terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

MARCOPOLO REFORÇA PRESENÇA NO RENOVADO SISTEMA DE TRANSPORTE DE CURITIBA


A Marcopolo reforça presença no Paraná e entrega à Rede Integrada de Transporte Coletivo de Curitiba 199 novos ônibus. O lote é composto por unidades dos modelos Torino, com motorização traseira e dianteira, Torino Express (articulado) e Viale BRT biarticulado, configurados para a operação em diferentes categorias de linhas, divididas em Corredores Expressos, Integração Linha Direta, Integração Interbairros e Integração Alimentador. Os veículos, que juntos têm capacidade de transportar mais de 17 mil passageiros, atendem aos padrões de segurança e ambientais necessários e estabelecidos pela Urbanização de Curitiba S.A. (URBS), empresa responsável pela gestão do sistema de transporte da cidade.

Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, a longa e estreita parceria com as empresas de Curitiba e com a URBS, foi ainda mais fortalecida desde que a fabricante instalou, em julho do ano passado, uma filial própria no estado. "Alinhado com a nossa estratégia e posicionamento, ficamos mais próximos dos clientes para acompanhar a modernização e as inovações efetuadas no sistema de Curitiba e melhor atender as demandas de mobilidade", analisa o executivo. "Com a abertura da filial, conseguimos aprimorar a excelência na venda de carrocerias e no atendimento, com rapidez nos serviços e na entrega de peças genuínas", complementa.

Para Alexandre Cervelin, gerente comercial da filial Paraná, o fato de a Marcopolo fornecer a maioria dos novos ônibus demonstra o empenho da empresa e sua busca contínua pela satisfação dos clientes, além do reconhecimento de importantes atributos dos produtos Marcopolo. "Para nós, atender as necessidades dos operadores de Curitiba é motivo de satisfação, pois demonstra confiança na qualidade, tecnologia e desempenho dos nossos ônibus", destaca.

A Marcopolo foi a primeira fabricante de carrocerias de ônibus a participar e fornecer modelos diferenciados para o pioneiro sistema de transporte urbano no modelo BRT da cidade de Curitiba, ainda na década de 1970. Atualmente, o sistema de Curitiba é composto por cerca de 1.250 ônibus que transportam 1,23 milhão de passageiros por dia. As linhas realizam, em média, 14,1 mil viagens por dia e percorrem mais de 273 mil quilômetros. O sistema conta atualmente com 254 linhas urbanas operadas por três consórcios.

KIA MOTORS NÃO VAI AO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO 2020


A Kia Motors do Brasil anunciou nesta terça-feira (18) que não participará da 31ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, a ser realizado entre os dias 12 e 22 de novembro, no São Paulo Expo. Depois de expor em 14 edições consecutivas, a importadora decidiu, este ano, por adotar estratégias de Marketing mais próximas aos consumidores finais, por meio do crescimento e do fortalecimento da rede autorizada de concessionárias.

“2020 será um ano muito importante para a Kia Motors, que terá três lançamentos. O primeiro foi o hatch compacto Rio, no mês passado. Na sequência, apresentaremos o Niro Hybrid e, mais para o final do ano, um novo SUV compacto. Além disso, nossa prioridade é ampliar e fortalecer a rede de concessionárias, com mais quinze novos pontos de atendimento em todo o País. Diante dessa nova realidade, optamos por oferecer experiências práticas aos potenciais compradores de automóveis”, explica José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

Na avaliação de Gandini, “o Salão do Automóvel, por muitos anos, foi o evento automotivo mais importante do ano. No entanto, a realidade da comercialização de automóveis mudou radicalmente nos últimos anos. Os compradores passaram a conhecer os produtos por meio de plataformas digitais. Por isso, precisamos oferecer mais experiências, além de inovações tecnológicas, diante de um dos setores mais competitivos da economia”, para quem, porém, “a Kia Motors do Brasil não está fechando as portas ao Salão. Em novos formatos, a empresa pode reavaliar o evento, que foi o mais importante dos últimos 60 anos”.

Kia Motors do Brasil
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CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

PENSANDO FORA DO BOX



Recriação das Mil Milhas incomoda e é bem-vinda


Prova mais tradicional do automobilismo brasileiro e criada na década de 1950 pelos saudosos Eloy Gogliano e Wilson Fittipaldi, as Mil Milhas Brasileiras tem uma história que faz jus à frase que decora o troféu da vitória: "Glória imortal aos vencedores". Recriada este ano pela promotora e organizadora Elione Queiroz, uma paulista há tempos radicada no Planalto Central, ela renasceu com novo nome e deixou claro uma outra mensagem: enquanto os praticantes do esporte não deixarem de olhar para o próprio umbigo e entenderem que há de se trabalhar na mesma direção, o renascimento do automobilismo nacional tem tudo para perecer em glória mortal.

Os vencedores, a partir da esquerda: Esio Vichiese, Renan Guerra e Stuart Turvey. Foto: Cláudio Kolodziej.

Bastante conhecida por seus serviços de logística e apoio a pilotos e equipes, Elione Queiroz enxergou em passado recente o que poucos viram e decidiu arrematar os direitos sobre nomes de provas tradicionais, como os 1.000 KM de Brasília, 12 Horas de Goiânia e a cereja desse bolo, as Mil Milhas Brasileiras. Todos eles estavam com seus direitos caducados e órfãos de algum proprietário. Isso provocou ciúmes em muitos, a começar pelo atual presidente do Centauro Motor Clube, José Roberto Beilstrein, um dos primeiros a ir contra a iniciativa de Queiroz. De certa forma o herdeiro do clube fundado por Gogliano nos anos 1950, Beilstrein há anos deixou de ter qualquer atividade relacionada com esse evento, mas insistiu que era o dono do nome e que ninguém, exceto ele, poderia organizar ou promover essa competição. Tornou-se folclórica, para não dizer lastimável, suas declarações regulares que as Mil Milhas Brasileiras voltariam a acontecer "este ano".

Elione Queiroz e o novo troféu da prova recriada com persistência. Foto: Cláudio Kolodziej.

