável e influência dos executivos, em busca de mais transparência, justiça e responsabilidade. E, tal como na história, cada momento serviu de degrau para a evolução da entidade, que hoje é uma das mais influentes do País. Para conhecer o regulamento e obter mais informações sobre o Prêmio acesse www.anefac.org.

Secco Consultoria de Comunicação.

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O POLICIAL RODOVIÁRIO, O MONZA SR 1.8 E EU.
Por Chico Lelis*


O Policial era fanático pelo Monza.
 Tinha um hatch, mas não era um SR 1.8 como aquele.


Corria o ano de 1986 e lá ia eu, correndo, mas dentro do permitido, para o Rio de Janeiro, levando um SR 1.8, vermelho, com sua aparência esportiva que causava admiração e realmente impressionava. Todo mundo olhava. Ele era realmente atraente.

Era gerente de Imprensa da GM e estava indo ao Rio, levando o carro para testes dos jornalistas cariocas, entre eles, Waldyr Figueiredo, Jader Vieira, João Mendes, Ivan de Oliveira...

Quando cheguei ao Posto da Polícia Rodoviária Federal, próximo à entrada de Penedo e Visconde de Mauá, (ainda se cruzava a pista, parando no acostamento), vi o policial me fazendo sinal para parar.

Como estava dentro da velocidade permitida, não me preocupei. Parei e busquei os documentos para apresentar ao homem da lei.

- Não precisa senhor. Eu só o parei para ver o  carro, esta maravilha. Olha só que coisa linda, adorei esta cor. Eu tenho um, mas não é SR como este. Motor de 106 cavalos, né? Pneu serie 60 e não 70 como o meu. E este banco Recaro, são bons mesmo?

Diante de tamanha "paixão" pelo SR, sai do carro e disse que ele podia entrar. Como um garoto que acaba de ganhar um presente ele não pensou duas vezes e entrou no Monza, ajustou o banco, colocou o cinto, pegou no volante e, visivelmente, se emocionou.

- Dê na partida, disse a ele.

Reação imediata e o ronco do motor foi ouvido.

Sugeri que ele desse uma volta, mas ele não caiu na tentação, explicando que não poderia fazer aquilo, apesar de estar "morrendo de vontade".

Pode "pisar" à vontade.

Vagarosamente o policial saiu do SR, como se tivesse se afastando de algo muito precioso para ele. E devia ser mesmo, pelas suas reações.

Estendeu a mão, agradeceu a oportunidade de conhecer o carro por dentro E me pediu: 

- Por favor, quando o senhor sair, pode pisar fundo no acelerador? Quero ouvir os pneus cantando no asfalto. Pode ir tranquilo que eu seguro aqui qualquer carro que venha.

E me encantou com um aviso:

- Pode abusar deste motorzão ai porque, daqui até o Rio, hoje não tem nenhum comando. Acelera tranquilo!

E lá fui eu, cantando pneu. (Pena ele não passava de 170 km/h).






* chicolelis - chicolelis@gmail.com - Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos Social e Ambiental.


PRÊMIO AMERICAR ANUNCIA OS VENCEDORES DO ANO.

VW Virtus


A AMERICAR - Associação América Latina da Imprensa de Carros -  elegeu os melhores veículos do ano no mercado automotivo da América Latina. 

Em sua quinta edição, o Prêmio Americar reuniu 56 jornalistas de 12 países da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, México e Uruguai), importante região do mundo com mais de 500 milhões de habitantes e mercado anual de quase 6 milhões de veículos. Após as fases classificatórias, os jornalistas integrantes do júri do Prêmio Americar apontaram os grandes vencedores.

Os grandes vencedores do Prêmio Americar 2019 nas cinco categorias

- Melhor Automóvel da América Latina:  Volkswagen Virtus, com 46% dos votos.
- Melhor Automóvel Importado da América Latina: Ford Mustang, com 62% dos votos.
- Melhor SUV da América Latina: Jeep Compass, com 60% dos votos.
- Melhor Picape da América Latina: Volkswagen Amarok, com 45% dos votos.
- Melhor Design da América Latina: Citroën C4 Cactus, com 46% dos Votos.

Os troféus aos vencedores serão entregues durante o Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá em novembro, na capital paulista, ou em eventos especiais das empresas vencedoras. O Troféu Americar desta edição novamente está sendo criado pelo artista plástico Dejair Salvador, que desenvolveu um novo design da peça. 