Queiroz não se abalou, continuou trabalhando à sua maneira e há de se louvar sua resiliência e perseverança diante de obstáculos que enfrentou. Ao batalhar pelo renascimento de uma prova histórica ela foi obrigada a devotar sua energia em tantas frentes e, consequentemente, descuidando de outras a ponto de adotar um formato privilegiou muitos e convenceu poucos. Longe de critica-la por isso, deve-se entender esse inconveniente como fruto de sua pouca experiência como organizadora de eventos desse porte. Perto da realidade dos fatos, ela enfrentou a resistência nociva do circo do Campeonato Brasileiro de Endurance, para quem o regulamento da prova parece ter sido pensado, e que recusou participar do evento.

O Ginetta G55 dos vencedores foi protagonista durante as 11 horas de corrida. Foto: Julio D'Paula.

Pode parecer fácil refletir sobre o desenrolar do evento vencido pelo trio formado por Renan Guerra, Esio Vischiese e Stuart Turvey a bordo de um Ginetta G55. No entanto é claramente difícil entender a razão pela qual muitos que pediam pela volta das Mil Milhas não apoiaram a iniciativa. Culpa da exigência de se usar pneus slick, equipamento muito mais caro que os pneus radiais comuns? Abrir demasiadas categorias no intuito de premiar muitos vencedores? O saldo dessa empreitada é positivo quando se nota que há gente disposta a fazer algo pelo esporte dentro dos autódromos e fora de grupos ativos apenas em mídias sociais. Elione Queiroz merece parabéns pela coragem de enfrentar tantos adversários e aqueles que ainda acreditam no automobilismo brasileiro agradecem por tanta bravura. Juntos, já olham para janeiro de 2021, quando a Mil Milhas do Brasil volta a acontecer em Interlagos no dia 25 de janeiro.

* Foto de abertura: Julio D'Paula

* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é diretor de redação do site Motores ClássicosTwitter: @motclassicosFale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.

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IVECO ANUNCIA A PRODUÇÃO DO NIKOLA TRE EM ULM, NA ALEMANHA

A IVECO e a FPT Industrial, marcas da CNH Industrial, junto da Nikola Motor Company vão iniciar a fabricação do Nikola Tre, movido à bateria e célula de combustível, na unidade da IVECO em Ulm, Alemanha, por meio da joint venture europeia.



Essa parceria estratégica e exclusiva do setor de caminhões para serviços pesados fez a CNH Industrial adquirir uma participação de US$ 250 milhões na Nikola, como o principal investidor da Série D. O anúncio da parceria no Capital Markets Day da CNH Industrial, em setembro de 2019, foi seguido pela apresentação, em dezembro, do Nikola Tre, um caminhão elétrico com bateria (BEV) para serviços pesados, a primeira etapa em direção ao modelo elétrico com célula de combustível (FCEV).

Hoje, o espaço em Ulm é o núcleo de engenharia de chassi da IVECO estrategicamente posicionado no centro da região de Baden-Württemberg, que luta para se tornar um polo da mobilidade com célula de combustível, também graças aos trabalhadores e laboratórios de pesquisa especializados da empresa. A região dedicou investimentos substanciais para financiar projetos de pesquisa e desenvolvimento na área, que tem uma forte indústria automotiva e parcerias de projetos estratégicos. Isso significa que a fábrica vai se beneficiar da proximidade com os principais fornecedores.

Além disso, o governo federal alemão lançou recentemente a versão preliminar da Estratégia Nacional para o Hidrogênio, que tem o objetivo de expandir o papel de pioneirismo das empresas em relação às tecnologias de hidrogênio. Nesta estratégia, o país vai reservar um total de dois bilhões de euros para financiar programas de inovações de hidrogênio, que incluem o desenvolvimento da infraestrutura de distribuição necessária. “Nossa joint venture europeia com a Nikola, e o anúncio de hoje, são provas de que os transportes de longa distância com emissão zero estão se tornando uma realidade e resultando em benefícios ambientais tangíveis para os transportadores de longa distância e os cidadãos da Europa”, aponta Hubertus Mühlhäuser, CEO da CNH Industrial. “A decisão de fabricar o Nikola Tre em Ulm, um centro de excelência em engenharia de caminhões para serviços pesados, ressalta a localização estratégica no centro do polo tecnológico de células de combustível da Alemanha”.

No primeiro estágio do projeto, serão investidos €40 milhões pela empresa da joint venture para aprimorar as instalações de manufatura, que vão se concentrar na montagem final do veículo. A previsão é que o início da produção ocorra no primeiro trimestre de 2021, com as entregas do Nikola Tre começando no mesmo ano.

“O Nikola Tre está provando ser o caminhão articulado mais moderno do mundo e vai continuar definindo o padrão de veículos com emissão zero hoje e no futuro”, afirma Trevor Milton, CEO da Nikola Motor Company. “A decisão de produzir o Tre em grande volume na cidade de Ulm é um bom exemplo de como criar empregos, promover inovação, dar segurança a novos fornecedores de peças com emissão zero e servir de exemplo para outros fabricantes de equipamentos originais. O mundo está pronto para o transporte de cargas sem emissões e essa joint venture entre a Nikola e a IVECO será a primeira a oferecer isso”.

Os primeiros modelos a entrarem em produção serão os caminhões articulados elétricos a bateria 4x2 e 6x2. Os veículos têm baterias modulares e escalonáveis com capacidade para até 720 kWh e sistema de transmissão elétrico que fornece até 480 kW de energia contínua.

A instalação de Ulm vai receber o estoque de módulos das fábricas da IVECO em Valladolid e Madri, na Espanha, o que permitirá um reforço rápido para atender à demanda esperada dos consumidores. As versões elétricas com célula de combustível, montadas na mesma plataforma, serão testadas pelo projeto H2Haul, financiado pela UE, durante o ano de 2021. O lançamento no mercado é esperado para 2023. O Nikola Tre, que está em desenvolvimento atualmente, é baseado na nova plataforma IVECO S-WAY e integra a tecnologia de caminhões, os controles e o infotainment da Nikola. Espera-se que os testes comecem em meados de 2020, com a exibição de protótipos na exposição de veículos comerciais IAA 2020 na cidade de Hannover, Alemanha, em setembro.

“Aproveitando nossas fábricas de alto padrão em Madri e Valladolid, na Espanha, onde o IVECO S-Way é produzido, conseguimos acelerar a montagem final, a integração do sistema de transmissão e a personalização sofisticada do Nikola Tre para uma introdução oportuna no mercado, em 2021”, destaca Gerrit Marx, presidente comercial e de veículos especiais da CNH Industrial.

Essa joint venture faz parte de uma parceria mais ampla estabelecida com a Nikola para acelerar a transformação da indústria em busca da neutralidade de emissões de caminhões de Classe 8 para serviços pesados na América do Norte e Europa por meio da adoção da tecnologia de célula de combustível. O principal foco da colaboração é aproveitar a experiência de cada um dos parceiros para implantar com sucesso caminhões pesados com emissão zero e transformar o setor com um modelo de negócios totalmente novo.

IVECO
CNH Industrial
Rede Comunicação de Resultado

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domingo, 16 de fevereiro de 2020

SCANIA APOSTA NO GÁS E TRAZ PRODUÇÃO PARA O BRASIL

Como parte do propósito de liderar a mudança para um sistema de transporte mais sustentável, a Scania Latin America anuncia o início da produção local e inédita de caminhões movidos a gás, GNV - Gás Natural Veicular - e GNL - Gás Natural Liquefeito, em sua fábrica em São Bernardo do Campo - São Paulo



“Estamos no Brasil há 63 anos, aqui temos a segunda maior Operação Industrial fora da Suécia, contando com quase 4 mil colaboradores, e um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento que nos permite oferecer ao mercado a melhor solução de transporte e continuar avançando na jornada da sustentabilidade”, diz Christopher Podgorski, Presidente e CEO da fabricante sueca.

A chegada dos caminhões a gás está incluída no plano de investimento de R$ 2.6 bilhões, compreendido entre o período de 2016 e 2020, que contempla o lançamento da Nova Geração de Caminhões da marca. “A industrialização dos veículos a gás complementa a Nova Geração de Caminhões Scania lançada em 2018, disponibilizada ao mercado com base no Sistema de Produção Global Scania”, pontua Podgorski.

“Outros R$ 1.4 bilhão serão investidos no período compreendido entre 2021 a 2024, sendo que esse novo montante nos permitirá avançar ainda mais em tecnologias em direção aos combustíveis alternativos e a descarbonização do setor de transporte e logística”, afirma. Segundo Podgorski, o gás é uma grande oportunidade devido à quantidade disponível no País, além de ser um passo importante na busca por um transporte mais sustentável, até chegar aos veículos híbridos, elétricos e autônomos.

A produção de caminhões a gás da Scania no Brasil segue os preceitos do já conhecido Sistema Modular Scania, que permite a fabricação de diferentes modelos a partir de um número limitado de componentes, de acordo com a aplicação do veículo. No caso dos veículos a gás, a diferença entres os modelos GNV e GNL está na instalação dos tanques, específico para o armazenamento conforme o estado físico do combustível: líquido por resfriamento (GNL) ou gasoso por pressurização (GNV). As vendas dos veículos começaram em outubro do ano passado durante a Fenatran e as primeiras entregas acontecem já a partir de abril.

A unidade de São Bernardo do Campo, também será responsável em conduzir o desenvolvimento global dos veículos a gás. “A área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) irá liderar os futuros desenvolvimentos dessa tecnologia no grupo Scania”, confirma Podgorski. A equipe de P&D no Brasil conta com mais de 270 engenheiros que atuam em sinergia com a matriz na Suécia. “Esta decisão foi tomada dada a vocação do país para o gás e para a confiança no ‘choque de energia’ de baixo custo que vem sendo mencionado pelo governo como alavancador de desenvolvimento econômico”, completa o executivo.

A utilização de GNV ou GNL reduz em até 15% o nível de emissão de CO2 - Dióxido de Carbono. No caso do biometano, obtido a partir de resíduos orgânicos, a redução pode chegar a até 90%.

Aposta pelo gás


O mercado de gás no Brasil está em franca expansão. Segundo números da EPE - Empresa de Pesquisa Energética, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia, até 2030, o Brasil deve quase triplicar a produção líquida de gás natural, saindo dos atuais 59 milhões para 147 milhões de metros cúbicos por dia.

De acordo com a ABiogás - Associação Brasileira de Biogás, o potencial de produção do biogás no Brasil chega a 50,4 bilhões de m³/ano, contabilizando todo o resíduo produzido pela agroindústria e saneamento, volume suficiente para suprir 70% da demanda de diesel no País.

A importância da Scania Latin America no Grupo Scania


Segunda maior fábrica dentro do Grupo Scania em capacidade produtiva, a planta de São Bernardo do Campo tem capacidade para fabricar 30 mil unidades ao ano. Em 2019, a Scania Latin America exportou 40% de sua produção, vendendo o restante para o mercado interno, cenário que mudou em relação aos outros anos, quando a empresa exportava cerca de 70% da produção. Ainda no ano passado, a Scania vendeu 12,7 mil caminhões pesados, alta de 57,8% em relação a 2018, um aumento de cerca de 9,1% em relação ao mercado, que cresceu 48,7%.

Scania Latin America

sábado, 15 de fevereiro de 2020

TAKAO LANÇA 49 PEÇAS DE REPOSIÇÃO PARA MOTORES DE CARROS RECÉM-LANÇADOS


Ágil, a marca faz um levantamento constante de novos motores e se empenha para desenvolver as respectivas peças de reposição


Todo início de ano, a Takao, marca 100% brasileira e com atuação no mercado de reposição para peças de motores há nove anos, faz um meticuloso estudo de mercado com o objetivo de manter seu portifólio atualizado, disponibilizando novos produtos. Inicia-se, então, o processo de desenvolvimento de novos componentes até atingir o início efetivo da produção e a distribuição a todo o país.