O Comitê Organizador do Prêmio Americar é formado pelos jornalistas Cezar Bresolin (Brasil), Paulo Rodrigues (Brasil) e Sérgio Oliveira (México).

EM 2018, BSS BLINDAGENS PREVÊ 2º MELHOR ANO EM 11 ANOS.


Mesmo com a alta do dólar, greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo e as eleições, a pouco mais de dois meses do encerramento do exercício fiscal, a BSS prevê fechar o ano com 1.500 veículos blindados, segundo melhor resultado em 11 anos de história.


A BSS Blindagens – empresa líder do setor, com cerca de 11% de marketshare dos veículos de passeio e comerciais leves no Brasil e 30% entre os automóveis Premium (acima de R$ 200mil) – prevê encerrar 2018 com cerca de 1.500 unidades blindadas - 11,1% mais em relação às 1.350 unidades de 2017-, o que significará o segundo melhor resultado de sua história de 11 anos. 

O melhor ano foi em 2014, quando blindou 1.583 unidades. Segundo Mário Brandizzi Neto, CEO e sócio da BSS Blindagens, “nossa previsão de vendas para 2018, no início do ano, era blindar 1.500 unidades, com possibilidades reais de ultrapassar o nosso recorde de 1.583 veículos blindados em 2014. No entanto, o dólar que era cotado, na média, em janeiro, a R$ 3,20, chegou a R$ 4,19. E nossos insumos de proteção balística veicular dependem sobretudo da moeda norte-americana. Além disso, tivemos fortes impactos da greve dos caminhoneiros, em maio, a Copa do Mundo, em julho, e agora as eleições gerais. Por isso, com 1.500 veículos blindados, temos muito a comemorar, pois será o segundo melhor desempenho da história de 11 anos da BSS”.

Em paralelo, a BSS Blindagens se preparou para atingir essa meta. Por conta desse cenário favorável - 4º trimestre de 2017 e 1º trimestre de deste ano –, a empresa decidiu investir R$ 4 milhões e ampliar a linha de produção em área adicional de 1.200 metros quadrados e, com isso, consolidar sua capacidade produtiva em 220 carros por mês. A empresa decidiu também alocar um novo galpão, de 2.100 metros quadrados, área a ser inaugurada em novembro próximo e destinada somente para os serviços de pós-vendas de blindados, da própria fabricação como de terceiros, ampliando – assim – a capacidade de atendimento de 200 carros/mês para 600 carros/mês.

BSS Blindagens – Fundada em junho de 2007, a BSS Blindagens já blindou mais de 10 mil unidades. Com esse número, a BSS é a maior blindadora do país, com cerca de 11% de marketshare. No segmento de automóveis Premium, a empresa detém mais de 30% de participação. A empresa produz, atualmente, tem capacidade produtiva de 220 veículos por mês. Emprega cerca de 200 colaboradores diretos e outros 200 indiretos

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

KOSTAL BRASIL ANUNCIA NOVO EXECUTIVO DE VENDAS E MARKETING.

A KOSTAL Brasil, fabricante e fornecedora de sistemas eletrônicos e mecatrônicos automotivos para as principais montadoras instaladas no País, anuncia Edson Campos como novo diretor de Vendas e Marketing.



Formado em Administração de Empresas pela Universidade Metodista de São Paulo, com especialização em Comércio Exterior, além de duas pós-graduações em Coaching com certificações internacionais, o executivo possui mais de 30 anos de experiência no mercado automotivo, em grandes empresas como General Motors, TRW, Brose, Indebrás, Karmann-Ghia e há 3 anos na KOSTAL, locais onde assumiu cargos de alta direção.

Entre as diretrizes que propõe para otimizar os resultados das áreas de vendas e marketing, Campos destaca que três serão as mais desafiadoras, sem prioridade. A primeira é expandir o portfólio de produtos oferecidos ao mercado reposição; a segunda é manter os negócios com as montadoras o mais saudável possível em todos os sentidos; e, por fim, fortalecer os times de trabalho em todos os setores da KOSTAL Brasil, que passaram por profundas reestruturações em consequência da crise econômica do País nos últimos anos. “As dificuldades existem para todas as empresas. A diferença é como os times reagem e como eles buscam os resultados”, afirma Campos.

A KOSTAL Eletromecânica Ltda. é uma subsidiária da multinacional alemã KOSTAL, consagrada na indústria de componentes eletrônicos, eletromecânicos e mecatrônicos para a indústria automotiva. Fundada em 1912, atualmente emprega cerca de 17.000 colaboradores diretamente, distribuídos por 46 plantas, em 21 países dos cinco continentes, incluindo o Brasil, onde fornece peças e acessórios originais para as principais montadoras instaladas no País.