Geralmente, como as concessionárias não costumam ter todas as peças de reposição de motores em estoque e levam mais de um mês para dispor desses componentes, o reparador, na prática, não pode esperar todo esse tempo com o carro do cliente parado na oficina! E a Takao se transforma na única opção para que esse profissional possa realizar seu trabalho.

Não é à toa que a empresa, uma das mais lembradas pelos reparadores de acordo com o Ibope, em recente pesquisa, possui um portifólio que abrange 92% de toda a frota nacional. São mais de 16 mil itens distribuídos para 1.300 motores diferentes.

Com portifólio composto por pistões, anéis, bronzinas, juntas, comandos, válvulas e diversos outros componentes internos de motores, a Takao é a única empresa do mercado capaz de fornecer todos os itens de reposição para todos esses motores. 


Neste mês, a marca lança peças de reposição para os seguintes modelos de propulsores


· Bronzinas
o Renault 1.0L 3 cil (Logan, Kwid, Sandero / 2016 a 2019)
o Suzuki 1.4L Turbo (SX-4, S-Cross, Vitara / 2015 a 2019)

· Juntas
o Chevrolet 1.8L (Cobalt, Nova Spin / 2017 a 2019)
o Honda 2.0L (New Civic / 2016 a 2019)
o Honda 1.5L Turbo (New Civic, CR-V / 2016 a 2019)

· Pistões
o Chevrolet 1.0L (Onix, Novo Prisma / 2017 a 2019)
o Chevrolet 1.4L (Onix, Novo Prisma, Cobalt / 2017 a 2019)
o Chevrolet 1.4L Turbo (Cruze, Tracker / 2016 a 2019)
o Chevrolet 1.8L (Cobalt, Nova Spin / 2017 a 2019)
o Hyundai 1.6L (HB20 / 2016 a 2019)
o Renault 1.0L 3 cil (Logan, Kwid, Sandero / 2016 a 2019)
o Toyota 1.5L (Etios, Yaris / 2016 a 2019)
o VW 1.0L 3 cil. (Golf, Polo, T-Cross, Virtus / 2016 a 2019)

Fundada em 2011, a Takao iniciou suas atividades na zona norte de São Paulo, com foco em componentes internos para motores da linha automotiva e de empilhadeiras. Ao longo dessas últimas décadas, a marca aprimorou seu leque de oferta de produtos, destacando-se como uma das maiores marcas de peças internas de motores do país.

TAKAO
e-Pincigher Comunicação Corporativa
eduardopincigher@hotmail.com
+55 11 997-229-356

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

SBCTRANS LANÇA SEGUNDA FASE DE SUA CAMPANHA “DEIXE O CARRO, VÁ DE ÔNIBUS” PARA A MOBILIDADE URBANA


Após o sucesso alcançado no ano passado com a campanha “Deixe o carro, vá de ônibus”, a SBCTrans, principal operadora de transporte público da cidade de São Bernardo do Campo, dá início à segunda fase da ação. O objetivo é promover e incentivar práticas sustentáveis e o bem-estar da sociedade, contribuindo para a melhora da mobilidade nos centros urbanos, diminuição dos congestionamentos e acidentes, do estresse dos cidadãos no trânsito, sobretudo em horários de pico, e da poluição ambiental.

“Para que as pessoas dos centros urbanos tenham mais qualidade de vida e um trânsito sustentável é necessário aderir ao transporte coletivo. Quanto mais pessoas utilizarem o transporte coletivo, melhor será o trânsito, a qualidade de vida e menor será o tempo para ir e vir”, explica a diretora executiva da SBCTrans, Milena Braga Romano.

A campanha está sendo veiculada em diversos busdoors dos ônibus da empresa e conta com quatro diferentes anúncios, com foco em atrair pessoas que não utilizam o transporte coletivo habitualmente.

É baseada em quatro pilares para mostrar que o transporte coletivo é viável e vantajoso: economia, o gasto mensal com transporte é muito menor do que outros modais, como o transporte individual; menos acidentes, o cliente e usuário está exposto a menores riscos de acidentes; menos estresse, por não estar ao volante, pode utilizar o tempo para outras atividades; e se beber, não dirija, para conscientização da conduta de não dirigir um veículo depois do consumo de álcool.

“Temos investido e trabalhado continuamente para oferecer, a cada dia, um transporte melhor, com mais conforto, pontualidade e segurança. Nesta segunda fase, serão cerca de 80 ônibus em circulação com os busdoors”, destaca a executiva.

SBCTrans
Secco Consultoria de Comunicação

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

KIA É ACLAMADA EM MAIS UMA EDIÇÃO DO IF DESIGN AWARDS

A Kia Motors se consagrou mais uma vez no renomado iF Design Awards. Na edição de 2020, a marca conquistou mais dois prêmios: um com o crossover urbano Kia XCeed, na categoria “Produto”, e outro com o conceito 'Imagine by Kia', na categoria “Conceito profissional”


Conceito ‘Imagine by Kia’ 

A dupla conquista evidencia, novamente, a força incomparável do design da Kia Motors Corporation no desenvolvimento de novos produtos e a evolução da montadora sul-coreana em uma era de mobilidade eletrificada. A marca ganhou seu primeiro prêmio iF em 2010 - e criou pelo menos um design de veículo premiado a cada ano desde então. Com as premiações de 2020, a KIA eleva para 20 seu número total de iF Design Awards.

"A KIA se esforçou para obter melhorias contínuas na qualidade e experiências mais fascinantes e interessantes para os clientes", destaca Karim Habib, chefe do Kia Design Center. "O crossover XCeed e o conceito 'Imagine by Kia' representam essa nova visão. Estou extremamente orgulhoso que os esforços de nossa equipe sejam apreciados por clientes em todo o mundo".

Prêmio 'Professional Concept'


Revelado no Salão Internacional do Automóvel de Genebra de 2019, o conceito ‘Imagine by Kia’ é um carro de passeio totalmente elétrico, de quatro portas, que reúne elementos de um sedã familiar e esportivo, de um utilitário esportivo robusto e de um crossover versátil e espaçoso. Projetado intencionalmente para não se enquadrar nas categorias de veículos predefinidas da indústria automobilística, o modelo é reconhecido por seu powertrain de próxima geração e com zero emissões: uma bateria de baixa carga e indução que aciona motores elétricos em cada eixo.

Em 2020, a Kia está voltando ainda mais o foco dos veículos com motores de combustão interna para aqueles movidos à energia elétrica com emissões zero. Projetado como uma referência para o automobilismo do século XXI, o 'Imagine by Kia' reinterpreta e evolui muitos dos padrões de design estabelecidos pela marca, em um projeto desenvolvido para encantar os motoristas.

Prêmio iF Design 2020


Criado em 1953, o iF Design Awards é um dos mais prestigiados prêmios da área no mundo. A premiação é organizada anualmente em Hanôver, Alemanha, pelo iF International Forum Design GmbH, a mais antiga instituição independente de Design do mundo.

Em 2020, empresas de 56 países participaram da premiação, totalizando 7.298 envios de produtos - cada um avaliado por um júri internacional de 78 especialistas, em sete categorias. Os vencedores serão formalmente apresentados na 'iF Design Exhibition', em Berlim, no próximo dia 4 de maio.

Kia Motors do Brasil
Textofinal de Comunicação Integrada

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DAIMLER ENTREGA 16 ÔNIBUS ELÉTRICOS ECITARO PARA A CIDADE DE HAMBURGO NA ALEMANHA


A Daimler Buses entregou 16 ônibus elétricos eCitaro da Mercedes-Benz para a empresa VHH - Verkehrsbetriebe Hamburg-Holstein GmbH - em Hamburgo na Alemanha. Os veículos chegam à cidade como símbolo do conceito “elexity (cidade elétrica) – Hamburgo dirige eletricamente”. Sob esse lema, a VHH combina todos os aspectos da mobilidade sustentável com veículos que operam inteiramente com energia limpa. 

Os ônibus são movidos por um conjunto de doze baterias com capacidade total de 292 kWh, o que garante uma autonomia apropriada a sua operação na cidade. Entre vários itens de série, os veículos trazem avançados equipamentos de segurança, como o Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP), assistente ativo de frenagem (Preventive Brake Assist) e Assistente de Ponto Cego (Sideguard Assist). Há também outros diferenciais, como a parede lateral envidraçada, três portas largas, entradas USB para carregamento de smartphones e pisos de revestimento com aparência de madeira. 

Com aproximadamente 2.100 funcionários e mais de 660 ônibus em operação, dispondo de todos os itens de infraestrutura em seus galpões e pessoal especialmente treinado, a VHH é a segunda maior empresa de transporte público do Norte da Alemanha. A empresa tem sede em Hamburgo e opera dentro da associação de transportes “Hamburg Verkehrsverbund” (HVV), atendendo mais de 106 milhões de passageiros ao ano, com 160 linhas na região metropolitana de Hamburgo. 

Um fato curioso é que todos os novos ônibus elétricos da VHH possuem um nome que começa com a letra "E". Os primeiros 16 nomes, que incluem Emil, Edith e Elton, foram escolhidos pelos funcionários da própria empresa. Durante a entrega, a VHH convidou os passageiros a participar de uma competição de nomes para decidir como os outros veículos elétricos irão se chamar.

Em breve, esses 16 ônibus não serão os únicos a operar na cidade elétrica “elexity”. A VHH já encomendou mais quatro ônibus eCitaro, bem como 17 ônibus articulados eCitaro G. Todos com previsão de entrega até o final do ano. A partir de 2020, a VHH irá adquirir somente ônibus livres de emissões para circular nas áreas centrais da cidade de Hamburgo.

Mercedes-Benz do Brasil

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CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

F-1 SE AGITA, NASR E SETTE CÂMARA TESTAM NA F-INDY


Brasileiros podem compartir carro na temporada norte-americana


Na semana na qual a maioria das equipes da F-1 apresenta seus modelos para a temporada 2020, Felipe Nasr e Sérgio Sette Câmara vivem uma experiência que poderá unir os dois na temporada da F-Indy. Os brasileiros dividirão, hoje e amanhã, um carro da equipe Carlin durante testes de pré-temporada no Circuito das Américas (Cota), em Austin, Texas. O desempenho de ambos poderá ser acompanhado pelo site da categoria. Também com transmissão de vídeo pela internet acontece hoje o lançamento do carro que a Scuderia Ferrari utilizará nesta temporada. A apresentação acontece no Teatro Romolo Valli, na cidade de Reggio Emilia e será difundida por este site especialmente criado para a ocasião.

Ontem o site da Ferrari chamava para a apresentação de hoje. Foto: Ferrari.

O lançamento do carro de F-1 da Ferrari é normalmente aguardado com ansiedade e deveria ter sido o primeiro da categoria a ser apresentado. Surpreendentemente, o time norte-americano Haas estragou essa festa ao divulgar fotos do seu modelo VF-20 na última sexta-feira (6), 13 dias antes da data inicialmente prevista. De qualquer forma, a equipe não causou nenhum estardalhaço com isso: o monoposto que aparece nas fotos oficiais é extremamente semelhante ao usado pela Scuderia no ano passado. Nada muito surpreendente posto que a ligação entre ambas é bastante ampla.

Carro da Haas para 2020 é considerado cópia do Ferrari de 2019. Foto: Haas F-1.

Outra ação que serviu para amenizar o impacto do lançamento de hoje foi a divulgação do esquema gráfico dos carros da Mercedes para 2020, manobra claramente promocional para anunciar que um dos parceiros do time liderado por Toto Wolff, o grupo químico Ineos, aumentou seu acordo comercial com a equipe.  Fundado em 1988, o conglomerado tem endereço fiscal na Inglaterra e mantém uma de suas 186 operações ao redor do mundo localizada no município de Araçariguama (SP).

Mercedes mostrou pintura de 2020 em carro de 2019 para abafar rival italiano. Foto: Mercedes.