VOLARE VAI FORNECER 22 NOVOS MINIÔNIBUS PARA A RIMATUR.

Primeira unidade Fly 9 foi entregue e entrou em operação neste mês


A Rimatur, tradicional cliente Volare do Paraná, adquiriu 22 veículos Volare dos modelos Fly 9 é Flyer 10. O lote é composto por 20 unidades do Volare Fly 9 e duas do Fly 10. O primeiro Volare Fly 9foi entregue, no início de outubro, por intermédio da concessionária RodoService, e já entrou em operação. A Rimatur é considerada a maior empresa do segmento de fretamento no Sul do Brasil.

Sidnei Vargas, gerente de Vendas para o mercado interno, Emerson Imbronizio, diretor da empresa Rimatur, e Luiz Fogaça, diretor da concessionária Volare Rodo Service, de Curitiba. Foto: Daniela Fochesatto.

O Volare Fly 9 fornecido à Rimatur é diferenciado em relação a todos os mini e micro-ônibus do mercado nacional, com linhas mais leves, limpas e futurísticas. Internamente, oferece padrões de conforto, ergonomia e isolamento acústico muito acima dos padrões dos modelos convencionais e que otimizam o aproveitamento do espaço para passageiros e bagagens.

As duas unidades do Volare Fly 10, o modelo com a maior capacidade para transportar passageiros do mercado, têm como diferenciais o espaço interno, o design, a funcionalidade e a versatilidade. Considerado a solução ideal para quem opera com grandes grupos no segmento de fretamento e turismo, acomoda 30 pessoas, conta com sanitário e oferece a manobrabilidade, mobilidade e baixo consumo de um veículo pequeno.

O Volare Fly 10 possui bagageiro traseiro com 4.000 litros de capacidade e maior vão de acesso. A grande porta traseira com abertura até a base da carroceria, facilita a operação com as bagagens e portas de acesso laterais garantem melhor acomodação dos volumes. Possui ainda porta-pacotes maior e mais abrangente, parede de separação do salão de passageiros e porta pantográfica.

Com sede em Curitiba, a Rimatur conta atualmente com cerca de 1.000 colaboradores entre diretos e indiretos, e possui garagens nas cidades de São José dos Pinhais e Fazenda Rio Grande. Com foco na renovação, a frota de empresa tem, em média, apenas 3,5 anos e, somente este ano, prevê a renovação de 75 veículos.

Secco Consultoria de Comunicação.

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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

DE CARRO POR AÍ.
Por Roberto Nasser*

PREÇO MENOR, NOVIDADE DO RENEGADE.


Revisto, melhorado, o Renegade 2019.

Quando anunciado, o Jeep Renegade cumpriu a aparentemente impossível promessa de assumir a liderança no segmento, até então com o incombatido EcoSport. Há dois anos tomou a taça, mas logo depois perdeu-a ao líder do segmento, o Compass, seu irmão de linha.

Para 2019, primeira alteração facial, de conteúdo em infodiversão e, no jargão da indústria, realinhamento dos preços, obtido por combinação de equipamentos.

Nova grade, mantendo as icônicas e registradas sete barras verticais apresentadas no primeiro Jeep, em 1942; para choques permitindo maior ângulo de entrada em obstáculos; faróis redesenhados e com lâmpadas em LEDs nas versões de topo; novo console; mais 47 litros de capacidade no porta malas pela adoção do estepe temporário; todas as versões com rodas em liga leve, e a novidade de serem aro de 19”na versão Limited.

Em Infodiversão, a maior tela multimídia da categoria, 21 cm, no sistema Uconnect, apto a gerenciar outras funções, como o ar condicionado remotamente por comando de voz.
Versões com tração simples e nas 4 rodas; motores 1.8 Flex e 2,0 Diesel, transmissões mecânica, automáticas de 6 e de 9 marchas.

Novidade é a redução de preço nas versões de entrada, para torná-lo mais competitivo no segmento de maior crescimento no mercado. Tabela abaixo demonstra.