A Petronas, empresa petrolífera da Malásia, continua como o principal patrocinador na Mercedes, que apresentará seu modelo W11 no próximo dia 14 em Silverstone. No dia 19 começam os testes pré-temporada, em Barcelona. No dia 26 as equipes voltam ao traçado catalão para outra sessão, igualmente com duração de três dias. O Campeonato Mundial inicia dia 15 de março, quando acontece o GP da Austrália, em Melbourne.  

A lista completa dos lançamentos é a seguinte:
11/2 – Ferrari (Itália)
12/2 – Red Bull (Inglaterra) e Renault (França)
13/2 – McLaren Inglaterra)
14/2 – Alpha Tauri* (Áustria) e Mercedes (Inglaterra)
17/2 – Racing Point (Áustria) e Williams (Inglaterra)
19/2 – Alfa Romeo (Barcelona)
(*) Alpha Tauri é a nova denominação da Toro Rosso.

Nasr e Sette Câmara de olho na Indy


Os brasileiros Felipe Nasr e Sérgio Sette Câmara enfrentam momentos com semelhanças e diferenças em suas carreiras e não será surpresa se ambos acabarem compartindo um mesmo carro na temporada 2020 da F-Indy. Nasr tem assegurada sua participação na série IMSA, onde divide o Cadillac DPi-V.R #31 da equipe Whelen Engineering com o também brasileiro Pipo Derani, e não esconde que participar da F-Indy é um dos seus objetivos a curto-médio prazo. O piloto de Brasília tem apoio da sua equipe para participar do teste de hoje e um bom resultado com a equipe Carlin, operação que explora uma variante impossível de acontecer na F-1, onde um piloto disputa obrigatoriamente todas as etapas da temporada. Na série norte-americana é comum pilotos participarem de apenas parte das corridas, caso de Tony Kanaan, que este ano disputará apenas cinco provas em um programa que praticamente encerrará sua carreira de piloto.

Este ano a F-Indy adota para-brisas para aumentar proteção dos pilotos. Foto: Indycar.

O caso de Sette Câmara é mais rebuscado: após três temporadas na F-2, considerada por muitos como a antessala da F-1, o mineiro conseguiu os pontos necessários para obter a super licença para disputar a categoria maior. A exiguidade de carros disponíveis e ausência de patrocinadores que pudessem convencer algum time a abrir espaço para o brasileiro, porém, dificultaram o passo adiante. Disputar mais um ano na F-2 pode selar seu futuro para o bem ou para o mal: qualquer resultado que não seja o título será desvalorizado, não importa o quilate de seu desempenho na pista.

Em tal cenário a F-Indy aparece como opção mais interessante que, por exemplo, a Super Formula japonesa, que tem pouca repercussão no Brasil, situação que restringe o interesse de possíveis investidores em sua carreira. Em tempos de crise econômica no Brasil, onde operam os principais patrocinadores de Sérgio Sette Câmara, é provável que um acordo para dividir o segundo carro da equipe Carlin acabe sendo a sua melhor opção. Curiosamente tanto Nasr quanto Câmara já defenderam a equipe de origem inglesa em outras fases de suas carreiras. A temporada da F-Indy também inicia no dia 15 de março, quando acontece o Firestone Grand Prix of St. Peterburg no circuito de 2,9 km montado nas ruas desta cidade localizada na costa oeste da Flórida.


* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é diretor de redação do site Motores ClássicosTwitter: @motclassicosFale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.


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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

REED EXHIBITIONS GARANTE QUE O SALÃO INTERNACIONAL DO AUTOMÓVEL 2020 SERÁ O MAIS TECNOLÓGICO DE TODOS OS TEMPOS


A Reed Exhibitions, maior organizadora de eventos do mundo e responsável no Brasil por grandes mostras da cadeia automotiva, como Fenatran, Movimat, Salão Duas Rodas, Automec e Expo Fenabrave, informa que o Salão do Automóvel 2020 está atraindo vultosos investimentos. Nesta edição, o Salão terá quatro grandes pilares: evolução, tecnologia, mobilidade e entretenimento. A organização, atenta às novas necessidades do mercado automotivo, irá introduzir novos conceitos e atrações no Salão. A Reed pretende não só erguer um evento memorável como liderar a renovação dos salões no mundo.

Embutido em uma nova plataforma de negócios, surgirá um aplicativo como uma das atrações do Salão do Automóvel 2020, que será incorporado de forma definitiva ao conceito do evento. Por meio dessa inovação, as marcas automotivas e os principais players de tecnologia e mobilidade do mundo poderão conectar-se aos visitantes em diferentes formatos, como exposição de produtos, apresentação de conteúdo e conceitos, além de novas experiências.

Cada atração do evento terá seu conteúdo reunido em um QR Code, podendo ser imediatamente capturado pelo smartphone do visitante. Mas isso não é tudo. O caminho inverso também vai existir: cada visitante terá um QR Code em seu próprio ingresso. Quando o cliente manifestar interesse em qualquer produto ou serviço (carro, inclusive), ele será "capturado" por aquela marca visitada, gerando imediatamente um lead, que seguirá diretamente para o expositor. Empresas de avaliação de carros, bancos, seguradoras, entre outros, também farão parte dessas ações.

"Essa inovação vai gerar negócios para todos os expositores, inclusive vendas de carros", comenta Leandro Lara, diretor de Eventos da Reed Exhibitions, ressaltando que caberá a cada expositor a forma de gerenciar essas vendas com suas respectivas redes de concessionárias. A Reed Exhibition estima que mais de 500 mil leads sejam gerados durante os 11 dias de evento.

Não é a primeira vez que o Salão do Automóvel rompe paradigmas. Em 2016, por exemplo, o tema "mobilidade" foi inserido de modo amplo no Salão do Automóvel por meio da criação de inúmeras experiências para os visitantes, como pista de test-drives multimarcas, pistas exclusivas e, também, um circuito específico para veículos elétricos e híbridos. Essa postura de vanguarda será estendida na edição 2020: haverá um maior número de empresas de tecnologia, buscando ampliar a necessária discussão sobre o tema Mobilidade, com novas alternativas e possibilidades de negócios -- além de atrações inéditas pata os visitantes.