Veículo
Preço
Desconto
1.8 Flex AT6 (exclusivo para PCD)
        R$ 69.999
-----------
Sport 1.8 Flex MT5
       R$ 78.490
R$ 7.000
Sport 1.8 Flex AT6
       R$ 83.990
R$ 8.000
Longitude 1.8 Flex AT6
R$ 96.990
------------
Limited 1.8 Flex AT6
       R$ 103.490
#
Longitude 2.0 Diesel AT9 4x4
       R$ 125.490
#
Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4x4
       R$ 136.390
#


Italianos de corrida, os Best of the Show na Autoclasica


Moto MV Agusta e Ferrari 340/375 MM, Best of …

Automóveis com sobrenome; carros de corrida; reunião de marcas comemorando aniversário: Porsches e Land Rover 70 anos; Harley-Davidson 115; e Minis, Mercedes 300 SL. Fords Modelo A quase incontáveis – como se fora compensação dos Fordequeiros de lá, ausentes ao primeiro encontro Latino Americano de Fords A, realizado neste final de semana na falda da Cordilheira dos Antes, próxima à eno turística Mendoza.

Registra feitos não bisados no Brasil: reúne clubes; enorme variedade de patrocinadores; cobra ingressos, o equivalente a R$ 35 para olhar – abaixo de 12 e acima de 65 anos, grátis. Disse o Club de Automoviles Clasicos de Argentina, organizador, 48 mil pessoas passaram pela bilheteria.

Foi a 18a Autoclásica, maior exposição antigomobilista da América Latina, no Hipódromo de Santo Isidro, beiradas de Buenos Aires, em período aberto no Dia de Colombo – o Cristóvão -, 12 de outubro, sexta, e o 15 do mesmo mês, Dia da Hispanidad. Ausente a chuva, penetra nem sempre benvinda, dias radiosos de temperatura amena, ficou claro, a barreira para deter o crescimento ascensional ao evento, estava fora do controle de São Pedro, e atende pelo humano desencontro entre a realidade econômica de um país de governos assistencialistas e populistas, e a necessidade de controlar as contas. O clima de insatisfação, a inflação, o desemprego, foram os principais inimigos da Autoclasica, menor em área, em expositores de veículos e de automobilia em sua formidável feira de peças e que-tais, pomposamente chamada de Auto-Jumble.

Clientes interessados na miríade – enorme variedade – de peças, partes, literatura, ouviam explicação aritmeticamente convincente quanto a preços elevados: valor da locação dos espaços cresceu 70% em relação ao ano anterior.

Questão
Organizadores indicaram presença de mais de 1.000 veículos históricos e clássicos, conta generosa ante muitos espaços vazios. Premiação principal, Best of Show, atribuída a dois veículos com passado de competição. De maior atração visual, mítico Ferrari 340/375, de 1953, com o carimbo de MM, construída especialmente para a Mille Miglia, a famosa corrida italiana, com participação de dois bruxos da época: Aurelio Lampredi, projetista do motor V12 4,5 litros; e Pininfarina autor da carroceria. Outro relevo foi moto MV Agusta, também italiana, 500 Four, 1957, campeã mundial ao ano sob o comando do inglês – depois piloto de Fórmula 1 e construtor – John Surtees, restaurada por ele nos anos 90.

Atrações paralelas, exposição de carros vencedores no Best of Show Autoclasica 20 anos, e uma ilha denominada Lendas Mundiais, com os melhores automóveis e motos antigos do país. Meia dúzia de brasileiros expondo. Não era delegação convidada ou exemplo de integração, mas apenas esforçados inscritos mostrando seus carros em local inexpressivo. Erram organizações argentina e brasileira, não fomentando sinergias.

Há alguma semelhança com alguns eventos antigomobilísticos no Brasil, nos quais se projetam os veículos vencedores. Na Autoclasica está havendo alternância entre os dois maiores colecionadores. Os Peres-Companq e sua aura de mais saudável do país, donos do Ferrari, e a família Sielecki, importante no ramo, premiada em Pebble Beach, onde nenhum colecionador brasileiro expôs ... vencedora ano passado.

Um golpe na Adefa, a Anfavea argentina?


Argentinos observadores da indústria automobilística de seu país atribuem a mudança de presidência da Adefa, a entidade agregadora dos fabricantes de veículos, ao que denominam Golpe de Palácio. Uma rasteira.

Lá, como cá, há protocolo institucionalizado para gerir a alternância no cargo. Usam critério simples: ordem alfabética pela inicial das marcas. Na prática, ao encerrar-se a gestão do presidente representando a Renault, pela sequência seria a vez da Scania, mas como esta não mais produz veículos, apenas partes, a ungida seria a Toyota. Mas a empresa foi sobre passada e a presidência caiu no colo de Hernán Vázquez, novo presidente da Volkswagen. 