O Salão do Automóvel vai manter seu maior patrimônio -- conexão direta entre marcas, produtos e visitantes. E ampliará o destaque para novas tecnologias e o futuro da multimobilidade, a exemplo do que ocorre com a feira norte-americana CES (Consumer Electronics Show). "Temos capacidade para ser uma moderna plataforma que reúne todos esses novos avanços", destaca Lara.

Além das pistas de test-drives, a organização trabalha com duas marcas para a criação de pistas off-roads, utilizando uma área próxima à São Paulo Expo. Veículos elétricos e híbridos também terão pistas de test-drives específicas, assim como -- mais uma novidade -- será definida uma pista específica para demonstrações de carros autônomos. As principais categorias do automobilismo terão lugar especial nesse edição e serão apresentados carros de corrida, com algumas demonstrações feitas em pistas. Já os superesportivos ganharão local de destaque, a ser informado brevemente.

MERCEDES-BENZ SPRINTER COMPLETA 25 ANOS NO MUNDO


A Mercedes-Benz Sprinter estreou 25 anos atrás na Alemanha. Para marcar sua estreia no mundo em 23 de janeiro de 1995, a marca enviou 500 unidades da recém produzida van da fábrica de Düsseldorf a uma apresentação para as suas unidades de vendas. Esse foi o começo de uma nova era no mundo dos veículos comerciais leves com PBT (peso bruto total) de 2,6 a 4,6 toneladas e, graças ao grande sucesso contínuo desse veículo, esse segmento do mercado ficou conhecido desde então como “categoria Sprinter”.

No Brasil, a Sprinter está agora em sua terceira geração, trazendo grandes inovações, e já se consolidou no mercado brasileiro pela numerosa oferta de soluções de mobilidade para pessoas e cargas. Em 2019, a Linha Sprinter cresceu em todos os segmentos de sua atuação no Brasil. A marca encerrou o ano liderando as vendas de vans de passageiros, com 5.860 unidades emplacadas e 48% de participação, obtendo 37% de crescimento nas vendas em comparação com 2018.

Veículo de transporte digital: a Sprinter antecipou uma transformação revolucionária para a digitalização já em meados dos anos 1990. Durante essa época, quando dificilmente alguém poderia imaginar as dimensões futuras do pacote de logística resultante da expansão do comércio pela internet, a marca de Stuttgart introduziu um veículo de transporte totalmente novo, e com tecnologia de ponta. Com freios a disco nas rodas dianteiras e traseiras, sistema ABS (de antibloqueio dos freios) que incluía o ABD, diferencial automático de freios, carroceria enxuta, baixo consumo e muitas outras vantagens, a Sprinter estabeleceu novos padrões de segurança, eficiência e conforto.

Desempenho quanto à carga: a Sprinter substituiu a Série T 1 da Mercedes-Benz, também conhecida como “Bremer Transporter”. A designação interna da primeira geração da Sprinter (séries de 901 a 903) serve como lembrete disso, pois ficou internamente conhecida como "T 1 N". De janeiro de 1995 em diante, a Sprinter foi disponibilizada nos modelos 208 D / 308 D, 212 D / 312 D e 214 / 314, com propulsão pelos motores diesel OM 601 D 23 e OM 602 DE 29 LA e pelo motor à gasolina de quatro cilindros M 111 E 23. O motor de cinco cilindros turboalimentado de 2,9 litros com injeção direta, intercooler e uma potência de 122 cv em especial, causaram grande sensação.

Um veículo de múltiplos talentos:  a variedade foi grande desde o início. Isso significava que a nova série da van se posicionava como uma verdadeira van multifuncional. As versões de construção incluíam os chassis, a van de carroceria tipo plataforma ou basculante, de cabine dupla ou simples, a van de carga e de passageiros com cinco ou nove bancos, podendo ter teto baixo ou alto. Foram disponibilizados entre-eixos de 3.000, 3.350 e 4.025 milímetros. O peso bruto total (PBT) era inicialmente de 2.590, 2.800 ou 3.500 quilos.

Multifuncional: a Sprinter não só demonstrou suas habilidades em logística, mas também em muitas outras áreas de aplicação. Estas incluíam sua aplicação voltada aos canteiros de obra e para o comércio, atuação em serviços públicos municipais e no transporte de passageiros bem como para serviços de combate a incêndio e emergências. Esse veículo de transporte também é recomendado para atuar com van para camping e como base de incontáveis estruturas especiais.

Preço de estreia: a Sprinter foi recebida pelos especialistas de maneira excepcionalmente positiva em sua estreia em 1995. Em um teste de benchmark organizado pela revista do comércio da Alemanha chamada lastauto und omnibus, ela foi classificada como veículo com motor mais econômico. Além disso, em um teste independente realizado pela revista, foi considerada “o veículo de transporte mais silencioso disponível atualmente”. Não foi surpresa então que a Sprinter tenha sido considerada a “Van do Ano de 1995” já no ano de sua estreia.

Carga útil: na feira de veículos comerciais de Paris Mondial du Transport Routier de setembro de 1995, a Sprinter estreou com um peso bruto total (PBT) aumentado de 4.600 quilos. As 408 D, 412 D e 414 de 4,6 toneladas com rodado duplo no eixo traseiro representou uma categoria de peso anteriormente reservada para os veículos de carga grande da Mercedes-Benz e estava também disponível em uma Sprinter mais compacta. Ao mesmo tempo, a Mercedes-Benz também apresentou a versão com propulsão elétrica, a Sprinter 308 E com motor de 45 cv trifásico assíncrono em Paris. Nos anos seguintes, a marca também testou Sprinters com propulsão híbrida tipo "plug-in" e com propulsão por célula de combustível.