Explicação simplória: Toyota não estava no encontro para a eleição, e aparentemente os demais se esqueceram da ordem sucessória.

Dentre os acompanhadores do movimento há quem entenda ter havido uma cisão entre os interesses dos associados e a Toyota, causados por fatores vários, mas o fisicamente sensível foi o lobby junto ao governo para adiar o início da obrigatoriedade de os veículos novos portarem o ESP, o controle de estabilidade. A atividade considerou-se vitoriosa com o postergar, e surpreendeu-se quando a Toyota avisou iria equipar todos os seus veículos com tal adjutório – auxílio. Há outras diferenças: a Toyota é a única marca em crescimento no mercado, expandindo produção, vendas internas e exportações, contratando pessoal, destoando inteiramente do restante da indústria e suas lamúrias ao governo.

Um conto de dois títulos


Eric Curran e Felipe Nasr (d) uma corrida, duas vitórias.

"Foi a melhor das corridas, foi a pior das corridas, foi a corrida da sabedoria, foi a corrida da insensatez, foi a corrida da crença, foi a corrida da incredulidade, foram dois Campeonatos brilhantes! " Cito Charles Dickens na sua abertura do "Um conto de duas cidades" para descrever este fantástico Campeonato de 2018 da IMSA e da TPNAECPD (Tequila Patron North America Endurance Cup Prototype Drivers) conquistado por Felipe Nasr e Eric Curran no AXR # 31 Whelen Cadillac no final da 10 horas de Road Atlanta, a Petit Le Mans! 

Eles começaram na 9ª posição, mas estavam dominando e liderando a corrida na marca das 4 horas. E continuaram fazendo um trabalho muito bom, na marca de 8 horas conquistando o Campeonato Tequile Patrón. Um na caçapa! Manter-se à frente de seu principal (e único) carro rival  o #54 CORE era parte do plano e eles o seguiam passo a passo. Uau! De repente, os corações bateram em falso quando Felipe Nasr no rádio, a menos de uma hora do fim veio com o terrível "Estamos perdendo potência, difícil de ultrapassar até mesmo os carros da GTLM"

Então veio o pedido decisivo do box para Nasr economizar combustível nos últimos 48 minutos de prova. Decisão de sangue frio de todos na AXR, na esperança de economizar combustível suficiente e fazer um pit stop a menos que o rival que estava fugindo com o campeonato. A decisão aparentemente arriscada foi conduzida com perfeição e no final o # 31 conquistou o seu segundo título no mesmo dia! A perda de potência que quase arruinou os planos até então perfeitos? Pedaços, pedaços grandes de borracha que teimosamente estavam bloqueando a entrada de ar do motor que fica em cima do carro!!

Que corrida, que conto, que resultado, para ser falado e comemorado até o início de 2019 e muito mais. Parabéns Felipe Nasr, dois títulos para o Brasil de uma cajadada só! ( Luiz Mauro – Lua)

Roda-a-Roda


De verdade – Para mostrar capacidade e aplicabilidade de seus SUVs fora do exclusivo asfalto, cenário usual, Audi gravou 10 filmetes na Chapada dos Veadeiros, Go. Nele apresenta os Q3, Q5 e Q7. Quer ver? https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=349334185641498&id=205003079530951&ref=content_filter 
Já vi – Nova gestão da Adefa, a associação reunindo fabricantes argentinos de automóveis, começou maquiavelicamente, fazendo o mau de uma vez só: arranjou briga com a Toyota, hoje a referência argentina em indústria automobilística; cancelou o Salão do Automóvel, programado para junho 2019.
Razões – Sobre a mostra, mesmas alegações levantadas década antes: vendas em queda, dificuldades no negócio. Interessante observar, o Salón del Automóvil é organizado pela entidade, e em tempos de vendas em queda, investimentos em promoção são indispensáveis.

Troller 2019.

Prévia – Troller, a pequena fábrica Ford de jipes, exibiu novidades no produto para chama-lo de modelia 2019. Nela avultam cores novas, como bordô e cinza escuro metálicos, e central multi mídia JBL/Hartman, com tela de 16,5 cm.
Curiosidade – Razões fiscais levaram a grande empresa a interessar-se pela pequena operação. O produto tem carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro, mas na linguagem pomposa da Ford é chamado de Compósito Especial... Apresentação e vendas ao Salão do Automóvel.
Fórmula – Baixo peso, elevado torque resumem as motos Yamaha MT – Master of Torque. Modelo 07 é bi cilíndrico, 689 cm3 de cilindrada, 4 válvulas, 74,8 cv e 6,9 mkgf de torque a 6.500 rpm. Conjunto oferece boas respostas, poucas trocas de marchas. R$ 33.790 + frete, financiamento incentivado. Importada do Japão.
 Vai – Quarto capítulo na novela das placas de licenciamento Mercosul. Associação dos fabricantes de placas em Santa Catarina, questionou e obteve liminar na Justiça Federal, ante o argumento de o Denatran, Departamento Nacional de Trânsito deveria indicar os fornecedores. Questionou, também, falta de entrosamento entre os Detrans estaduais.
Volta – União recorreu, mas Daniela Maranhão, Desembargadora Federal do TRF1, DF, manteve a suspensão, entendendo adicionalmente a responsabilidade do credenciamento dos fabricantes de placas, deve ser dos Detrans. E aduziu o entendimento de ser impensável adotar sistema deste porte sem implementar estrutura para consultas e troca de informações antes de iniciar substituir as placas. Matéria em suspenso. E vai demorar.
Negócio – Imprensa econômica internacional dá como certa venda da Magneti Marelli, centenária produtora de peças para automóveis, hoje pertencente à FCA. Decisão e início da negociação deu-se ao tempo de Sergio Marchionne, o CEO recentemente desaparecido.
E? – Interessada é a japonesa Calsonic Kansei, do ramo, tendo ofertado US$ 6,3B. Outros observadores acreditam na possibilidade de a FCA retirar alguns negócios do pacote, mantendo instalações e produção de alguns itens.  MM tem oito divisões de produtos, de injeção de combustível a para choques.
Aniversário – YPF, estatal argentina dos negócios com lubrificantes e combustíveis, festeja 20 anos de atuação no Brasil. Começou adquirindo a refinaria Peixoto de Castro, no RJ, mas saiu do negócio, comprando pequena fábrica paulista. A partir daí tem crescido muito. No primeiro semestre 24%.
Mais longe – Para ampliar negócios, em especial voos internacionais, Gol encomendou 135 aeronaves à Boeing, com entrega nos próximos 10 anos. Serão 105 737 MAX 8 e 30 737 MAX 10. Até o final do ano dez unidades estarão operando. Maior capacidade de passageiros, espaço interno, autonomia, menor consumo e emissões. Mas voo intercontinental com 737 é dose.
De volta – Bruno Covas, prefeito paulistano, formalizou Termo de Compromisso com a N/Duduch, promotora do evento 6 Horas de São Paulo. Garante a parte oficial por 6 anos. Fará parte das comemorações do aniversário da cidade.

Novo Jetta supera seu segmento


Novo Jetta, projeto equilibrado e feliz.

Mudando a plataforma para o sistema MQB, Volkswagen reformulou o Jetta, tornando-o maior em todas as dimensões e, especialmente na principal medida de conforto, a distância entre eixos, maior em 3,67 cm. As linhas de estilo são agradáveis, personalistas, aerodinâmicas com coeficiente de arrasto de apenas 0,29, permitindo ênfase nas grades janelas, harmonia com frisos cromados na grade e na parte traseira, e elegante arremate nos faróis com lâmpadas LEDs. Na sétima geração, a nova estrutura permitiu agregar melhoramentos diferenciativos, em especial os de interface com usuários: melhor habitabilidade; interior mais refinado e tecnológico, como a iluminação ambiente do habitáculo; materiais agradáveis ao toque; percepção de cuidado e qualidade.

Agradará aos clientes a possibilidade de uso da tecnologia aplicada ao painel virtual, sem instrumentos físicos, permitindo mudar configuração, diâmetro, posição, opção inexistente em veículos da categoria.

Conjunto mecânico liderado pelo motor 1,4 TSI, quatro cilindros, duplo comando, injeção direta de combustível e turbo, flex, 150 cv de potência e 250 Nm de torque. Transmissão automática de seis velocidades.

Traz apelo comercial ao oferecer as três primeiras revisões grátis, o plano de manutenção mais barato do segmento, e três anos de garantia.







* Roberto Nasser, edita@rnasser.com.br, é advogado especializado em indústria automobilística, atua em Brasília (DF) onde redige há ininterruptos 50 anos a coluna De Carro Por Aí. Na Capital Federal dirige o Museu do Automóvel, dedicado à preservação da história da indústria automobilística brasileira.