Reestilização: graças a contínuas reestilizações e atualizações, a primeira geração da Sprinter continuou sendo atualizada desde 1995 até o final da produção em Düsseldorf em 2006. A primeira reestilização ocorreu no ano 2000. A parte externa é reconhecida pela estrela da Mercedes-Benz elevada no capô. No interior, o veículo recebeu novo painel de instrumentos e uma alavanca de câmbio integrada ao painel. Além disso, foram adotados novos motores diesel com injeção direta por duto comum. A potência atingia de 82 cv até 156 cv. O modelo sucessor estreou em uma versão revisada em setembro de 2002, equipada com ESP® - Electronic Stability Program (programa eletrônico de estabilidade), e em novembro de 2003 a milionésima Sprinter saiu da linha de produção de Düsseldorf.

Uma cidadã global: a Mercedes-Benz produziu a primeira geração da Sprinter não somente em Düsseldorf, mas também em Buenos Aires. Além disso, veículos em condição CKD (completely knocked down) foram produzidos em kits de peças na cidade de Ho Chi Minh. Depois do término da produção de Düsseldorf em 2006, o T 1 N continuou a ser produzido na linha de montagem de Buenos Aires. A empresa MCV (Manufacturing Commercial Vehicles), que se originou a partir de uma distribuidora geral Mercedes-Benz do Cairo, também a produziu por vários anos. A partir de 2013, a fabricante russa de veículos comerciais GAZ fabricou cerca de 25.000 veículos para o mercado da Rússia. Além disso, a Sprinter reestilizada se demonstrou uma autêntica cidadã global na América do Norte a partir de 2001: lá ela foi oferecida como uma Sprinter da Freightliner e uma Sprinter da Dodge.

Um projeto para gerações: vinte e cinco anos atrás, em 1995, a Sprinter da Mercedes-Benz foi a primeiro veículo de transporte da marca a receber oficialmente seu nome próprio. Essa designação hoje representa uma categoria inteira de veículos. Seu desenvolvimento contínuo aprimorado é o que garante a posição da Sprinter. A segunda geração do modelo estreou em Stuttgart no início de 2006 e a série do modelo 906 foi internamente batizada de NCV 3 (New Concept Van). As versões chassis + plataforma da Sprinter eram fabricadas em Ludwigsfelde e o modelo com tração total foi introduzido na feira de veículos comerciais IAA de Hanover em setembro de 2006.

Conceito avançado: a terceira geração da Sprinter estreou em 2018. Ela está disponível na série do modelo 907 com tração traseira ou tração em todas as rodas (tração total) e, pela primeira vez, também com tração dianteira na série do modelo 910. O veículo foi o primeiro modelo da van a incorporar a filosofia "adVANce", introduzida pela Mercedes-Benz Vans em 2016, como provedora de soluções de mobilidade holísticas. Os destaques da nova Sprinter incluem a opção para interconexões em rede digital abrangente, cabine ergonomicamente otimizada e incontáveis inovações quanto à segurança. O design segue a estratégia de design Mercedes-Benz, estabelecida na área de veículos de passageiros.

Flexibilidade elétrica: em dezembro de 2019 a Mercedes-Benz apresentou a eSprinter com propulsão elétrica por bateria. O conceito de veículo altamente flexível é o próximo marco de evolução da marca rumo à eletrificação das vans comerciais da Mercedes-Benz. A eSprinter será oferecida com potência de 116 cv para as que possuem tração dianteira e 47 kWh ou 35 kWh de capacidade útil da bateria. Dependendo da configuração há diferentes níveis de carga útil, autonomia e velocidade máxima. Além disso, a ferramenta de assistência do Planejador eCharging Planner auxilia os operadores de frotas a mudar para a mobilidade elétrica livre de emissões locais com a Mercedes-Benz Vans.

Mercedes-Benz do Brasil

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BRASIL É O SEGUNDO MAIOR MERCADO DA CHEVROLET NO MUNDO


Com 475 mil veículos Chevrolet emplacados em 2019, o Brasil passou a ser o segundo maior mercado global da marca, atrás apenas dos Estados Unidos. Um dos fatores que impulsionaram em 9,5% as vendas da empresa líder por aqui foi o desempenho comercial do Onix, cuja a nova geração foi lançada no segundo semestre do ano passado.

"A América do Sul está de volta ao jogo. Mesmo com a recuperação do mercado brasileiro mais lenta do que imaginávamos, a evolução dos nossos produtos e da marca Chevrolet fazem com que a primeira escolha do consumidor seja pela nossa marca. Desde 2014, estamos realizando investimentos no país que até 2023 somarão R$ 23 bilhões justamente para trazer segurança, conectividade e design para o nosso cliente no Brasil. Este é o maior aporte de uma empresa do setor no período e nos possibilitou trazer tecnologias inéditas para o país como a conectividade nível quatro, com o Wi-Fi embarcado", destaca Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Para o executivo, o sucesso de todo o portfólio Chevrolet, que é líder em diversos segmentos, deve-se a dois principais fatores combinados: "Somando os nossos produtos campeões à excelência de atendimento ao cliente que temos nas nossa rede de concessionárias, que é a melhor do Brasil, temos tido resultados de vendas excelentes e estamos preparados para atender novos clientes na medida em que a economia brasileira avança e o consumidor se torna mais confiante e encontra mais facilidade no acesso ao crédito", comenta Zarlenga.

Aceitação do Novo Onix surpreende



A aceitação do consumidor pela nova família Onix foi tão surpreendente que a versão sedã no fim do ano conquistou a vice-liderança, numa dobradinha inédita para a Chevrolet no país. Ao oferecer itens até então exclusivos de veículos de categorias superiores, o hatch se manteve com o título de carro mais vendido do Brasil, pelo quinto ano consecutivo.

Além do Brasil, o Onix tem forte protagonismo em outros mercados Sul-Americanos. O modelo ainda passou a ser comercializado recentemente na China, numa expansão estratégica que alcançará em breve o México.

A família Onix emplacou globalmente mais de 410 mil unidades no acumulado de janeiro a dezembro, consolidando-se como a linha de compactos mais vendida da Chevrolet no mundo. O Onix também foi o veículo da marca com o maior volume de crescimento no ano, comparando os modelos presentes no portfólio em 2018 e 2019.

General Motors América do Sul

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